Olha a loucura que eu e meu marido aprontamos!
Final de ano chegou e as confraternizações começaram. Lá no trabalho, combinamos um barzinho na Vila Madalena, aquele tipo de lugar que vive cheio, música rolando, gente esbarrando, cerveja descendo fácil. Chamei o Rodrigo, porque podia levar marido, namorado, o que fosse. Mas ele não quis. Disse que tinha a confraternização dele também.
Tudo bem, né? Ele nunca foi dessas coisas de proibir, e eu nunca fui dessas de prender ninguém.
No dia, eu até fui bem comportada. Calça jeans justinha, daquelas que deixa a bunda no lugar certo, blusinha leve, salto alto. Nada demais, mas também nada de santa. Um sorriso aqui, um gole ali… o bar estava bem cheio.
E quem estava impossível naquela noite era o Juliano.
O danado vinha no meu ouvido, falando besteira, me atiçando. Eu beliscava, dava um tapinha, afastava… mas não adiantava nada, o sem-vergonha insistia. E o pior é que eu nem estava na intenção. Juro pra vocês, ando até mais tranquila ultimamente. Mais caseira. Tudo é época né?
Só que, do nada, o grupo deu uma dispersada. Alguns já tinham ido embora e eu fiquei ali na calçada conversando com duas meninas. Até que o Juliano apareceu me abraçando por trás, dizendo que ia me “roubar” delas. Me puxou mais pro ladinho. E foi exatamente nessa hora que meu olhar cruzou com o dele.
Rodrigo.
Sentado do lado de dentro, perto da janela. Me olhando direto, sem piscar. Tava com dois amigos. Todos encarando. Mas eles não me conheciam, e tenho quase certeza de que Rodrigo não entregou quem eu era.
Aquilo me deu um tesão que eu não esperava.
— Você me deu fora o ano todo, Taiane… vem, deixa eu te foder gostoso.
— Juliano, para com isso… eu sou casada, menino.
Ele mordiscou meu pescoço e eu deixei. Tão simples quanto isso. Virei o rosto e encaixei a boca na dele, parando de olhar para o Rodrigo por um instante.
Juliano abriu o botão da minha calça e meteu a mão inteira por dentro da minha calcinha.
— Ahnn… — escapou na hora que os dedos dele pegaram meu grelo.
O safado sabia o que estava fazendo e começou. Me deixou molhadinha.
Na calçada.
Em público.
E o povo bêbado demais pra notar. A Vila Madalena deve ver coisa pior todo dia.
Olhei de novo para a mesa. Já não via mais o Rodrigo, porque ele estava mais ao canto, mas os amigos continuavam me olhando… com risinho nos cantos da boca.
Juliano me fez gozar ali mesmo. Do jeito dele, rápido, urgente.
Afastei.
— Quieta o facho, menino!
Ele queria mais, claro, mas ameacei parar de falar com ele se seguisse nessa insistência.
Voltei pras meninas. Depois de um tempo já estava quase indo embora, quando o careca de barba que estava com o Rodrigo me encontrou no corredor do bar. Me pegou pela cintura, com a mão aberta nas minhas costas, me beijou sem cerimônia. Me arrastou pra um cantinho, me encostou na parede e veio me apertando.
Rodrigo estava logo atrás, fingindo que observava uma bandinha tocar. Fingindo, porque os olhos dele estavam em mim.
O careca me chamou pra sair dali, dizendo que tinha ficado maluco comigo. E eu só olhava o Rodrigo. Ele com o copo na mão, parado, tenso.
Do nada, o careca segurou minha mão e… nossa. Sem eu perceber, o pau pra fora estava na minha mão! Eu segurei.
E Rodrigo olhou nos meus olhos.
Comecei a punheta-lo, ao mesmo tempo ele enfiou a mão dentro da minha calcinha, me bolinando sem juízo nenhum.
Ele gozou. E gozou tão forte que respingou no meu queixo.
Ficamos rindo. Eu toda melada. Me despedi dele, adorei conhecer. Ainda vi ele todo animado voltando pra mesa. Pedi meu Uber e segui pra casa.
Quando Rodrigo chegou… encontrou a mesma calcinha. Eu deixei ela nas minhas coxas, deitada de bumbum pra cima.
Ele ficou parado me olhando. Achei que ia me tocar, mas aí ouvi a respiração acelerar.
Meu marido estava batendo uma. Ali. Pra mim.
E quando gozou… gozou na minha menina, melando minha bunda e as coxas.
Fingi que estava dormindo.
Mas ouvi tudo. Ele puxando o ar.
Que noite.
Que delícia são esses momentos.
Comentem aí, me ajuda muito!
Beijos, Taiane.