Minha esposa nua na praia o dia inteiro

Em uma de nossas férias, fomos para a casa de praia de um amigo antigo, que insistiu muito para que fôssemos, já que não curtimos muito o agito de várias pessoas no mesmo lugar. Embora sejamos um casal liberal, preferimos ficar a sós em nossa casa. Mas ele disse que fazia questão, que seria legal colocar as conversas em dia depois de um ano de muito trabalho, e acabamos aceitando. Seríamos dois casais e mais um outro amigo, o Milton, que havia se separado recentemente e andava meio deprimido. Talvez ele se animasse, afinal iríamos descansar, beber, ouvir música, jogar cartas ou algum outro jogo.

Aumento Peniano

Minha esposa e a atual namorada do Walter ( esse nosso amigo) são diferentes. Claudia tem cabelos pretos e olhos verdes, e a Irene é loira de olhos azuis. Ambas têm corpos esculturais, embora os peitos da Irene sejam maiores, e a bunda da Cláudia, mais redonda e chamativa, sempre atrai a atenção, principalmente na praia, onde os homens torcem os pescoços para ficar olhando. As duas se depilavam por inteiro e usavam biquinis minúsculos, tipo fio dental.

A casa era grande , três quartos, piscina, e uma bela sala de estar, com sofá grande, mesa de bilhar, e um barzinho totalmente abastecido.
Naquela noite, estávamos bebendo e conversando. Os homens só de bermudas, estava fazendo calor. As mulheres, com seus biquinis minúsculos, mas com saídas de praia por cima. Ficamos conversando sobre vários assuntos, e não sei como, começou uma discussão sobre a previsão do tempo. O céu estava nublado, e parecia que ia chover. Mas a Irene insistia que ia fazer sol. Claudia é teimosa, e ficou questionando, disse que a previsão era de chuva. A Irene disse então que, se chovesse, ela ia tomar banho de chuva pelada, já que a casa tinha um quintal atrás com uma boa privacidade.

-Eba! A gente falou, eu e nosso amigo, quase ao mesmo tempo. Walter ficou meio enciumado. Já a Claudia disse:
– Ah é, eu tenho certeza que vai chover, tanto que, se eu estiver errada, eu fico pelada tomando sol o dia inteiro!
Aí foram os dois que disseram “Eba”! Eu não me incomodei, porque já tínhamos ido várias vezes a praias de naturismo, ela ficar pelada não tinha tanto problema.
Fomos olhar a previsão do tempo, e um site dizia uma coisa, o outro dava uma previsão diferente. Mas o céu estava para chuva mesmo, de onde olhávamos.
O tempo foi passando, e nada de chover nem de clarear o tempo.

– Se ficar nublado, aí não acontece nada? Perguntou o Milton, nosso amigo, que é um negão musculoso.
– Aí nada, elas riram.
Lá por perto da meia noite, cansamos de esperar e fomos dormir. As horas passaram.
Estava todo mundo ainda dormindo, quando a Irene veio entrando no nosso quarto e acordando a gente :

– Olha pela janela, saiu o Sol! Pela aposta, você tem que tirar toda a roupa, Claudia! Pode ir ficando peladinha!
Era verdade, o céu estava limpo e o Sol brilhava, poucas nuvens clarinhas no céu. Prometia ser um dia claro e ensolarado.
Acho que a Claudia não tinha pensado que ia ter que realmente cumprir o que tinha prometido. Levantamos, lavamos o rosto, escovamos os dentes e fomos para a sala, eu de bermuda e ela de biquini.
Todo mundo ficou olhando, ela parecia que não queria mas não tinha como fugir depois de ter sido tão enfática. Mas aí, todos insistiram:

– Prometeu tem que cumprir! Tira! Tira!
Com as mãos meio tremendo, e relutando, Claudia soltou a parte de cima do biquini e tirou devagar, mas segurando os seios com as mãos.
– Epa, ainda falta a parte de baixo! Disse Milton com um sorriso sacana, ela ficou com o rosto todo vermelho, mas sorriu, envergonhada.
Ela já estava com um fio dental minúsculo, já era quase como se estivesse sem nada, então foi abaixando a calcinha até tirar por completo. Mas com um braço cobriu os seios, com a mão cobriu a xoxota.

