A Sogra que todo genro quer ter

Me chamo Íris, Sou viúva há 6 anos. A única coisa que me restou foi Pamela, minha filha.
Pamela estava grávida e pediu pra eu ir morar na casa dela em Florianópolis.
Ela vivia com Fábio e minha neta recém-nascida, Flávia.

Fábio é um bom moço, dono de um restaurante, sempre proporcionou uma vida boa para a Pamela.
Porém, nas primeiras semanas na casa deles, notei diferenças entre eu e minha filha: Pamela era fria, vivia negando atenção pro Fábio. O coitado mal podia tocá-la – ela sempre o reprimia. No começo, achei que fosse por causa da minha presença…

**Mas com o tempo** percebi que ela não tinha **”puchado” a mim**, e sim **seu pai** – homem bruto, de poucas palavras. O sexo sempre foi uma mesmice.

Após alguns meses na casa deles, minha filha já havia se recuperado e se preparava pra voltar ao trabalho. Ela era psicóloga renomada, vivia viajando para ações de marketing em empresas de saúde. A próxima viagem seria pra Amazônia, onde ficaria 30 dias atendendo aldeias indígenas.

Eu já estava me acostumando com eles, apesar do clima estranho entre o casal, quando Fábio me surpreendeu com uma proposta:
— Dona Íris, gostaria que, mesmo após a Pamela voltar às atividades normais, a senhora continuasse cuidando da Flavinha. Eu me acostumei com você e não gostaria de procurar uma baba. Ando ocupado com o restaurante, mas é claro que pagaria um salário.

— Pamela anda cansada. Acho que ela precisa dessa viagem.

**Prontamente aceitei o convite.**

Os dias se passaram, e cada vez mais eu ficava próxima do Fábio. Certa noite, ele chegou com sushi e vinho. Ficamos até tarde jogando papo fora – eu já estava meio altinha do vinho –, quando ele me perguntou:
— Por que você é tão diferente da Pamela? Faz um bom tempo que me sinto carente…

— Fabio, meu querido, acho que as pessoas mudam ou se transformam, sabe? Não sabia que vocês estavam com problemas no casamento. Você é um bom homem… Espero que minha filha enxergue isso. Agora vá descansar. Boa noite, garoto.

Fui pro meu quarto, enquanto Fábio pegou Flávia e a levou pro berço.

**Todos os dias** jantávamos juntos e trocávamos confidências. Certa noite, assistíamos ao *Linha Direta* no sofá – algo que sempre me deixava com medo. As luzes estavam apagadas, e o caso era pesado. Quanto mais tenso ficava o relato do crime, mais eu me aproximava do Fábio. Já havíamos bebido algumas cervejas…

**De repente**, senti seu braço envolto da minha cintura, me puxando pra perto:
— Vem cá, Dona Íris. Deixa que essa noite eu te protejo.

Me aconcheguei em seus braços e deixei que ele cuidasse de mim.
Logo senti suas mãos deslizando sobre minha buceta. Não demorou muito pra ela começar a esquentar – minha boca já estava molhada quando ele me puxou mais perto e me beijou.

**Após** algumas **tricotadas** de carícias e beijos de língua no pescoço, protestei:
— Menino, isso é muito errado! Não podíamos…

**Mas minha mão já alisava** seu membro pulsante dentro da cueca.
Ele sussurrou rouco:
— Dona Íris, não vou te obrigar… mas também não vou te negar nada. Não consigo te tirar da minha cabeça.

**Essas palavras me deram coragem.** Tirei seu membro pra fora e comecei a beijá-lo, fazendo movimentos circulares na cabeça do cogumelo. Não demorou pra ouvir seus gemidos:
— Isso tá muito gostoso… Você é maravilhosa. Não fazia ideia do mulherão que tinha em casa!

**Não perdi tempo.** Tirei minha calça, e antes que eu pudesse reagir, Fábio arrancou minha calcinha e caiu de boca na minha preciosa. Chupava meu clitóris com precisão, enfiando dois dedos em mim.
— Que loucura! Isso não devia estar acontecendo… – murmurei, já sem controle.

— Você pode parar quando quiser – ele respondeu, mas **eu não conseguia**.

**Me posicionei de quatro** e gritei:
— Mete logo, seu safado! Se minha filha não faz o papel dela, faço questão de cumprir por ela! Soca essa rola em mim, seu puto!

Fábio não pestanejou. Passou a rola na minha boceta e, quando me dei conta, já estava gritando como uma puta depravada:
— Soca gostoso, seu safado! Mete na tua sogra!

— Não goza ainda! Quero sentir o gosto da minha buceta no seu pau! – ordenei, empurrando-o pra trás. Comecei a chupá-lo avidamente, lambendo meu próprio líquido.

**Que sensação maravilhosa.** Sempre sonhei em ser sodomizada, mas meu marido era puritano. Agora, isso estava sendo realizado por quem **não devia**.

Fábio se empolgou. Começou a chupar minha buceta, intercalando com meu cu. Tomei um choque – não esperava –, mas logo me acostumei.
— Isso, safado Chupa meu rabinho… Cachorro,– hoje você será minha vítima – ele disse, mesclando brutalidade e ternura.

**Não demorou** pra sentir a **cabeça** do seu pau estourando minhas pregas. Ardeu no começo, mas logo entrei no ritmo:
— Isso, cachorro! Soca no meu rabo, seu puto! –Você gosta de dar por trás, né? Rebola pra mim, piranha!

**Já estava toda exaurida**, havia gozado várias vezes, mas Fábio mantinha o mesmo ímpeto. Não sei quanto tempo passou – o cheiro do sexo enchia a sala, e ainda bem que Flávia não acordou.

— Goza no meu rabo, gostoso! Faz o que quiser comigo… Acaba com isso antes que eu perca a sanidade! – supliquei.

Ele acelerou as estocadas e, finalmente, jorrou seu leite quente dentro de mim. Caiu exausto sobre meu corpo, e assim amanhecemos.

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