O Marido não cuida, mas tem quem cuida… e come

Me chamo Erika, tenho 38 anos.

Não me considero bonita, e isso não é falsa modéstia, ou algo do gênero, é a verdade pura, pois para a vida que levo hoje, casa, trabalho e filhos, a gente se manter bonita custa grana, e grana e algo que não falta, mas que não sobra tbm, tudo bem regrado.

Tenho dois filhos, estou casada a 11 anos, e trabalho numa empresa familiar.

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O Sobrinho do meu Marido

Eu e meu marido somos casados a mais de 30 anos e já tive muitas fodas, com vários homens diferente… A maioria com meu marido junto, mais também já botei chifre nele sozinha. Tenho que confessar que a foda mais surpreendente foi com um sobrinho do meu marido chamado Alex que morava com sua mãe, no mesmo terreno que a gente, eu com 35 anos e ele era novinho na época, acho que uns 19 anos apenas. Eu gostava de usar roupas bem curtas no quintal da casa e notei que ele ficava me tarando e dava para perceber até seu pau bem duro dentro das calças.

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Meu cunhado enfiou o cacete em mim

Tudo começou quando minha irmã comentou que se mudariam para a cidade onde eu morava, primeiramente viria meu cunhado Xavier, porque assim ele procuraria um local onde morar apartamento ou casa e somente depois que estivesse tudo resolvido mandaria buscar minha irmã e os filhos. Minha irmã tem um bom emprego, mas por razões do trabalho do marido, que foi transferido, estava tentando também ser transferida para a unidade daqui, mas nesse momento, isso era inviável e assim teria que aguardar ainda algum tempo. Enquanto meu cunhado não conseguisse alugar ou comprar seu próprio lugar, combinamos que ele ficaria conosco.

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Transando com Seis Pedreiros

Olá, primeiramente irei me apresentar. Me chamo Andressa, tenho 23 anos, sou bem branquinha, cabelos pretos compridos, olhos castanhos claros, seios médios e durinhos, bunda média e empinadinha, pernas bem torneadas, como dizem sou a famosa gostosinha mesmo.

Fui criada como uma verdadeira Patricinha, sempre tive de tudo e sempre mimada por meus pais, porém nunca me importei com status e mesmo sendo Patricinha, desenvolvi uma tara estranha de me envolver com homens que não eram da minha classe social e que na maioria não eram bonitos, o que sempre me deu tesão foram homens brutos e safados. Pois bem, trabalho em um escritório de advocacia como estagiaria enquanto ainda não me formo. Sempre vou trabalhar bem arrumadinha, de salto, saias, roupas que valorizam bem meu corpo mesmo não sendo essa minha intenção.

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Ele queria anal com o macho dotado

Sou a Mallu, casada há dezenove anos, sem filhos. Com Moacir, meu marido, adotamos a vida licenciosa, sem no entanto exagerar. Algumas poucas aventuras bastaram para apimentar nossa vida sexual. Tenho uma amiga do tempo do colégio, a Nice que foi fundamental para nos liberarmos. Ela seduziu meu marido e eu transei com Flávio, o marido dela. Foi nosso primeiro swing.

Isso aconteceu há alguns anos. Depois eles mudaram para Brasília. No começo a gente até trocava e-mails e não sei quando, paramos de nos corresponder. Eles com a vida deles e nós com a nossa, tendo a distância no meio. Recentemente, eles voltaram para cá. Levei um susto quando apareceram em casa, sem mais nem menos. A Nice é loira, seios volumosos, magra, coxas roliças e pernas bem torneadas. Graças ao botox e outros procedimentos, está até mais jovem.

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Fazendo meu marido comer minha amiga

Meu apelido é Mallu. Sou uma coroa, com 1,72m, cheinha, cabelos escuros e lisos. Tenho o bumbum exaltado e cobiçado. O rostinho é sucesso nas redes sociais. Não tive filhos. Talvez por isso os seios são firmes com biquinhos rosados. Dizem que tenho a xaninha apertada, mesmo quando toda melada.
Sou casada com Moacir. Mais de década e meia de amor recíproco. Hoje ele é meu amante predileto. Mas não foi sempre assim. Até uns anos atrás, ele era bem quadrado em matéria de sexo. Eu uma esposinha fiel e insatisfeita.

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Foda deliciosa no trabalho

Hoje vou compartilhar com vocês um pouco das minhas aventuras no meu trabalho, me chamo Humberto tenho 1,80 de altura, 80kg físico bom pois faço academia, loiro, 21cm de pau, tenho 32 anos e sou enfermeiro no hospital da minha cidade e devo dizer que o que falam que rola de putaria nos hospitais é verdade, homem pegando mulher, mulher pegando mulher, homem pegando homem, de todo jeito que imaginar acontece, mas como tudo acontece as escondidas do público atendido, os pacientes no caso não percebem até porque o atendimento tem que ser o melhor possível pois não se brinca com a vida das pessoas, isso tem que ser sério, mas lá longe do atendimento direto a história é outra.

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Casada Sem Limites… O Melhor Natal…

Boa noite a todos, feliz natal… Nada melhor que relembrar nossas boas aventuras… Na série casada sem limites vou contar cinco ou seis aventuras minhas… As fotos são reais e as histórias também… Bem meu nome é Camila e sou ruiva bem cavala e com sardas… Hoje tenho 31 anos e aconteceu no natal passado, eu ainda tinha 30 anos… Sou branca como leite e tenho 1,72 m e meus 54 kg, e tenho jeito sensual, sei seduzir… Não sei se felizmente ou não, me casei com um rico empresário, o Artur esse também esportista e dez anos mais velho que eu… Ele tem dois filhos e minha

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A coroa de 52 anos do Tinder

Olá. Meu nome e Jr. Sou negro 1.71m. 78kg.
Porte Atlético, e bem estiloso.
Como eu só trabalho e quase não saio, e a vontade de fazer amor nunca passa, decidi instalar o Tinder pra ver se acontecia alguma coisa. Depois de vários match, mas sem acontecer nenhum encontro, uma mulher me curtiu.
Começamos a conversar normalmente, bastante. Até q um dia combinamos de se conhecer pessoalmente.

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Um Gang Bang inesperada

Um gang-bang inesperada Estávamos eu e Tânia, minha esposa, em uma praia paradisíaca no sul da Bahia onde fomos passar o fim de semana. Ela é uma belíssima morena (mulherão, segundo seus outros admiradores), 32 anos, mas com corpo de 20, toda proporcional, seios fartos e firmes, bunda perfeita, pernas roliças, irradiando alegria e usava um minúsculo biquíni que realçava mais ainda sua beleza, e provocava torcicolos nos homens ao passar se rebolando toda. Caminhamos um bom pedaço até chegarmos a uma muralha de pedras que invadia o mar. Propus a ela que passássemos as pedras pois com certeza não haveria ninguém do outro lado e

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