Fodi a amiga safada da minha mãe

Quando eu tinha 18 anos, minha mãe tinha uma amiga chamada Helena, que além de ser muito rica, também era o cúmulo da futilidade, só sabia falar das viagens que fazia com o marido e das bolsas e sapatos que comprava diariamente. O que acontece é que Helena era uma coroa pra lá de enxuta, era praticamente uma deusa pra sua idade. Ela deveria ter uns 40 anos, loira, olhar de safada e desconfiada, sua bunda era uma delícia de apreciar, seus seios eram enormes e suas coxas me deixavam louco. E surpreendentemente era tudo natural, eu escutava as conversas dela com minha mãe enquanto ficava no meu quarto e etc, foi numa dessas conversas que escutei algo muito estranho. Elas estavam falando de mim, quase sussurrando.

“Sônia, mas e o Arthur? Já trouxe alguma menininha pra casa?” e soltou uma risadinha.
“Não não, e se trouxesse eu expulsaria.”
“Mas por quê? Você acha que ele ainda é virgem?” Helena falou com ironia.
“Não sei não amiga, mas se ele já fez alguma coisa aqui em casa que não foi.”
“Hm..Não tem medo dele ser gay?”
“Claro que ele não é gay, Helena! E se fosse, o que uma coisa tem a ver com a outra?”

“Ah sei lá Sônia! Mas enfim, ele é tão bonito mas é tão tímido. Aposto que é virgem!”
“Eu não sei, mas se você quer saber eu pergunto pra ele ora!”
“Não, não. Esquece. Era só curiosidade”
Depois disso as duas mudaram de assunto, mas eu não conseguia tirar aquilo da cabeça. Por que tanto interesse daquela mulher pra saber se eu era virgem ou não? Passaram-se uns dias e eu ainda estava com aquilo na cabeça, eu como adolescente é claro que fantasiava com qualquer coisa, e depois dessa situação passei a fantasiar com Helena muito mais do que já fantasiava. Até que um dia, a fantasia virou real.
Eu estava deitado no sofá assistindo um programa qualquer, quando escuto batidas na porta e vou atender, era Helena, de óculos escuros porém soluçando muito, como se estivesse chorando.

“Cadê sua mãe, Arthur?” ela estava realmente sem fôlego e limpando as lágrimas das bochechas.
“Tá trabalhando, dona Helena. Mas senta aqui, se acalma. O que aconteceu?”
“Poxa meu bem, você me chamando de ‘dona’ só me faz me sentir mais triste…O que aconteceu é que meu marido tem outra. Aquele filho da puta!” e desabou a chorar.
“Calma Helena, calma.” Coloquei a mão no ombro dela. “Eu não acredito que ele faria isso. Você é linda, e etc.”.
“Você fala isso porque sou amiga da sua mãe. Ele procurou uma mais nova, tenho certeza.”
“Então ele é um filho da puta mesmo, porque uma mulher como você não é de deixar assim..sem ninguém.”

“Por que diz isso?”
“Porque você deve receber muitas cantadas, ter muitos pretendentes, etc..” com isso ela sorriu e se acalmou um pouco. Eu queria me aproveitar daquela situação, mesmo tenso e nervoso como estava, sem saber exatamente o que fazer. Eu só conseguia olhar para o chão pra não ter que olhar descaradamente para aqueles peitos pulando do decote.
“Na realidade não tenho tanto quanto você pensa, só alguns homens que chegam em mim em alguma festa. Mas eu ignoro todos. Ou pelo menos ignorava.”
“Você quer uma água? Algo assim? Você deve estar muito nervosa com tudo isso.”
“Ai Arthurzinho, logo você, todo preocupado comigo. Não precisa meu amor.” Nisso, ela tocou na minha coxa e com o tom de voz dela, meu pau deu sinal de vida. Olhei pra aquele decote e ela percebeu. Fiquei meio perdido e ela sorriu.
“Me desculpa…eu não…”

“Não tem problema, seu bobo..com sua idade deve se excitar com qualquer coisa, até com alguém como eu.” Percebi que agora era tudo ou nada.
“Na realidade… Você não tem noção no quanto VOCÊ me excita.” Ela sorriu e ficou surpresa.
“Isso é verdade ou você tá brincando? Eu comecei a pensar tanta coisa agora..”
“Como o quê?”
“Bom…É que…nada, você é um adolescente, esquece! Obrigada pelos elogios, mas eu preciso ir..” Ela levantou e eu segurei no seu braço. Cheguei perto do seu ouvido e disse:
“Me diz o que é, quem sabe eu posso ajudar.”
“Mas é que…ah, foda-se!” Ela se virou e se jogou em mim, me beijando feito uma louca.

A língua daquela mulher misturava luxúria e raiva. Eu retribui o beijo e comecei a passar a mão pelo corpo dela, apertei sua bunda, puxei um pouco o vestido e ela tentou sussurrar algo, eu coloquei um dedo na boca dela e disse “Agora você vai até o final.” Meu pau roçava no vestido dela e ela percebeu, colocou a mão por cima do meu short e começou a acariciar. A gente estava se arrastando pela sala, quando coloquei ela de costas na porta do meu quarto e comece a morder seu pescoço e orelha, ela gemia. Sentia meu pau no meio da bunda dela e pressionava aquela coroa mais na porta. Pressionava minhas mãos em cima das mãos dela e ela dizia “Você não é virgem, eu sabia..me pegando desse jeito..” “Claro que eu não sou virgem, sua vadia..- e beijava ela- eu queria você faz tempo” “me queria é?” “Sim, eu queria foder você desde a primeira vez que vi esses teus peitos aí, sua cadela.”

