Certa vez, fui tomar uma cerveja por lá e, após algumas cervejas, o bar já estava próximo de fechar. Encontrei, por acaso, um conhecido chamado Gustavo, com quem sempre converso quando vou a este bar. Ele estava acompanhado de uma mulher de cabelos pretos, peitos generosos, cerca de 30 anos. Seu nome é Catarina. Me convidaram a sentar na mesa deles, onde começamos a conversar. Entre uma cerveja e outra, o bar se aproximava de seu fechamento. Eles então sugeriram que passássemos a beber em outro lugar. Topei o convite e nos dirigimos a outro lugar. Lá, estava mais movimentado, havia outras pessoas, inclusive mulheres solteiras. Eu percebi que Catarina me dirigia algumas olhares de desejo e passei a prestar mais atenção na movimentação. Gustavo transitava entre as mesas do bar, deixando de dar atenção a Catarina. Ela parecia irritada e passei a conversar com ela sobre assuntos aleatórios. Ela me disse que era divorciada e tinha um filho. Estava saindo com Gustavo havia alguns meses. Bêbado, Gustavo se aproximava de outras mulheres, com quem flertava, mesmo na presença de Catarina. Profundamente irritada, ela desabafava: