Cris era uma mulher de 38 anos, casada há 15 com Roberto, um homem honesto e trabalhador que frequentava a igreja evangélica com ela todas as semanas. Magra, pele morena clara, cabelos castanhos longos que caíam até o meio das costas, seios médios firmes e uma bunda redonda que ainda chamava atenção apesar dos vestidos longos e recatados que usava.
Cris se considerava uma crente fervorosa: orava todas as manhãs, lia a Bíblia à noite e ensinava na escola dominical. Mas por dentro, havia um fogo que Roberto, com sua rotina exaustiva e sexo morno uma vez por mês, nunca conseguia apagar.
Tudo começou numa sexta-feira à noite, durante o retiro de jovens da igreja. Roberto não pôde ir por causa de uma viagem de trabalho. Cris, como líder auxiliar do grupo, ficou responsável por supervisionar os rapazes de 19 a 24 anos. Eram cinco: Lucas, o líder carismático de 23 anos, alto e musculoso; Mateus, moreno e atlético; João, o mais quieto mas com um olhar penetrante; Pedro e Tiago, gêmeos idênticos de corpo definido por anos de academia e futebol.
Na primeira noite, após o culto, os jovens ficaram conversando na cabana grande. O ar estava quente, úmido. Cris vestia uma saia longa florida e uma blusa de mangas compridas, mas o suor fazia o tecido grudar na pele, marcando os mamilos escuros. Lucas serviu refrigerante para todos, mas o dele tinha um pouco de vodka que trouxeram escondido.
— Tia Cris, relaxa um pouco. Deus entende que a gente precisa de diversão também — disse Lucas, sorrindo com aqueles dentes brancos perfeitos.
Ela riu, corando. Tomou um gole. Depois outro. A conversa ficou mais solta. Falaram de tentações, de desejos carnais. Cris tentou repreender, mas as palavras saíam moles. Os olhares dos rapazes estavam famintos. Eles a olhavam como se ela fosse a fruta proibida.
Por volta das duas da manhã, os gêmeos Pedro e Tiago sugeriram um “jogo de confiança”. Vendariam os olhos de alguém e tocariam levemente para ver se adivinhava quem era. Cris, já levemente alterada, aceitou por curiosidade. Vendada, sentiu mãos quentes tocarem seus ombros, descerem pelos braços. Depois, alguém roçou os dedos na lateral dos seios. Ela estremeceu.
— Isso é impróprio… — murmurou, mas não tirou a venda.
As mãos ficaram mais ousadas. Alguém apertou sua bunda por cima da saia. Outro deslizou a mão por baixo da blusa, tocando a pele da barriga. Cris respirava pesado. Sentiu o pau duro de alguém pressionar contra sua coxa.
— Meninos… eu sou casada… isso é pecado — sussurrou, mas a voz saiu rouca de tesão.
Lucas tirou a venda dela. Os cinco estavam ao redor, camisetas fora, corpos jovens e definidos brilhando de suor. Lucas segurou o rosto dela e a beijou com força. A língua dele invadiu sua boca enquanto mãos puxavam sua blusa para cima, expondo os seios. Mamilos duros foram chupados ao mesmo tempo por Mateus e João.
Cris gemeu alto, as pernas tremendo. A saia foi levantada, a calcinha molhada arrancada. Pedro e Tiago se ajoelharam, cada um segurando uma perna dela aberta. As línguas deles atacaram sua boceta depilada, lambendo o clitóris inchado enquanto Lucas enfiava o pau grosso na boca dela.
— Chupa, tia Cris. Você sempre foi tão santinha… agora vai ser nossa putinha de igreja — rosnou Lucas.
Ela chupava com fome, babando no pau dele enquanto os gêmeos devoravam sua buceta. Gozou pela primeira vez com força, jorrando na boca dos dois, o corpo convulsionando.
Eles a carregaram para o colchão no centro da cabana. De quatro, Lucas meteu por trás primeiro. O pau dele era grosso e longo, esticando as paredes da buceta molhada dela até o limite. Ele fodia com força, batendo as bolas contra o clitóris.
— Ahhh… meu Deus… que delícia… mais fundo! — gritava Cris, completamente entregue.
Mateus enfiou o pau na boca dela enquanto João e os gêmeos se masturbavam assistindo. Lucas gozou dentro dela, enchendo a buceta com porra quente. Em seguida foi a vez de Mateus: ele a virou de lado, levantou uma perna e meteu com estocadas rápidas e brutais, apertando os seios dela com força, deixando marcas vermelhas.
Cris gozava sem parar. Nunca tinha sido fodida assim na vida. Os jovens revezavam sem piedade. Tiago meteu na buceta enquanto Pedro enfiava o pau na boca. Depois eles a colocaram por cima de João, que a fazia quicar enquanto Lucas voltava a meter na boca.
O ápice veio quando os gêmeos decidiram usar os dois buracos. Pedro deitou e puxou Cris por cima, enfiando na buceta. Tiago cuspiu no cuzinho virgem dela e forçou a entrada. Cris gritou de dor e prazer enquanto os dois paus entravam ao mesmo tempo, esticando ela ao máximo.
— Sim! Me fode! Me arromba! Sou a vadia de vocês! — berrou ela, lágrimas escorrendo enquanto gozava novamente, o corpo tremendo violentamente.
Os três restantes gozaram em cima dela: no rosto, nos seios, na barriga. Porra escorrendo por todo lado. Cris, exausta, lambia o que conseguia, o olhar perdido de puta saciada.
Nos dias seguintes do retiro, a traição virou rotina. De manhã, antes do culto, ela chupava Lucas no banheiro. À tarde, transava escondido com dois ou três no mato atrás da cabana. À noite, orgias completas: dupla penetração, boquete duplo, gozando na cara, na boceta, no cu. Eles filmaram algumas cenas no celular, ameaçando mostrar pro marido se ela tentasse parar (embora ela não quisesse parar).
Cris voltava para casa com a buceta e o cu doloridos, marcas de chupões escondidas por maquiagem, mas o coração acelerado de tesão. Roberto notava que ela estava mais “devota”, orando mais, mas nunca imaginou que era porque agora ela rezava pedindo perdão enquanto se masturbava lembrando dos paus jovens que a destruíram.
Toda semana, no ensaio do louvor, Cris encontrava o grupo. Na sala dos fundos da igreja, enquanto o marido estava na sala de áudio, ela ficava de joelhos chupando os cinco, engolindo porra, ou sendo fodida inclinada sobre a mesa, saia levantada, gemendo baixinho para não fazer barulho.
— grupo de jovens — confessava ela entre gemidos, gozando mais uma vez.
E assim, a esposa devota se tornou a maior pecadora da igreja, viciada nos paus jovens que a faziam sentir viva como nunca.
Fim.