A Primeira Casada que Comi

Oi, me chamo Bruno, tenho 26 anos, e um corpo de quem dedicou bom tempo a academia.
Quando isso aconteceu, tinha 24 anos, foi início de 2024.

Conheci a Renata na academia onde treino. Ela tinha 32 anos, um corpo magro, mas nada exagerado. Belo par de seios e uma bunda que chamava atenção pelo formato redondinho e firme. Já tinha visto ela algumas vezes, mas nunca despertou meu interesse, mas depois de um tempo percebi alguns olhares dela pra minha direção. Meu horário de treino coincidia com ela alguns dias na semana, então isso ajudou bastante. Nunca tinha visto ela acompanhada, então não sabia que ela era casada até então.


Comecei a me aproximar dela, e a conversa fluiu muito bem. Ela é boa de papo, e isso facilitou muito. Um dia, quando terminamos de treinar, ela me chamou pra tomar um sorvete na sorveteria em frente a academia.

Renata: Vai fazer alguma coisa agora, Bruno?
Bruno: Não, tô indo pra casa depois daqui.
Renata: Tô indo ali na sorveteria. Quer ir comigo?
Bruno: Claro, tô com tempo livre.

Nós fomos e a conversa continuava fluindo muito bem. Percebia o olhar de Renata sempre fixo em mim (e descobri que isso era interesse dela já), e um sorriso cativante que eu adorava.

Renata: Bruno, sábado de manhã você tá livre?
Bruno: Depois da academia, tô sem nada planejado.
Renata: Nesse calor que tá fazendo, uma piscina caía bem, hein?
Bruno: Com certeza. Piscina e cerveja pra amenizar o calor kkkkkkkkk
Renata: Vamo lá pra casa sábado. A gente toma um banho de piscina e fica tomando uns drinks.
Bruno: Combinado então.

Ela me disse onde era a casa dela. Não era longe, de moto gastaria uns 10 minutos.
Nesse dia, quando saímos da sorveteria, no abraço de despedida rolou um beijo. Coisa rápida, mas meu pau começou a ficar duro.

Chegando o sábado, fui pra academia achando que ela estaria lá, mas ela não foi. Terminei meu treino e voltei pra casa, tomei banho e mandei mensagem pra ela.

Bruno: Achei que ia te ver na academia hoje antes de ir pra sua casa.
Renata: Acordei sem vontade de treinar hoje, mas já tô com tudo pronto aqui em casa.
Bruno: Chego aí em 15 minutos.

Passei no mercado e peguei umas cervejas pra gente e fui direto pra casa dela. Chegando lá, me recebeu no portão. Uma casa grande, piscina no fundo, e tudo bem arrumado.
Coloquei as cervejas na geladeira e logo fomos para a piscina.
Ficamos conversando por um tempo, tomando uma caipirinha que ela tinha preparado. Nos aproximamos, e começamos aquele amasso gostoso. Beijo quente, molhado, e minha mão foi logo na bunda dela. E que bunda!
Eu acho que ela percebeu meu pau endurecendo, e se esfregava mais em mim. Senti sua mão pegar no meu pau por cima do short, e não me contive e peguei na bucetinha dela. Apesar de molhada da piscina, tava muito melada por dentro, e eu fiquei louco.

Bruno: Eu acho melhor a gente sair.

Fomos pra um sofá na varanda e continuamos a nos pegar. Ela ajoelhou na minha frente e tirou meu pau do short e me fez um boquete. Aquela mulher sabia o que tava fazendo. De longe foi o melhor boquete que já recebi, e me segurei muito pra não encher a boca dela de leite ali mesmo. Ela colocava meu pau por completo na boca, engolia tudo com uma facilidade genial.
Levantei ela e coloquei sentada no sofá de perna aberta, e pude apreciar a beleza daquela bucetinha. Caí de boca como um leão devora uma carne. Aquela buceta tava uma delícia, e ela gemia muito enquanto eu chupava ela. Até que ela pediu:
Renata: Me come, Bruno!

Quando fui pegar a camisinha, ela não deixou eu usar.
Renata: Eu tomo remédio, não tem perigo. Vem logo, tô doida pra te sentir.

Ignorei a camisinha e fui logo pra dentro dela. E, caramba, ela era apertadinha, uma delícia de buceta. Eu metia muito nela e continuava apertado, mas uma delícia. Passamos uns 10 minutos nessa posição, e ela falou pra irmos pro quarto dela. Atravessamos a casa e fomos pra cama dela. Coloquei ela de 4 na cama e caí de boca mais uma vez naquela buceta perfeita, e aproveitei pra chupar o cuzinho também. Essa mulher foi a loucura com isso. Soquei muito nela, e ela pedia cada vez mais forte. O quarto ecoava os gemidos dela e os tapas que eu dava naquela bunda gostosa.
Depois de um bom tempo, tentei forçar meu pau no cuzinho dela, mas ela resistiu.

Renata: Meu cuzinho não, seu safado. Não tô preparada. Quem sabe na próxima vez eu te faça essa vontade.

Não insisti muito, já que aquela buceta tava me satisfazendo muito.
Continuamos fudendo muito até que anunciei que ia gozar.

Renata: Enche minha bucetinha de leite, safado. Coloca leite no fundo da minha buceta, vai.

Continuei metendo até que anunciei meu gozo e enchi aquela safada de leite. Quando tirei meu pau de dentro, escorreu muito leite e melou as coxas. Ela limpou meu pau todinho com a boca, e ficamos ali deitados por um tempo. Nesse período, percebi alguns detalhes no quarto que me fizeram perceber que ela não era solteira. No quarto tinha umas fotos dela com um homem uns 5 anos mais velho que ela.

Bruno: Quem é esse rapaz na foto contigo?
Renata: Bruno, eu deveria ter contado isso a você logo, mas não sabia como. Aquele é meu marido, sou casada com ele a 8 anos, mas sou muito infeliz com ele. Quase nunca transamos, ele só pensa no trabalho e na empresa dele. Agora mesmo ele tá em viagem, fazem 10 dias já que ele tá fora e só volta na outra semana.

Eu fiquei sem saber o que fazer diante de tudo aquilo, mas se eu já estava ali, não ia desperdiçar. Isso seria um problema pro futuro.
Passamos o restante do dia juntos, e voltei pra casa no início da noite. Não rolou nenhuma transa mais, mas ficamos nos amassos quase sempre.
Conversamos depois sobre o marido dela, e como tava sendo muito bom, continuamos conversando e se encontrando sempre que dava.
Se gostarem da história, faço uma parte dois das histórias com ela.

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