O sol da manhã entrava pela varanda, iluminando a fumaça do meu cigarro. Eu, Jorge, 23 anos, estava sem camisa, aproveitando a brisa. A casa estava quieta, meu pai viajara a trabalho. Foi quando a porta se abriu e ela entrou.
Luiza, 41 anos, minha madrasta desde a adolescência, a mulher que tomou o lugar da mãe que me abandonou. Mas naquele momento, com aquele bronzeado novo, parecia outra pessoa. O vestido leve colava no corpo malhado na academia, realçando os peitos firmes da cirurgia e a cintura fina da lipo. Ela parecia uma fruta madura, proibida e absurdamente gostosa.