Corrompendo a inocente novinha da faculdade

Eu nunca compartilhei isso com ninguém. Aconteceu há bastante tempo, quando eu ainda estava na faculdade.

Eu já trabalhava em uma empresa grande de tecnologia aqui da cidade fazia alguns anos. Acho que foi uma mistura de sorte, competência e estar no lugar certo na hora certa. Comecei cedo, quando a empresa ainda era bem menor, e ela cresceu muito rápido. Acabei crescendo junto.

O problema é que eu nunca consegui conciliar direito o trabalho com a faculdade. Mesmo estando em uma boa federal, eu fui deixando algumas matérias para trás e, quando percebi, minha grade estava toda torta. Tinha matéria do segundo período, outra do quarto, outra do sexto. Eu ia pegando o que conseguia encaixar no horário e empurrando o resto.

Na época eu namorava uma garota que morava em uma cidade a umas duas horas de distância. A gente se via praticamente todo fim de semana, então minha rotina durante a semana era uma merda. Trabalhava pra caralho durante o dia, à noite ia para a faculdade e, na sexta-feira, depois da aula, ainda pegava duas horas de estrada para vê-la.

Eu tinha 25 anos e aquela turma era praticamente toda de primeiro ano. A média devia estar em uns 19 anos. Eu costumava sentar na primeira cadeira, assistia metade da aula, fazia o que precisava, esperava a chamada e ia embora. Não tinha muito interesse em fazer amizade ou ficar conversando depois da aula, os amigos que tinham feito na turma já tinham se formado, só queria me formar logo.

Em uma dessas matérias, o professor passou um trabalho em dupla. Eu não conhecia ninguém da turma, então acabei fazendo com uma garota que tinha sobrado. Pelo que entendi, ela tinha sido transferida recentemente ou qualquer coisa assim e também não conhecia muita gente.

Vamos chamar ela de Maria.
Ela era meio perdida com a matéria. Bem burrinha, na verdade. Não entendia muita coisa do que o professor estava explicando e ficava me perguntando coisas que eu achava bem básicas. Como eu estava com pressa, simplesmente fiz praticamente todo o trabalho sozinho. Terminei rápido, entreguei e fui embora.

Na semana seguinte, reparei que ela tinha mudado de lugar e estava sentando atrás de mim. Cumprimentei quando cheguei e não dei muita importância. Continuei fazendo o que sempre fazia, prestando atenção no que precisava, mexendo no celular quando dava e esperando a hora de ir embora.

No intervalo, eu fiquei na sala porque precisava resolver alguns b.o. da empresa pelo celular. Ela também ficou. Depois de alguns minutos, começou a puxar assunto. Conversamos um pouco sobre a matéria, sobre a faculdade e coisas desse tipo, até que ela pediu meu Instagram. Peguei o celular e passei meu perfil. Ela abriu na hora e começou a olhar minhas fotos. Depois de alguns segundos, falou:

“Hmm, que bonita sua namorada.”
O jeito que ela falou entregava que não tinha sido exatamente um elogio.
“Vocês namoram há muito tempo?”
Eu não pensei muito sobre aquilo. Respondi normalmente e, enquanto isso, vi a notificação e abri o Instagram dela. Foi aí que eu descobri o nome dela de verdade, porque até então eu praticamente só lembrava dela como a garota com quem tinha feito o trabalho.

Maria era uma daquelas meninas meio esquecíveis que você encontra em qualquer sala de faculdade. Cabelo castanho, nem curto nem comprido, pele clara, rosto um pouco redondo e sem nenhuma característica muito marcante. Era magra, tinha um corpo normal, nada que chamasse muita atenção. Ela era feia? Não. Longe disso.

Depois disso, continuei tratando ela normalmente. Às vezes ela puxava assunto antes da aula, e sempre sentava perto de mim, mas eu não ficava alimentando nada. Eu tinha namorada, estava sempre cansado e, sinceramente, tinha coisa demais acontecendo na minha vida para ficar pensando em uma garota da faculdade que eu mal conhecia.

Na semana seguinte, durante o intervalo, comentei que ia passar no shopping que ficava perto da faculdade para comer alguma coisa e comprar um carregador novo para o notebook que estava ameaçando estragar. Por educação, convidei ela para ir junto.
Ela respondeu que o pai não deixava ela sair da faculdade.

Achei estranho. Perguntei se ela não podia simplesmente avisar que ia ao shopping e voltar depois.
Ela respondeu que não, meio envergonhada.

Não dei muita importância. Na semana seguinte aconteceu praticamente a mesma coisa. Comentei que ia sair para comprar alguma coisa e ela novamente disse que não podia. Foi aí que comecei a perceber que tinha alguma coisa diferente nela. Com o tempo, fui descobrindo algumas coisas. Maria era realmente muito ingênua. Não era aquele tipo de pessoa que fingia não saber das coisas. Ela realmente parecia não ter muita experiência com a vida fora daquele ambiente. Não sei se consigo explicar, mas era como se ela soubesse que não sabia de muita coisa, que estava ficando para trás.

Até que um dia ela comentou, quase como se fosse a coisa mais normal do mundo, que o pai dela esperava por ela na porta da faculdade todos os dias.
Ele levava ela no começo da noite, ficava ali, parado em frente a porta durante a aula toda esperando terminar para depois ir embora.
Po, isso ai era estranho pra porra.

No intervalo de uma das aulas, inventei uma desculpa qualquer para sair da faculdade até o shopping, novamente convidei ela, dessa vez não foi por educação. Ela prontamente negou, mas insisti e falei que existia outra saída da faculdade. Ela ficava do outro lado do prédio, passando pela sala dos professores e saindo em uma quadra diferente. Eu sabia porque já era veterano e algumas vezes tinha acompanhado professores por aquele caminho.

Falei para ela que, se quisesse, podia mostrar. Ela ficou olhando para mim por alguns segundos e perguntou:
“Mas meu pai não vai me ver?”
Eu respondi que não, porque aquela saída dava para o outro lado do campus. Ela ficou pensativa. Então perguntou:

“Você já saiu por lá?”
Eu disse que sim. Então ela aceitou.

Numa dessas saídas, fomos ao shopping. Foi ali que comecei a perceber melhor o quanto ela era controlada pelo pai. Ela tinha horário para tudo, precisava avisar onde estava, ficava olhando o celular o tempo inteiro e parecia realmente preocupada com a possibilidade de ele descobrir que ela tinha saído da faculdade.

Aquilo começou a me despertar uma curiosidade que eu não sabia explicar muito bem. Não era só o fato de ela ser tímida. Era a maneira como ela parecia ter vivido dentro de uma bolha durante a maior parte da vida. Eu fazia uma coisa completamente banal, como chamar alguém para comer alguma coisa e para ela aquilo parecia uma pequena aventura.

Nas outras vezes que saímos, fui conhecendo mais coisas sobre ela. Descobri que ela tinha sofrido bastante bullying na escola e que isso tinha feito ela ficar ainda mais fechada. Quando mudou de cidade para começar a faculdade, achou que seria uma oportunidade de começar do zero; claramente não tinha dado certo, mas percebia que ela viu em mim essa oportunidade.

Foi durante uma dessas conversas que ela me contou que nunca tinha namorado. Perguntei se ela já tinha ficado com alguém e ela simplesmente disse que não. Nem uma vez. Perguntei se nunca tinha beijado ninguém e ela ficou vermelha antes mesmo de responder.

“Não.”
Não vou dizer que estava surpreso. Eu já tinha percebido que ela era inocente, mas precisava confirmar o quanto. Fiquei alguns segundos olhando para ela, tentando entender como alguém daquela idade tinha chegado à faculdade sem nunca ter beijado ninguém. A gente tava na sala, era intervalo de aula e só estava a gente na sala.

Eu me aproximei e beijei ela.
Foi um beijo meio desajeitado no começo. Ela claramente não sabia muito bem o que fazer e eu precisei ir devagar. Depois de alguns segundos, ela começou a acompanhar meio sem jeito quando nos afastamos, ela tocou os labios ficou me olhando com uma expressão que eu nunca tinha visto nela.
“Foi meu primeiro beijo.”

Eu sabia que era, mas ouvir aquilo depois de beijá-la teve um efeito diferente em mim, tesão foi nas alturas. Aquela mistura de timidez, nervosismo e confiança que ela tinha em mim despertou uma curiosidade muito maior. Ela tocou os lábios e deu um pequeno sorriso tímido. Nem preciso dizer que cheguei em casa e toquei uma gloriosa, po, mulher longe a semana toda não é fácil.

Passaram algumas semanas, as vezes íamos no shopping, as vezes era só aula normal, em um determinado momento, comentei que mue apartamento era próximo e convidei ela ir comigo para casa durante a aula. Ela ficou bastante nervosa mas tenho certeza que entendeu onde eu queria chegar.

Expliquei que poderíamos sair pela saída dos professores que eu já tinha mostrado, ficar algumas horas na minha casa e voltar antes do horário normal de saída. Ela ficou pensando por um tempo, mas acabou aceitando.

Naquele dia, fizemos exatamente isso. Esperamos o momento certo, saímos pela passagem dos professores e fomos para minha casa. Ela passou boa parte do caminho nervosa, perguntando se ainda dava tempo de voltar e olhando o celular para conferir o horário.

Eu morava em um studio alugado, era um apartamento novo pequeno, mas bem organizadinho, móveis planejados, sala e cozinha era tudo junto e tinha um banheiro e quarto, eu ficava pouquíssimo em casa então estava sempre relativamente arrumado. Tinha deixado uma garrafa de vinho em cima da bancada, servi duas taças, ela deu uma bebericada mas falou que não costumava beber, ficou com medo que o pai dela fosse perceber o hálito. Não insisti.

Sentamos no sofá, coloquei qualquer coisa no netflix, em poucos minutos já estávamos nos beijando, ela ainda não era muito boa, claramente tinha medo de usar a língua, fui conduzindo, tentando deixar ela confortável. Comecei a passar a mão pelo corpo dela, ela usava uma calça jeans e camisa básica.
Primeiro tirei a camisa dela, sempre olhando para ela para confirmar que estava tudo certo, ela usava um sutiã desses normais, bege, a visão disso me deixou ainda mais duro, tenho uma parada por roupa normal; lingerie é ótimo, mas tem algo na roupa do dia a dia.

Tirei e dei uma boa olhada nos peitinhos, não eram muito grandes, cabiam na mão, perfeito para beijar, os biquinhos marronzinhos já estavam bem durinhos. Massageei devagarinho e dei pequenas lambidas e chupadinhas.
“eu… eu nunca” ela falou dando uma pequena segurada em minha mão “eu não sei”
“eu sei” falei e dei um beijo na boca “se não quiser não tem problema, a gente para”
meu pau tava batendo na testa, eu não queria parar.

“eu quero” ela falou soltando minha mão
Lentamente escorreguei até a calça, desabotoei os jeans, e fui fazendo carinho nas pernas e dando pequenos beijinhos nas nas coxas e virilha. Tirei a calça e olhei para ela mais uma vez, ela confirmou e comecei a fazer carinho ao redor da buceta, estava começando a ficar molhada. Tirei a calcinha e dei um beijinho na buceta dela, bem em cima do clitóris, nisso ela se contorceu pela primeira vez.

Confesso que nunca tinha tirado a virgindade de alguém, acho que o hímen dela já tinha rompido, imaginei que teria mais sangue ou algo assim, mas acabou sendo de boa. Depois de muito carinho, perguntei se poderia enfiar um dedo, ela confirmou, coloquei bem devagarinho e depois de um tempo, comecei a fazer o movimento de gancho. Depois de um tempo, coloquei o segundo dedo. Cada movimento que eu fazia eu sentia o corpo dela vibrar. Continuei com o movimento de gancho me inclinei e dei um beijo na buceta dela, quando minha língua tocou o clitóris, senti ela se contorcer. Acho que foi a primeira vez que ela tinha gozado. Conferi que a bucetinha dela estava bem molhada.

Me levantei e tirei a calça, meu pau já tava babando de duro, mas nesse momento ela hesitou, vi que ela ficou quase com medo. Confesso que a vontade de meter assim mesmo era gigante, mas eu sou um cavalheiro, nunca faria isso; sentei ao lado dela e perguntei se ela queria encostar nele. Ela hesitou um pouco mas segurou com uma mão, massageou meio sem jeito, claramente não sabia o que fazer, depois segurou com as duas. Ficou assim por um tempo. Depois balançou a cabeça e pegou o celular.

“temos que voltar, logo acaba a aula” falou pegando as roupas do chão “meu pai não pode saber”
Não vou dizer que não fiquei triste, mas concordei, vesti a roupa e me arrumei para sair.
Ela ajeitou a roupa, conferiu o cabelo algumas vezes e perguntou se dava para perceber alguma coisa.
Voltamos pelo mesmo caminho, entramos novamente na faculdade e ficamos por ali até a aula acabar. Quando chegou o horário de saída, ela caminhou normalmente até a porta. Imagino que o pai estava esperando exatamente onde sempre ficava.

Na outra semana, tinha pensado em deixar passar, minha ideia era ir para aula e voltar para casa, mas dessa vez foi diferente; ela praticamente se convidou para ir la para casa, obviamente aceitei, dessa vez eu ia comer ela, sem vinho nem nada, chegamos e ela já pulou para um beijo molhado; levei ela direto para a cama, tirei a roupa dela e abri as pernas, confesso que dessa vez estava sendo um pouco menos gentil; massageei bem a bucetinha mas ela já estava bem molhada, enfiei um dedo, brinquei um pouco depois foi o segundo, nisso meu pau já estava duro, abaixei as calças e deixei ela olhar bem para ele.

“Maria, vou colocar” falei tentando manter a calma “me avisa se doer, talvez doa um pouco”
“eu quero” ela respondeu um pouco menos tímida
continuei massageando a buceta dela com a mão e fui colocando o pau devagarinho, ela já estava bem molhada mas era muito apertadinha. Dava pequenas enfiadas, sem colocar todo o pau, e conferia com ela. O olhar dela tava focado, ela queria ver o pau entrar. Até que entrou tudo.

Po, meus amigos, que cena linda! Assim que terminei de enfiar inteiro, tirei e coloquei a camisinha, engraçado que não foi ela que pediu. Achei pertinente que a primeira enfiada dela fosse com um pau cru, pele com pele, depois encapei o menino e fui mantendo o ritmo, sabia que não tinha muito que inventar, estava mais preocupado em ela não sentir dor do que meu prazer. Fui metendo devagarinho e massageando o clitóris dela com a ponta do polegar. Lentamente aumentando o ritmo até que senti ela se contorcer, tinha gozado, eu já estava quase, achei educado avisar e ela falou:

“eu quero ver” e arregalou os olhos curiosa “eu quero ver você gozar”
ela claramente estava insegura em falar a palavra gozar, arrisco dizer que foi a primeira vez que ela falou em voz alta. Tirei a camisinha e dei algumas punhetadas até gozar na barriga dela. Maria passou o dedo na porra e olhou de forma muito curiosa. Peguei um papel e limpei ela. Apressamos para voltar para a faculdade, voltamos para aula e ela foi embora com o pai dela. Como vinha acontecendo toda semana.

As semanas continuaram assim, algumas eram só aulas, outras ela vinha la em casa, nossa experiencias sexuais foram ficando um pouco ousadas, considerando a falta de experiencia dela, não vou me alongar aqui porque já ta ficando muito grande:

teve a primeira vez que ela me mamou.
teve a vez que comi ela de quatro na frente da janela
teve a vez que mandei ela voltar para faculdade sem calcinha.

teve a vez que tentei enfiar um dedo no cuzinho (mas essa não deu boa)
teve a vez que enfiei a calcinha da minha namorada na boca dela enquanto metia forte.
Eu ia sempre testando o limite, conhecendo um pouco mais do corpo dela.
Vou avançar até la pelo final do ano, provas finais, finalmente iria me formar.

A Maria sempre soube dos meus planos, sempre soube que eu tinha namorada, que final do ano eu iria me mudar de cidade e tudo mais, nunca escondi nada dela, parando para pensar, eu fui mais sincero com ela do que com minha namorada.

Terminei de fazer a prova e esperei ela, como falei, ela era meio burrinha e sempre acabava demorando, mesmo que fosse uma prova mais tranquila. Eventualmente ela saiu, reparei que estava usando um vestidinho, ta certo que era verão, mas ela não costumava usar roupas mais provocativas, geralmente era camisa e calça mesmo. Fomos direto para minha casa, quando tirei a roupa dela, percebi que ela usava um sutiã preto combinando com a calcinha, não era exatamente uma lingerie, mas com certeza era mais sexy do que ela costumava usar.

Ela começou me chupando logo que entramos, mal deu tempo de fechar a porta e ela já tinha tirado o vestido, jogado no chão da cozinha mesmo e estava de joelhos, meu pau pulsando quente na boca dela. Era nítido como ela já estava boa nisso, lambia todo o pau, beijinho na cabeça, sempre mantendo o contato visual, olho no olho. Pacote completo.

Peguei ela no colo e joguei ela na cama, tirei a calcinha dela com cuidado, fiz questão de elogiar o novo conjunto, claramente ela tinha comprado para mim. Lambi a buceta dela inteira, mas ela já estava bem molhada. Eu queria comer ela de quatro, virei ela e dei um tapão na bunda, ela bem educadinha já se posicionou de 4 e empinou bem a bundinha. Ela parecia mais safada hoje.

Comecei a meter devagarinho mas logo subi a velocidade, meu corpo já tava acostumado as horas que tinhamos para foder, não tinha muito tempo a perder. Aumentei a velocidade saboreando ouvir o clap clap da bunda dela até que ouvi ela perguntar:

“Eu sou melhor que sua namorada?”
A pergunta me pegou de surpresa. Eu não conseguia ver o rosto dela, mas dava para perceber o tom provocador na voz.
“Fala. Eu sou melhor que ela?”
Não respondi. Apenas continuei, metendo e aumentando o ritmo.

Depois de alguns segundos, ela perguntou, quase sem fôlego:
“Você vai ficar aqui comigo?”
Fez uma pequena pausa antes de completar:
“Você podia ficar. Podia me comer todos os dias.”

Parei por um instante e fiz com que ela se virasse para mim. Queria olhar nos olhos dela. Ela tentou se aproximar para me beijar, mas eu a impedi. Em vez disso, levei o polegar até a boca dela. Ela me olhou por alguns segundos antes de obedecer. Existe algo de fofo e sexy ver uma mulher olhar nos seus olhos, enquanto chupa seu dedo.

“Você quer que eu fique aqui, não quer vagabunda?”
Ela pareceu surpresa com a pergunta, mas confirmou com a cabeça.
“Então pede.”
Ela respirou fundo.
“Fica aqui. Fica comigo.”
Eu a encarei em silêncio.
“Mais.”
“Eu sou sua. Sou toda sua.”
“Você é minha o quê?”
Ela hesitou por um segundo, como se tivesse vergonha da própria resposta.
“Sou sua vagabunda.”
Eu sorri.
“Sou sua putinha”
Eu tava chegando no meu limite, como já era costume estava sem camisinha.
Foi então que, quase rindo, eu disse:

**”No final do ano eu vou embora.”**
Ela ficou em silêncio. Eu meti mais forte.
“Você sabe disso, não sabe?”
Eu a encarei e completei, num tom provocador:
“Você sempre soube, que você foi só meu passa tempo”
Eu queria muito gozar dentro, mas tive autocontrole e tirei na hora.
Ela recebeu minha porra um pouco no rosto, um pouco no cabelo e um pouco na barriga. Olhou nos meus olhos por alguns segundos, recolheu a porra do corpo com os dedos, se limpou o melhor que pode, levou para a boca e engoliu.

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