Ménage à trois, ou sexo a três

Sexo a três é uma opção para variar e sair da rotina.
Quem de entre um casal não sentiu já atracção, sem qualquer envolvimento sentimental por outro homem ou mulher do seu círculo de amizade? Só precisam de abandonar os preconceitos e falsos moralismos. Previamente há que estabelecer as regras com quem e o que podem fazer e o que é de evitar. Isto para fugir de conflitos e de situações desagradáveis na presença de terceiros.


Havendo curiosidade em experimentar mas ao mesmo tempo existindo dúvidas e incertezas e porque o mundo não acaba amanhã aconselho a não ter pressa nem querer tudo logo no primeiro dia. Sugiro que comecem com pequenas brincadeiras com o parceiro e nunca partam logo para a relação sexual. Com um ou uma convidada em casa podem discuidadamente exibir um filme erótico ou mesmo porno. Já que aconteceu vejam o filme a três.
Os jogos de cartas também ajudam a desinibir. O mais clássico é o strip póquer (quem perde vai tirando peças de roupa uma a uma. A primeira fase acaba com uns mais vetidos do que outros. Quem já não tem roupa para despir começa a pagar castigos. Esses castigos devem começar por ser inocentes. Um beijinho na cara, uma festinha, uma carícia mas sempre longe dos objectivos ou pontos mais sensuais. Normalmente aí os tabús começam a ficar para trás e o ambiente fica totalmente descontraído. Outra boa ideia, se estiver calor é passar gelo pelo corpo da ou do parceiro. E no primeiro dia não passaria de aí.
Combinada uma segunda sessão já todos sabem ao que vão. Normalmente as mulheres escolhem roupas interiores mais sexy e tudo se torna mais fácil e os contactos vão aumentando. Já numa fase mais adiantada dos castigos é uma boa ideia, por exemplo, uma mulher colocar com a boca um preservativo no pau do marido ou do convidado.
Se olhando para os vosso círculo de amigos e conhecidos não encontram ninguém que imaginem a alinhar convosco contratar uma GP ou um GP pode ser uma boa solução. Ou até contratarem um casal de GPs.
Em relação aos amigos e conhecidos põe-se sempre o problema de confiar ou não confiar. De virem ou não a falar. É uma falsa questão. Quando as pessoas entram no mesmo barco há uma conivência que nunca será quebrada.

Espero com este tema contribuir para que alguns casais quebrem a rotina (doença invisível e responsável pela degradação e morte de muitos casamentos e ligações).

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