– Isso não vale, não adianta você dizer que vai ficar pelada o dia inteiro e ficar se cobrindo com a mão! Eu ia tirar tudo sem problema e ficar pelada numa boa, disse a Irene. ( Mas isso a gente não ficou sabendo, ela podia estar blefando).
Contrariada, Claudia soltou as mãos, , revelando a bucetinha completamente depilada e os seios perfeitos para todos verem.

– Uhuu, toda depilada! Comentou o Walter. Ela havia depilado tudo no Salão de Beleza antes da gente vir para a praia. Irene deu uma olhada, enciumada, mas a ideia tinha sido dela, então ficou quieta. Mas dava para ver que a Claudia era uma verdadeira deusa grega nua.
Tomamos o café da manhã sem maiores problemas, exceto as piadinhas com minha esposa pelada enquanto os outros estavam vestidos. E os olhares dos homens no corpo nu dela eram constantes. Deu para notar que os cacetes dos três estavam em riste…

Fomos para a piscina, e Irene, que podia ser solidária e ficar pelada também, não quis e ficou de biquini.
– Se chovesse eu ficaria pelada, mas com esse sol quero uma marquinha. O Walter gosta que eu tenha marquinha, né amor?
– É sim, querida.
Claudia, depois do choque inicial, foi relaxando. Já fomos várias vezes a praias naturistas, ficarmos nus com outras pessoas olhando não era novidade. Então, deitou sobre uma toalha de praia e ficou se bronzeando. Notei que o Milton volta e meia alisava seu cacete, mas procurava se controlar.

Na hora do almoço, Claudia falou:
– É muito estranho estar à mesa pelada cercada de pessoas vestidas.
Não falamos nada, e continuamos comendo, mas eu percebi que Walter e Mílton estavam olhando mais e mais para ela, e de vez em quando ela abria as pernas , deixando aà mostra a bucetinha para eles . Irene fez de conta que não viu nada.
Depois do almoço, todo mundo queria ir para a praia, fizemos uns sanduíches opara mais tarde, e pegamos bastante cerveja. Claudia fez menção de pegar seu biquini, mas ninguém aceitou. “Gente, eu vou ser presa”, ela reclamou, então o Walter disse

que perto dali existia uma praia quase deserta, onde ninguém reclamava se alguém ficasse nu. Mesmo assim, ela teria que ir completamente pelada até o carro, e alguém poderia ver. Porém o combinado era ficar o dia todo nua, e ela terminou sentada no banco de trás, entre a Irene e o Milton, os dois bem colados no corpo nu de minha esposa, assim seria mais difícil alguém de fora ver. Mas isso facilitou algumas passadas de mão, principalmente do Milton, que alisava as coxas lisas de Claudia, disfarçadamente.

A gente viajou por uma meia hora, minha esposa ficou morrendo de medo de que alguém a visse através dos vidros do carro, mesmo com a película. Mas chegamos na praia sem problemas. Na hora de sair do carro, ela ficou apavorada, porém se acalmou quando viu que a praia estava deserta naquela hora.
Estendemos as toalhas na areia, colocamos um guarda-sol e começamos a passar bronzeador. Sentada na toalha, ela tentou fechar as pernas o melhor possível, ficou com os joelhos dobrados e as pernas juntas, mas mesmo nessa posição ela ficava meio desconfortável.

– Mas não tem ninguém na praia! Eu falei.
Ela então pediu para eu passar bronzeador nas costas dela, e depois deitou de bruços na toalha para curtir o sol.
Depois de umas cervejas, ela foi relaxando. Bebemos, conversamos, sempre com os olhares gulosos do Walter e do Milton, que estavam com os calções pontudos. Depois de um tempo, acabamos cochilando.

