Marido presenteou a esposa com massagem

Ontem a noite foi um atendimento rápido, porém legal. Fui na casa de um casal. O marido deu uma massagem à esposa. Casal na faixa dos 45 anos. Seu aniversário foi no fim de semana e ele havia prometido uma surpresa. Havia tirado suas dúvidas mas não relatou tudo.

Como o preço estava correto, não vi problemas e m permitir o que ocorreu.
Fui recebido e entrei no quarto. Sua esposa estava com uma venda nos olhos e somente de calcinha, deitada de bruços na cama.
Ele deixou um óleo do agrado dela ao lado e passei em seu corpo. Durante a massagem ele pediu para deitar sobre ela e me esfregar em seu corpo.

A abracei pelas costas segurando seus seios enquanto a massageava com o corpo. Ela agia como em uma massagem tradicional, apenas sentindo e se deixando ser massageada.
Depois desse cuidado intensivo na parte traseira, ela ficou de frente. O marido pediu para continuar como antes. Tudo ainda sem tirar a calcinha.

Me esfreguei e logo vi na lingerie branca um meladinho marcado. Mostrei para ele que sorriu.
Passei o rosto e a boca em seus seios fartos e subia minhas mãos pelo seu pescoço subindo até as orelhas.
Ele pediu uma pausa e a beijou. Abriu sua bermuda e pegou a mão dela para sentir sua excitação. Queria mostrar o que ela teria quando acabasse massagem.

Parando de beija-la ele manteve o pau para fora e ficou do meu lado me olhando e segurando o pau.
Peguei e masturbei algumas vezes. Ele deu uma suspirada silenciosa e guardou o pau na bermuda.
Comecei a dar atenção à buceta da esposa. Deslizando meus dedos quase penetrando e com a outra mão lambuzando os seios com o óleo.

Ela só respirava forte, excitada. O marido, agora fora do que havia exposto na conversa antes, me surpreendeu se ajoelhando enquanto a massageava e puxou a minha cueca. Fez um sinal de silêncio para mim e chupou devagar evitando sons. Entrei no jogo e também fiquei em silêncio.

Conforme sua esposa se aproximava do clímax, excitado aumentou o ritmo, em um misto de tesão e adrenalina para terminar, com o perigo dela tirar a venda dos olhos e pegá-lo chupando uma rola.
Ela passou a gemer mais alto e ele também aumentou o ritmo. Parou um pouco e me acelerou com uma punheta para dar tempo de acabar antes dela.

Enchi sua boca de porra e mais poucos minutos depois ela gozou na minha mão.
Lavei minhas mãos e guardei o pau ainda melado porque ele não limpou tudo. Na saída apertou minha mão e agradeceu e o vi colocando um halls na boca. Ele já tinha planejado tudo e para ela não perceber o gosto na boca, manteve um halls salvador com ele.

Da mesma maneira que cheguei, sem ela saber quem era, também fui embora.

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