Puxei ela pro quarto e já fui fazendo ela ajoelhar, ela entendeu e abaixou meu short e minha cueca boxer, pegou meu pau na mão e fez uma cara de puta que fazia meu cacete pulsar, começou a lamber as bolas e eu segurava aquele seu cabelo loiro, ela começou a chupar e a vadia era especialista, enfiava até a garganta e lambia a cabecinha rosada, babava e não parava de me olhar, começou um ritmo inacreditável e eu delirando. Não queria gozar logo, então puxei seu cabelo e fiz ela deitar na beirada da cama, tirei minha camisa e comecei a subir seu vestido e puxar sua calcinha, a buceta da coroa era lisinha e rosada, do jeito que eu gosto, e tava já meladinha.

“Minha vez, sua cachorra.”
“Me chupa, novinho, chupa minha xaninha.”
Comecei a lamber num ritmo de cima pra baixo, toda a extensão daquela vagina, nem parecia que aquela mulher era casada tamanha a perfeição daquela buceta, comecei a chupar os lábios e os gemidos da gostosa só me faziam fazer com mais prazer aquilo, ela se contorcia e puxava minha cabeça, sentia o líquido escorrendo na minha língua e era delicioso, colocava um dedo e tirava, ela gritava. Levantei e puxei ela pelas coxas e comecei a beijá-la em cima da cama, chupava seu pescoço e ela segurava meu pau, foi quando decidir que queria mamar naqueles peitos que

tanto sonhava. Puxei o vestido por cima da cabeça dela e comecei a beijar seu queixo, seu pescoço e fui descendo.. Cheguei nos seios e apertava um e chupava o outro, chupava com gosto..cuspia, mordia.. e ela me xingando e arranhando meu pescoço. Fiquei chupando por um longo tempo e ficava chamando ela de gostosa. “Agora me fode logo, me fode Arthurzinho!” puxei o cabelo dela “Quer que eu te foda, né sua cachorra? Então vou te arregaçar toda.”

Fiquei na beirada da cama meio de joelho e puxei suas coxas e ela abriu as pernas, segurou meu cacete e colocou na entradinha, eu enfiei e ela gritou e agarrou meu braço, me arranhando. Continuei metendo e ela apertando os seios e gemendo. O gemido daquela coroa era melhor coisa do mundo. “Sua vadia, tava louca pra me dar né? Tava doida pra eu comer tua buceta” e ela só pedia pra eu meter mais rápido. Comecei um ritmo realmente agressivo e ela gritava alto, ficava puxando as cobertas da cama. Pedi pra ela me cavalgar e deitei na cama. “Seu pau é bem melhor do que eu pensava, seu filho da puta!” “Se ele é melhor, então rebola vai, rebola no meu

cacete coroa safada!” ela colocou na buceta e começou a quicar, ela enlouquecia e jogava a cabeça pra trás. A visão daqueles peitos balançando era demais, eu tentava chupar e morder e ela rebolava num ritmo circular, depois começou a rebolar de frente pra trás e vice-versa, ela era praticamente profissional em tudo. Eu arranhava as coxas dela e depois segurei as mãos dela e eu que comecei a bombar mesmo deitado, aquela buceta era deliciosa, o jeito que eu metia e ia sentindo meu pau sendo apertado. E Helena gemendo e dizendo que eu tava fazendo certo, quase alcançando um orgasmo. Foi quando pedi pra ela ficar de quatro e comecei a comer

aquela xaninha assim, puxando o cabelo dela e ouvindo o barulho dos nossos corpos se batendo, aquela coroa incrível de quatro e eu quase gozando. Fiquei assim até chegar num ritmo agressivo e ela abrindo a bunda com as mãos e me xingando. Lambi meu dedo e enfiei no cuzinho rosado dela, ela não reclamou, pelo contrário gemeu de um jeito ainda mais excitante. Senti que era a hora, tirei da buceta dela e cuspi no cu, dei umas palmadas na bunda da safada e ela quase sem fôlego chamava meu nome, me pedindo mais. Coloquei com dificuldade na bunda dela e fui bombando devagar, ela se acostumou e eu passei a meter mais avidamente. “Seu filho da puta, cachorro, comeu meu cu” “Tô comendo e ele é delicioso, sua puta!”. Comi o cu dela até meu pau começar doer, senti que ia gozar mas não falei nada. Soltei meu esperma ali mesmo e tirei meu cacete. Começou a escorrer e tudo que ela

fez foi passar as mãos pelas coxas e começar a chupar os dedos.
“Você me daria um belo amante, Arthurzinho cachorro!” Ela falou deu palmadinhas no meu rosto, em seguida me beijou.
“Seu amante e o que mais você quiser. Você é muito gostosa, puta que pariu.” Eu passava a mão pelo corpo dela, deslumbrado. Ela sorriu.
“Ainda vou fazer muita coisa com você, bebê. Agora preciso ir, e você se for inteligente não fala nada pra sua mãe.” Ela colocou a lingerie, o vestido, pegou a

bolsa e os óculos e me beijou no rosto. “Você fode muito bem, nenenzinho.” E saiu.
Eu fiquei ali parado, tentando processar tudo. Eu, um cara qualquer, tinha acabado de satisfazer uma coroa que sempre sonhei em comer. E ela ainda tava toda gozada por mim. Tinha dado meu melhor naquela foda, e assim, consegui o posto de amante da gostosa. Aprendi muito com Helena, mas isso conto em outras histórias.

Um abraço!

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