Quando eu acordei, ouvi vozes e me virei, estavam vindo pela beira da praia dois rapazes e uma garota. Olhei minha esposa, não só ela estava completamente nua, como com a bunda para cima na frente de desconhecidos. Quando ela os viu chegando, ficou imediatamente vermelha. Então a Irene falou:
– Essa é a Claudia, ela é nudista, por isso está sem biquíni.
Os três pareceram não se importar muito com a nudez de Claudia, mas os cacetes duros dos homens diziam o contrário.

Um dos rapazes começou a conversar comigo e com Claudia, o outro foi falar com Irene, e a garota com o Walter. Vimos que estavam sem mochila, e oferecemos uns sanduíches e bebidas, que aceitaram imediatamente. Claudia pensou em se cobrir, mas isso ia chamar ainda mais a atenção e por isso conversou com o rapaz normalmente, mesmo estando com as pernas abertas e a bunda nua exposta. Eles eram legais, mas a Irene começou a discutir com o Walter por estar conversando com a garota, que pelo jeito gostava de homens mais velhos. Milton estava quieto, olhando para a bunda de Claudia. Irene resolveu revidar e passou a flertar com um dos rapazes, de vez em quando passava a mão no braço e na perna dele . Ela namorava o Walter há pouco tempo, então não sei como andava o relacionamento deles.

Talvez para provocar, Claudia resolveu ir para a água nadar. Ela caminhou sensualmente, sabendo que todos deviam estar olhando para a sua bunda pelada. Ela entrou na água e foi caminhando até estar com o corpo coberto. Ela nadou um pouco e, logo em seguida, vi um dos rapazes se aproximando dela, ela tentou fugir dele, mas ele chegou mais perto e tentou beijá-la, ela se soltou , ele então a agarrou e começou a acariciá-la dentro d’agua, depois ela disse que sentiu o pau duro dele contra o seu corpo.

Pensei em ir até lá, mas Walter já havia se adiantado e se interpôs entre os dois. Ele a puxou de volta para a praia, eles já estava bem longe no mar. O surfista se afastou, e Claudia se apoiou em Walter. Ela deu um beijo em seu rosto, agradecendo. Ele então a puxou contra o corpo dele e a beijou na boca, sendo correspondido, e ele passou a acariciar os seios dela e a bucetinha. Ela colocou o pau dele para fora, apertando, e ele a puxou mais contra ele. Obviamente, estavam provocando a Irene, que olhava furiosa para os dois.

Eles então saíram da água e voltaram caminhando pela praia, chegando de volta ao nosso grupo.
Irene agora estava de topless tomando sol, cara amarrada, e Walter bebendo cerveja e olhando para nós. Olhei para ele e fiz um sinal de “tudo bem”, afinal já tínhamos feito umas festinhas antes dele namorar a atual.
Irene estava muito zangada. Resolveu ficar pelada também, tirando a parte de baixo do biquini, o que arrancou elogios dos rapazes. Para completar, passou a conversar apenas com eles, deixando o Walter de lado. Então, ficamos eu, Claudia, Walter e Milton conversando.

