Chega de ser puta de graça

Depois da suruba insana com mais de dez garotos na praia, Paola voltou pra casa completamente destruída: corpo marcado, cabelo grudado de areia e porra, boceta e cu latejando. Entrou na mansão ainda nua por baixo do shortinho, esperma escorrendo pelas coxas.

Henrique, o marido corno, viu o estado dela e nem teve coragem de perguntar. Augusto e Theo apenas sorriram, sabendo que a putinha da casa estava cada vez mais fora de controle.

Naquela noite, deitada na cama enquanto o marido lambia o resto da porra dos garotos da praia, Paola tomou uma decisão:

— Chega de ser puta de graça. Se eu vou ser vadia, vou ser a **melhor prostituta de luxo** dessa cidade.

No dia seguinte, ela criou um perfil discreto em aplicativos de escort de alto padrão. Fotos profissionais: lingerie cara, vestidos longos com decotes profundos, corpo perfeito em poses sensuais. Preço inicial: R$ 3.000 a noite, R$ 8.000 o final de semana. Nome de guerra: **“Valentina Lux”**.

Em menos de uma semana, os clientes ricos começaram a aparecer.

O primeiro foi um empresário de 55 anos, dono de construtora. Levou ela pra suíte presidencial de um hotel 5 estrelas. Paola chegou vestindo um vestido preto longo, sem calcinha, maquiagem perfeita. Assim que a porta fechou, ela virou a puta de luxo completa.

— Hoje eu sou sua, senhor. Pode usar todos os meus buracos como quiser.

Ele fodeu ela a noite inteira: na varanda com vista pra cidade, no jacuzzi, contra o espelho. Gozou três vezes — uma na boca, uma na boceta e outra no cu. Pagou R$ 4.500 e ainda deu um colar de presente.

Depois vieram os outros:

– Um político casado que a levou pra um apartamento secreto e fodeu ela enquanto assistia vídeos da esposa dormindo.
– Um gringo rico, americano, que pagou R$ 12.000 por um final de semana inteiro, onde ela foi sua acompanhante em um iate e deixou ele e dois amigos fodê-la ao mesmo tempo.
– Um juiz de 60 anos que gostava de humilhação leve: mandava ela chamar ele de “papai” enquanto metia no cu dela e gravava.

Paola se profissionalizou. Comprou lingerie cara, fez depilação a laser, aprendeu a fazer striptease sensual e a conversar como uma mulher sofisticada. De dia, ainda ia ao banco (e continuava dando pro gerente Marcelo). À noite, era Valentina Lux.

Certa noite, um cliente especial — um banqueiro bilionário de 48 anos — alugou a cobertura de um hotel de luxo e chamou mais dois amigos ricos. Suruba de alto padrão.

Paola chegou de vestido de grife, tirou peça por peça devagar, e se entregou completamente. Os três homens a foderam por horas: dupla penetração, boca cheia, tapas na bunda, cabelo puxado. Ela gemia como a puta cara que era:

— Me usam… sou a prostituta de luxo de vocês… encham essa vadia de porra cara…

Eles gozaram nela inteira — rosto, peitos, dentro da boceta e do cu. No final, deixaram R$ 25.000 em dinheiro vivo em cima da cama.

Quando Paola voltou pra mansão de madrugada, cheirando a sexo caro, o marido Henrique estava esperando, sentado na sala.

— Onde você estava? — perguntou baixinho.

Ela jogou o maço de dinheiro no colo dele e sorriu:

— Trabalhando, amor. Agora eu sou prostituta de luxo. E você vai continuar sendo o corno que limpa minha boceta quando eu chegar em casa.

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