Meu nome é Fabio. Moreno atlético, 1,88 de altura, 86kg de muito tesão. Olhos castanhos que queimam quando olham pra uma mulher que eu quero comer.
Ela se chama Camila. Trabalha no mesmo escritório que eu, três andares abaixo. Morena, cabelos cacheados, corpo de violão, bunda que faz qualquer homem parar pra olhar. Ela é casada, eu também. Mas a gente se olha há meses. Olhares que demoram um segundo a mais. Sorrisos que escondem segredos. Conversas no corredor que poderiam ser só sobre trabalho, mas nunca são.
Nessa sexta-feira, todo mundo foi embora mais cedo. O escritório ficou vazio. Eu tava organizando uns relatórios, e ela apareceu na minha sala, batendo na porta já entrando, a saia curta, a blusa branca, os cachos soltos.
— Ainda aqui, Fabio? — perguntou, a voz baixa, o sorriso safado.
— Ainda aqui — respondi, levantando devagar. — Esperando você.
Ela fechou a porta com o pé. Girou a chave, o clique ecoando no silêncio do escritório. Deu três passos em minha direção, parou na frente da minha mesa, as pernas abertas, a saia subindo um pouco. Ela sabia o que eu tava olhando.
— Quanto tempo você tá olhando pra mim, Fabio?
— Seis meses, três semanas e dois dias — respondi.
Ela mordeu o lábio. A respiração ficou mais pesada.
— Tá na hora de parar de olhar, então.
Ela veio. Eu levantei, rodei a mesa, a peguei pela cintura e a puxei. Meu pau já tava duro, latejando na calça, a cabeça roçando no tecido. Ela sentiu, se apertou contra mim, e gemeu baixinho quando eu encostei a boca no pescoço dela.
Não teve beijo de língua primeiro. Foi direto no pescoço, mordendo, lambendo, sentindo o cheiro do perfume misturado com o suor do tesão. Ela jogou a cabeça pra trás, os cabelos caindo, os olhos fechados, e eu desci a mão pela blusa dela, apertando os peitos, os mamilos duros debaixo do sutiã.
— Você tá molhada? — perguntei, a voz rouca.
— Tô — ela respondeu, ofegante. — Tô molhada por você desde que você entrou na sala, Fabio.
Eu baixei a mão, subi a saia dela, passei os dedos por cima da calcinha. Estava encharcada. O tecido preto brilhava de mel, a buceta quente pulsando contra os meus dedos.
— Olha isso — falei, enfiando dois dedos por baixo da calcinha, sentindo a buceta aberta, babando, se contraindo no meu toque. — Essa buceta tá pedindo pra ser comida.
— Me come, Fabio. Me come aqui, agora, nessa mesa. Quero sentir você.
Eu virei ela, empurrei contra a mesa, os papéis voando, o computador quase caindo. Levantei a saia dela, puxei a calcinha com força, rasgando de tanto tesão. A buceta dela apareceu — vermelha, inchada, os lábios abertos, o mel escorrendo pela coxa.
Eu abri minha calça, tirei o pau pra fora. 22 centímetros de carne dura, latejando, a cabeça roxa, brilhando de pré-gozo. Encostei na buceta dela, esfreguei devagar, só a cabecinha entrando e saindo, molhando, provocando.
— Enfia, caralho! — ela gritou, desesperada. — Enfia esse pau gostoso na minha buceta!
Enterrei de uma vez. Fundo. Até as bolas. A buceta dela absorveu meu pau inteiro, se abrindo, se molhando, apertando cada centímetro. Ela gemeu alto, o corpo se arqueando contra a mesa, os dedos arranhando o madeira.
— Tá gostoso? — perguntei, começando a meter com força.
— Tá uma delícia! — ela gemeu, a voz rasgada. — Fode mais, Fabio! Fode essa buceta com tudo!
O som do sexo encheu a sala. Meu pau entrando e saindo da buceta molhada dela, o barulho úmido, sujo, gostoso. A mesa rangeu, os papéis caíram, os canetas rolaram. Eu metia com força, cada estocada fazendo a bunda dela balançar, os peitos dela balançando debaixo da blusa.
Eu dei um tapa na bunda dela. Forte. A pele marcou vermelho, a bunda tremeu. Ela gemeu mais alto.
— Gosta de tapa, sua puta?
— Gosto, caralho! — ela respondeu. — Me bate mais! Me fode como se eu fosse sua puta!
Mais tapas. Um, dois, três, quatro. A bunda dela ficou vermelha, quente, pulsando. Cada tapa, a buceta dela se contraía no meu pau, apertava, me puxava pra dentro.
Eu a virei de frente, levantei as pernas dela, apoiei nos meus ombros. Entrei de novo, fundo, olhando nos olhos dela. Via o tesão, a entrega, a loucura. Cada estocada, ela revirava os olhos, mordia o lábio, puxava minha camisa.
— Vou gozar! — ela anunciou, a voz trêmula. — Vou gozar no seu pau, Fabio!
— Goza, sua puta. Goza na minha porra!
A buceta dela se contraiu no meu pau, apertou com força, pulsando, espremendo, o mel quente escorrendo pelo meu pau. Ela gozou, o corpo todo sacudindo, os gemidos altos, rasgados, ecoando pelo escritório vazio. A buceta sugava meu pau como se fosse sugar a alma.
Não aguentei. Minhas bolas se contraíram, meu pau pulsou uma, duas, três vezes, e a porra jorrou quente, grossa, branca, enchendo a buceta dela, transbordando, escorrendo pelo meu pau, pingando na mesa.
Fiquei dentro dela até o pau amolecer. Só então tirei. A porra escorreu, grossa, quente, descendo pela buceta dela, escorrendo pela perna, manchando o chão do escritório.
Ela ficou ali, ofegante, as pernas ainda abertas, a buceta cheia de porra escorrendo, a blusa toda bagunçada, os cabelos desarruamdos. Ela levantou, passou a mão na buceta, recolheu a porra e lambeu os dedos, me olhando.
— Na segunda-feira, quero mais — ela disse, com um sorriso sujo.
Ajeitou a saia, puxou a calcinha, passou a mão no cabelo. Saiu andando devagar, a porra ainda escorrendo pela coxa.
Eu fiquei ali, o pau ainda mole, o cheiro da buceta dela no ar. Limpei a mesa, guardei o pau, desliguei a luz. Fui pra casa.
E na segunda-feira, o escritório nunca mais seria o mesmo.
Minha amiga do trabalho. Minha puta. A foda mais gostosa que o expediente podia dar.