Passado um tempo, os três resolveram ir embora. Só quando estavam bem afastados, que percebemos que Irene havia ido com eles, pelada e com o biquini e a bolsa na mão.
– Já vai tarde, disse o Walter, que, embora meio zangado, provavelmente viu a oportunidade de transar com a Claudia, que já havia sinalizado que toparia.
Pensamos em voltar para casa, o sol já ia se por, mas Walter falou de um bar ali perto, um lugarzinho bem escondido que só o pessoal da área frequentava. Tudo mundo gostou da ideia, afinal as cervejas que levamos estavam acabando, mas olhei para Claudia, ela estava preocupada, pois estava completamente nua.
– Não se preocupe, Claudia , tenho uma coisa no carro que não vai estragar a aposta.
Ele foi até o carro e trouxe uma saída de banho de renda transparente . Claudia olhou para nós com cara de: Vocês estão me sacaneando…
– Se você quiser, voltamos para casa, falei.
– Não, tudo bem, aposta é aposta…
Ela enrolou o tecido fino no corpo dela e o amarrou na altura dos seios. Não só o corpo estava completamente visível, como com o movimento havia a chance daquilo soltar e cair.
O trajeto era bem curto, logo chegamos ao bar. O dono era um cara barbudo, meio hippie, o bar estava vazio naquele momento. Estava escurecendo, logo seria noite.
Ficamos bebendo e comendo uns petiscos, contando piadas, Claudia foi ficando mais animada, Walter e Milton se assanhavam, passavam a mão nela, tocavam com os pés nela por baixo da mesa, e ela ria, com cara de safada. Lá fora, o céu estava estrelado.
De repente, o dono do lugar colocou um Rock para tocar. Ele então convidou Claudia para dançar com ele . Ela olhou para mim, relutante, assenti com a cabeça, e ela foi.
O velho hippie dançava bem, e aproveitava para dar umas bolinadas nela durante a dança. O clima no bar era de tensão sexual. Resolvi dançar também, mas antes de eu me levantar, Milton pediu para dançar com Claudia, e ela aceitou. Resolvi deixar, para ver o que iria rolar. Agora tocava um Rock lento, e Milton aproveitou para passar a mão nos seios e na bunda de minha esposa, na frente de todos. Nesse ponto, o tesão havia tomado conta dos corpos deles.
Milton também dançava muito bem, ela foi sendo guiada em passos cada vez mais complexos até que ele a rodou e a saída de praia soltou, caindo ao chão. Claudia agora estava totalmente nua, exibindo o corpo para todos verem, mas eles continuaram dançando até que a música terminou.
Ela estava toda suada, completamente pelada no meio de um bar na praia. Walter aproveitou e a tirou para dançar também, aproveitando o clima, esfregando seu cacete nela e apertando sua bunda. Ele a beijou na boca e foi correspondido, ela puxou o cacete dele para fora da bermuda e ergueu um pouco a perna, permitindo que ele a penetrasse, o tesão era tão grande que ela estremeceu e teve um orgasmo ali mesmo, na frente de todos. A música parou. Todos ficaram em silêncio, acho que todos estavam conscientes do que tinha acontecido, até que o silêncio foi quebrado com o Hippie aplaudindo, no que foi seguido por nós. Cheguei perto de minha esposa e falei que talvez fosse melhor a gente ir , pois depois do que tinha acontecido as únicas opções eram ir embora ou iniciar uma suruba.
Claudia olhou para mim, e, sem dizer nada me agarrou e logo pegou no meu cacete enquanto me beijava. A seguir, esticou o braço, puxou para perto e beijou o Walter. Estávamos todos morrendo de tesão, pelo canto do olho eu vejo o Milton alisando seu cacete negro enorme e pulsante.
Nisso, tocou o telefone do Walter. Era Irene, que ligou dizendo que iria ficar com os surfistas, no outro dia iria buscar o resto de suas coisas.

