Eu conversava com Sirlene na sala. Ela veio queixar da Samanta, minha mulher, sobre uns papos que não estava disposta a ouvir. Sirlene era nossa amiga e trabalhava em casa. Pediu sigilo e falou tudo. Eu não sabia se caía na risada ou levava a sério aquele diálogo pois a Sirlene era uma pessoa séria e não queria perdê-la como amiga. O assunto era cabeludo e elevado a décima potência! Samanta, 35 anos, mulher branca de rosto redondo, olho castanhos, cabelos pretos compridos, magra e estatura mediana, foi ingênua. Sabendo que a Sirlene era metódica, foi falar de putaria com ela? Fiquei ouvindo e dei atenção num fingimento que deixava atores no chinelo e ouvi: