Dias atrás num sábado, eu recebi um telefonema da minha amiga e vizinha (Val, como a chamarei), perguntando-me se eu estava em minha casa e de boa, ou seja, sem fazer nada. Disse-lhe que estava em minha casa sim, dando uma geral na bagunça e perguntei-a por que. Ela então me perguntou se eu poderia levá-la no carro dela até a casa de uma tia que ficava num município vizinho a uns cinquenta minutos de viajem de onde estávamos, já que ela não gostava de dirigir para fora da cidade. Disse-lhe que sem problemas pois o que eu estava fazendo, poderia terminar