Milton, o negão, se aproximou e agarrou Claudia, passando a beijá-la por todos os lugares possíveis do corpo, ela gemia de prazer. Ele mamou os seios dela com força, abaixou a cabeça, fez com que ela erguesse uma das pernas sobre seu ombro e começou a lamber a xoxota dela. Em pouco tempo ela começou a gozar feito louca e a gritar sem parar. Ela teve orgasmos consecutivos, e eu e Walter tivemos que segurá-la para que não caísse.
Parcialmente recuperada do gozo, ela fez sinal para o Hippie se aproximar. Minha esposa então soltou o cinto da calça dele e a deixou cair, ela tomou um susto ao ver a piroca branca do cara, parecia uma cobra branca.
Sem perder tempo, Claudia pegou a piroca do Hippie e começou a lamber em volta da glande que era enorme, e o pau dele começou a crescer e não parava mais. A benga ficou tão grande que a minha esposa não estava conseguindo engolir a cabeçona .
A esta altura, Walter e Milton estavam fazendo uma meia roda em volta de minha esposa. Todos então tiraram a roupa e ficaram pelados, como ela.
Claudia não parava de chupar intercalando aquelas picas, a minha também. Eram 4 rolas passeando pela boquinha dela. .
Então, Walter e Milton pegaram Claudia e a puseram deitada na mesa, e começaram a chupá-la no corpo inteiro, desde os pés até as orelhas, demorando bastante em cada parte.
Desta vez, foi o Walter que chupou a bucetinha dela até gozar, ela tremia inteira com os pezinhos apoiados nos ombros dele, enquanto Milton e o Hippie chupavam os seios, e eu beijava a boca. Minha esposa gozou várias vezes, vezes e começou a pedir para ser penetrada.
– Vem, vem , eu quero um cacete bem duro e quentinho!
Então, Milton deitou-se de costas na mesa, e eu, que já previa alguma coisa com ela pelada o dia inteiro, havia trazido um gel lubrificante e passei a lubrificar o cuzinho de Claudia, que deitou sobre o no cacete duro do negão, encostando os peitos no tórax dele. O membro dele entrou com facilidade apesar do tamanho, e Walter lubrificou seu cacete e foi empurrando devagar no cuzinho de Claudia que gemeu e estremeceu inteira. Começaram a movimentar os cacetes na dupla penetração, e o Hippie ficou acariciando e lambendo o corpo dela, enquanto eu a beijava na boca.
Claudia cavalgava freneticamente nas 2 pirocas, até que gozou violentamente, mordendo o ombro de Milton, que nem sentiu e continuou bombando. Ela teve orgasmos múltiplos, e Walter não aguentou e gozou no cuzinho dela, ficando com o cacete mole. Mas Claudia ainda estava tarada, e o Hippie aproveitou para penetrar o cu dela com aquela cobra branca, fazendo-a urrar e tremer inteira. Ela estava tendo um orgasmo em seguida do outro. Desta vez, foi o Milton que não aguentou e gozou com um urro.
– Mais! Quero mais! Vem!
Então, tomei o lugar do negão, Claudia deitou sobre mim, e fizemos a DP , agora comigo na bucetinha e o Hippie no cuzinho dela. Mais um tempo, e o Hippie esporrou dentro do rabinho de minha esposa.
Enfim, após gozar até não aguentar mais, Claudia caiu, desfalecida sobre mim. Levantamos cuidadosamente e a deixamos dormindo em cima da mesa. O Hippie, animado, ficou lambendo cada centímetro do corpo dela, enquanto o Walter lambia os pezinhos, um fetiche dele.
Após uma meia hora, ela se levantou devagar, exausta. Estava totalmente suada, o corpo perfeito brilhando na noite. O dono do bar nos levou até o seu banheiro particular, bem limpo, todos tomamos banho. Quando íamos nos vestir, Claudia reclamou:
– Esperem aí, agora todo mundo tem que ficar pelado! Eu passei o dia inteiro nua, por que vocês têm que se vestir?
Um cheiro forte de sexo ainda pairava no bar. Resolvemos continuar pelados, para alegria do Hippie. Continuamos bebendo e conversando mais um tempo, até que algumas pessoas começaram a aparecer ao longe, vindo em direção ao bar. O Hippie colocou uma bermuda rapidamente, mas disse que poderíamos continuar nus, se quiséssemos. Resolvemos ir embora. Claudia se despediu com um beijo na boca do homem.
Saímos pelados mesmo, as pessoas que chegavam olharam, mas ninguém reclamou. Fomos para o carro, e voltamos para casa. O resto das férias prometia…

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *