Sobrinho aproveitou oportunidade e comeu a titia

Oh tia Fabi, com todo respeito mas você tá tão gostosa hoje, sabia? – Jonas sussurrou enquanto a mão dele deslizava pela coxa dela no sofá da sala, o filme rodando baixo na TV como desculpa pra ficarem sozinhos.
Fabianna sentiu o coração disparar.

Aos 43 anos, casada, mãe de filhas, ela nunca imaginou que o sobrinho de 19 anos, filho da irmã, ia mexer tanto com ela assim. Ele sempre foi carinhoso demais, daqueles abraços apertados que demoravam, as mãos bobas que roçavam a bunda enquanto riam de alguma piada boba. Mas hoje, com a casa vazia – irmã e filhas saíram pras compras – o ar estava pesado, carregado de tesão reprimido.

– Jonas… para com isso, você é meu sobrinho, caralho. Isso não pode… – ela tentou, mas a voz saiu fraca, traída pelo corpo que já latejava. A mão dele subiu mais, apertando a carne macia da coxa por cima da calça fina de moletom.

Ele não parou. Os dedos dele foram ousados, invadindo a barra da calça, roçando a pele quente da barriga dela, descendo devagar até o elástico da calcinha. Fabianna gemeu baixinho quando ele encontrou a buceta já molhada, os lábios inchados de desejo.

– Olha só como você tá encharcada, tia. Tá louca pra levar pica, né? Eu sei que você sente minha rola dura toda vez que eu te abraço. – A voz dele era rouca, cheia de tesão jovem e faminto.
Ela tentou resistir mais um pouco, empurrando o peito dele, mas o dedo médio de Jonas já circulava o grelinho inchado, pressionando com precisão, fazendo as pernas dela tremerem. – Ai, porra… Jonas… não faz assim… – O gemido escapou desesperado, o corpo traindo a mente.

Ele a beijou então, um beijo quente, molhado, língua invadindo a boca dela com fome. Fabianna cedeu, as mãos agarrando os ombros dele, puxando mais perto. O filme foi esquecido. Ele a levantou no colo, as mãos apertando a bunda grande e macia dela, e carregou pro quarto.
No quarto, a porta fechada, Jonas tirou a blusa dela devagar, revelando os seios maduros, mamilos escuros já duros. Ele chupou um, depois o outro, mordiscando, sugando forte enquanto a mão voltava pra dentro da calça, dedilhando a buceta molhada com dois dedos agora, entrando e saindo devagar.
– Que buceta gostosa, tia Fabianna. Tá pingando pra mim. Eu quero foder você todinha hoje. – Ele falou entre mamadas, a voz abafada nos peitos dela.

Fabianna arfava, os gemidos saindo mais altos. – Hummm… ai meu Deus… Jonas, você me deixa louca… sua mão tá me matando… enfia mais fundo, vai…
Ele obedeceu, curvando os dedos dentro da buceta quente e apertada, esfregando o ponto G dela enquanto o polegar girava no grelinho. Fabianna se contorcia na cama, quadril subindo pra encontrar os movimentos dele, os gemidos desesperados ecoando no quarto.

– Aaaahhh… assim… porra… você vai me fazer gozar só com os dedos, seu safado…
Mas Jonas parou de repente, tirando a calça dela e a própria roupa. A pica dele pulou pra fora, grossa, jovem, veias marcadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns 20cm de rola dura latejando pra ela.
– Olha o que você faz comigo, tia. Essa pica tá assim por sua causa há meses. Eu falo de você pros meus amigos, mostro fotos suas no decote… eles sabem que eu quero comer essa buceta e esse cu de tia gostosa.
Fabianna arregalou os olhos, hipnotizada pela rola do sobrinho. Ela se ajoelhou na cama, pegando a pica com as duas mãos, sentindo o peso, o calor. – Caralho, Jonas… que pica grande… você quer que eu chupe?
– Quero, tia. Chupa gostoso pra mim. Engole fundo.

Ela lambeu da base até a cabeça, girando a língua no prepúcio, saboreando o gosto salgado. Depois abriu a boca e engoliu o máximo que conseguia, chupando com fome, as bochechas afundando, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto subia e descia a cabeça. Jonas gemia, segurando o cabelo dela.
– Isso, tia… que boca gulosa… engole mais… aaaahhh porra… você chupa melhor que qualquer novinha…
Fabianna mamava com vontade, uma mão massageando as bolas pesadas, a outra punhetando a base da rola. Os sons molhados de chupada enchiam o quarto, misturados aos gemidos dele e aos dela abafados pela pica.

Depois de uns minutos, Jonas a puxou pra cima, jogando ela de quatro na cama. A bunda grande e branca empinada pra ele, o cu rosadinho piscando e a buceta brilhando de melado.
– Agora eu vou te foder, tia. Mas primeiro… você quer no cu, né? Eu sei que você tá louca pra sentir minha pica esticando esse cuzinho apertado.

Fabianna hesitou só um segundo, o tesão falando mais alto. – Quero… enfia no meu cu, Jonas. Mas vai devagar no começo… faz gostoso.
Ele cuspiu na mão, lubrificando a rola grossa, e pressionou a cabeça contra o anel apertado do cu dela. Empurrou devagar, sentindo a resistência. Fabianna gemeu alto, mordendo o travesseiro.
– Aaaaiii… devagar… que rola grossa… tá abrindo meu cu todo… hummmm porra…

Centímetro por centímetro, a pica dele foi entrando no cu quente e apertado da tia. Quando estava todo dentro, Jonas parou, deixando ela se acostumar, as bolas encostando na buceta molhada.
– Tá todo dentro, tia. Seu cu tá engolindo minha pica inteira. Que delícia… tão apertado, tão quente…
Ele começou a se mover, devagar no início, tirando quase tudo e enfiando de novo. Fabianna gemia desesperada, o corpo tremendo.

– Aaaahhh… Jonas… fode meu cu… mais forte… ai que gostoso… sua pica tá me rasgando todinha…
Os movimentos dele aceleraram. O quarto se encheu do som de pele batendo em pele, o saco dele estalando na buceta dela a cada estocada funda. Jonas agarrava os quadris dela com força, puxando pra trás enquanto metia.

– Toma, tia Fabianna… toma essa pica no cu… você é minha vadia agora… geme pra mim…
– Haaaaaaa… sim… eu sou sua vadia… fode o cu da tia… mais fundo… aaaaiii… vou gozar recebendo pica no meu cu…

Ele metia cada vez mais forte, a rola entrando e saindo do cu apertado com facilidade agora, lubrificado pela saliva e pelo tesão dela. Uma mão dele desceu pra esfregar o grelinho dela enquanto fodia o cu.
Fabianna explodiu em um orgasmo violento, o corpo convulsionando, o rabo rebolando freneticamente, o cu apertando a pica dele como um torno.

– Aaaaaahhhhhhh… tô gozando… porra… meu cu tá piscando na sua rola… não para…
Jonas não parou. Continuou metendo no cu dela durante o orgasmo, prolongando o prazer. Depois a virou de lado, uma perna dela pra cima, e continuou fodendo o cu nessa posição, olhando nos olhos dela.
– Olha pra mim enquanto eu fodo seu cu, tia. Você gosta, né? Diz que gosta da pica do sobrinho no seu cu.
– Gosto… adoro… fode meu cu gostoso… me usa… sou sua puta… – Ela gemia, os seios balançando com cada estocada.

A intensidade subia. Jonas suado, o corpo jovem batendo contra o dela maduro e macio. Ele alternava, às vezes tirando a rola do cu e enfiando na buceta por uns segundos, misturando os melados, depois voltando pro cu.
– Que delícia… os dois buracos tão molhados pra mim…
Fabianna estava no céu, gemendo sem parar, palavras safadas saindo sem filtro.
– Enfia tudo… rasga esse cu… quero sentir você gozar dentro… goza no cu da tia…
Ele aumentou o ritmo, as estocadas virando marteladas. O quarto cheirava a sexo, suor e buceta molhada. Os gemidos dela viraram gritos abafados.

– Aaaaiiii… Jonas… tá tão fundo… vou gozar de novo…
Dessa vez os dois gozaram quase juntos. Jonas urrou, a pica inchando dentro do cu apertado, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino dela.
– Toma minha porra no cu… aaaahhh porra… toma tudo…

Fabianna gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu sugando cada gota da rola do sobrinho.
Eles ficaram ali, ofegantes, a rola ainda dentro do cu dela, gozo escorrendo devagar quando ele saiu. Jonas a abraçou forte, beijando o pescoço.

– Isso foi foda, tia. A gente vai repetir sempre que der, né?
– Vai sim… você me viciou nessa pica… – Ela respondeu, ainda tremendo de prazer.
Depois de um descanso curto, Jonas quis mais. Ele fez ela sentar na rola, cavalgando primeiro na buceta, depois no cu de novo, as mãos dele apertando os peitos grandes enquanto ela subia e descia desesperada.
– Rebola no meu pau, tia… isso… quica gostoso… seu cu tá apertando tanto…

Fabianna quicava com força, os gemidos ecoando, suor escorrendo entre os seios. – Hummm… que rola… me enche toda… fode o cu da sua tia gostosa…

O jeito como a rola dele esticava o anel do cuzinho, o barulho molhado, o gosto da porra misturada, o cheiro forte de sexo no quarto.

Quando a irmã e as filhas estavam quase voltando, eles se arrumaram correndo, mas o segredo ficou ali, prometendo mais encontros escondidos. Fabianna nunca mais olhou pro sobrinho da mesma forma – agora ele era o dono do cu e da buceta dela.

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