O casal que quiser uma experiência semelhante, só precisam me mandar um mensagem…espero que gostem.
Ela entrou no ônibus e sentou ao lado dele. Trocaram olhares, sorrisos. Começaram a conversar sobre banalidades, mas a química era elétrica. Quando ele sugeriu um café, ela aceitou sem hesitar.
No motel, a urgência era tanta que esqueceram a camisinha. Ele a deitou na cama e deslizou a boca entre suas pernas. Ela gemeu, agarrou seus cabelos, veio uma, duas, três vezes. Quando ele ejaculou na boca dela, ela sentiu o gosto quente e salgado, se lambuzou, engoliu tudo, deliciada.
Ainda insaciável, ela sussurrou: “Quero você atrás.” Ele era enorme, mas ela queria sentir. Ele a virou de quatro, lubrificou com cuspe e entrou devagar. A dor deu lugar a um prazer profundo, avassalador. Transaram a tarde inteira, ela pedindo mais, gozando em ondas.
Quando ele finalmente saiu, ela sentiu o corpo aberto, dilatada. Por dias, cada passo lembrava aquele encontro, a descoberta de um prazer que nunca imaginara.
Naquela noite, quando o marido a procurou, ela ainda estava entregue às lembranças. Ele a virou de lado, acariciou suas costas e, ao tocar seu ânus, percebeu que estava mais relaxado que o usual. “Você está diferente”, murmurou, curioso. Ela apenas sorriu, sentindo o calor do segredo entre as pernas, enquanto ele a penetrava suavemente, sem imaginar que aquele alargamento tinha nome, hora e um estranho do ônibus.
O marido ficou encucado. A esposa estava estranha: sempre arranjava um motivo para ir ao centro, voltava com um brilho nos olhos que ele não sabia nomear. Na cama, a diferença era evidente. Ela já não sentia desconforto nenhum nas penetrações iniciais — seu ânus cedia fácil, macio, como se recebesse aquilo todos os dias. Quando ele a virava de quatro, a visão era outra: mais aberta, mais úmida, mais pronta. Ele sentia o aperto familiar se perder, substituído por uma elasticidade que não era dele. Ela gemia mais alto, mas os olhos pareciam distantes, como se revivessem outro corpo, outro ritmo, outro homem.
O marido a encarou por um longo minuto, o rosto contraído entre a humilhação e uma excitação que ele mesmo não compreendia. Ela sustentou o olhar, sem culpa, apenas posse do próprio prazer.
“Fui fraca”, disse ela, a voz calma. “Descobri os prazeres do sexo anal. E não adianta você tentar substituir o macho que me ensinou. Você não tem a presença nem a virilidade que eu precisei.”
Ele abaixou a cabeça, respirou fundo. Quando ergueu os olhos, havia algo novo neles — uma submissão inquieta, uma curiosidade vergonhosa.
“Um dia”, ele perguntou, a voz rouca, “você deixaria eu presenciar essa intimidade? Ver você com ele?”
Ela sentiu o poder escorrer pelas veias, doce e quente. Um sorriso lento brotou em seus lábios. “Talvez. Se você souber seu lugar e não atrapalhar.”
O silêncio que se seguiu foi mais erótico que qualquer toque. O marido engoliu seco, e ela soube que, a partir daquele momento, as regras haviam mudado para sempre.
O dia chegou. Ele sentou na poltrona do motel, mãos suadas, coração disparado. Quando o amante entrou, o marido engoliu seco: o pau era incomparável, grosso e longo como ele jamais vira. A esposa ajoelhou sem hesitar, abocanhou aquilo com voracidade, olhando para o marido enquanto chupava. Quando o homem gozou, ela engoliu tudo, a porra escorrendo pelo queixo, sem se importar com a plateia.
Mas foi no anal que ele não se conteve. Viu a esposinha de quatro, sendo arrombada, o pau enorme entrando e saindo, ela gemendo e olhando para ele. O marido se masturbou, gozou de forma patética em segundos — era visível a diferença de virilidade.
Após o amante se vestir e sair, ela pegou o lubrificante, estendeu ao marido e disse, com a voz ainda rouca: “Agora você me prepara de novo. Quero sentir você também.”
Ele obedeceu, os dedos trêmulos, sabendo que nunca mais seria o mesmo.