Aconteceu com o meu primo

Toda vez que me deparo com uma história de “primo do interior”, automaticamente ligo um sinal de alerta na minha cabeça. Em sua grande maioria, soam-se fantasiosas demais, envolvendo situações que dificilmente teriam acontecido na realidade, contadas em diálogos completamente artificiais. Hoje tentarei nadar contra essa corrente. Irei relatar a minha história envolvendo “primo” e “interior”. Se fantasiosa ou artificial demais, fica a critério de vocês. Vamos lá.

Depois do que vivi com Rafael, algo outrora incognoscível aflorou em mim. Um sentimento de leveza, de liberdade, de honestidade para comigo mesmo. Deixei de reprimir parte de quem eu era apenas por medo de como isso me faria parecer. Não que eu escondesse minha sexualidade, pelo contrário. Porém eu antes jamais insistia em alguém que se dissesse hétero, ainda que todos os aspectos perceptíveis sobre essa pessoa dissessem o contrário. Tinha em mim uma necessidade que hoje sei que

ridícula de que soubessem que eu não era o famigerado gay insistente, de que eu era “diferente”. Perdi muitas oportunidades agindo dessa forma. Jurei que nunca mais.
Quando me mudei para Curitiba, para ingressar na universidade, transformei-me em

outra pessoa. Vi aí a oportunidade de genuinamente ser eu mesmo. Longe da minha família, dos meus antigos amigos e, principalmente, diante de novos, investi em ser meu “true self”. E isto me rendeu bons frutos. Transei como nunca havia transado antes. Não me deixar frear por ninguém. As amizades vieram, também alguns namorados; vários “booty-calls”. Dei a mim mesmo o que há muito me havia prometido.

Nada me preocupava. Exceto o final de ano. Iria passá-lo na minha cidade, com minha família. Em pequenos centros, mudança não é algo muito bem recebido. A minha, em contrapartida, havia sido drástica. Muito embora eu me sentisse melhor do que nunca, ninguém (absolutamente ninguém) está imune a traumas de infância. Era algo, entretanto, que inevitavelmente teria de encarar. Dia 15/02, embarquei no ônibus na rodoferroviária e fui. Cheguei na minha cidade doze horas depois; a estrada era ruim e interminável. Minha avó me recebeu na rodoviária. Ela, por sorte, era a menor das minhas preocupações. Sempre me apoiou acima de tudo. Meu juízo final veio no dia seguinte, no churrasco da família.

Em contradição comigo mesmo, e infelizmente, tentei me vestir o mais padrão possível. Não funcionou. Senti os olhares da minha madrinha, dos meus tios, da minha bisavó, cortando minha pele feito faca. Fiquei o mínimo possível e saí. Decidir ir ao clube espairecer. Lá encontrei alguns amigos. Inevitavelmente causei algum espanto, porém a proximidade das idades fez o seu papel e o consideravelmente atenuou. Marcamos uma festa para o final de semana, que chegaria em três dias. Fiquei animado, pois estava precisando mesmo de uma oportunidade de me dopar.

Depois de mais umas horas na piscina, decidi ir embora. Quando cheguei em casa, minha vó estava com minha mãe tomando chimarrão. As duas me deram uma notícia que me fez soltar um sorriso de orelha a orelha: meu primo viria passar o Natal com a gente; chegaria amanhã. Diferentemente do que as circunstâncias parecem indicar, nesse momento nada de imoral me passava à cabeça. O motivo do meu sorriso nada mais era que saudades. Fazia muito tempo que eu não via o Nicolas. Ele se mudou para Goiânia quando tínhamos 12 anos e não veio mais a Santa Catarina desde então.

Fiz questão de buscá-lo e à minha tia no aeroporto, em Chapecó. Aproveitei e os levei dar uma volta na cidade. Passamos no Madero, tomamos sorvete, assistimos um filme no cinema. Já era anoitecer quando voltamos à minha cidade. Fiquei feliz pois pudemos conversar longe do resto da minha família. Descobri que o Nicolas cursava a mesma graduação que eu: direito. Ele fazia na federal do Goiás e eu na do Paraná. Isso certamente apertou nossos laços. Fiquei também feliz pois sabia que não teria jeito de o assunto morrer: direito é cheio de temas controversos que sempre podem ser suscitados em caso do famoso silêncio constrangedor. Descobri, ainda, que tinha uma namorada. Não a trouxe junto pois ela tinha ido com os pais a Nova Iorque, de férias. Confesso que julguei um pouco: quem ia a Nova Iorque no inverno? Enfim…

Chegando na minha cidade, avisei minha vó que Nicolas ficaria na minha casa. Ela ficou um pouco triste, pois também estava com saudades do neto, porém entendeu a situação. Ficou feliz, entretanto, que teria sua filha só para ela. Já na minha casa, avisei minha mãe da novidade. Em menos de três minutos ela já estava com o telefone em mãos, falando com o atendente da nossa pizzaria preferida. Coloquei as coisas de Nicolas no quarto de visitas e o arrastei para o meu. Nesse dia, passamos a noite jogando FIFA e conversa fora. Deixei avisado de antemão que ele teria de ir comigo à festa que marquei com meus amigos.

Nossa conversa foi consideravelmente ampla. Falamos sobre nossas faculdades. Ele estava pensando em se especializar em direito das famílias e queria ser advogado. Já eu tinha por preferência direito processual civil e pensava em ser juiz. Também conversamos sobre como era a vida em nossas respectivas cidades. Ele gostava de Goiânia, porém achava muito elitista e provinciana. Disse a ele que Curitiba era igual, infelizmente. Foi quando o assunto migrou para relacionamentos, contudo, que as coisas ficaram, de fato, interessantes: ele não falava nada! Quando perguntava sobre sua namorada, todas as respostas que eu tinha eram evasivas. Tanto foi assim que, ao final de quinze minutos de inquirição, sequer sabia que curso ela fazia, de onde ela era, quantos anos tinha. Deixei de insistir, vez que evidentemente ele não queria falar sobre isso.

Viramos a noite. Dormimos quando o sol começava a sair. Nicolas acabou por ficar no meu quarto, capotamos um por em cima do outro na minha cama. Por volta das duas da tarde eu acordei, ou melhor, o calor insuportável me acordou. O sol batia direto na janela do meu quarto, transformando-o em um verdadeiro forno. Depois de uns minutos ainda deitado, recobrei minha consciência e percebi que Nicolas estava apenas de samba-canção. Tirou suas roupas enquanto eu dormia. A cena me impactou.
Eu não havia antes reparado, porém sem sombra de dúvidas Nicolas não mais era o menino raquítico de 12 anos que eu conhecia. Seu corpo estava robusto, preenchido, legítimo corpo de homem. Suas pernas eram grossas, suas costas largas. Ele estava deitado de bruços, revelando uma bunda carnuda, redonda. Seu tom de pele caramelo, somado à luz do sol, deixavam-no simplesmente irresistível. Não foi por outro motivo que involuntariamente tive uma ereção. Conjurei todo o autocontrole que me habitava para não passar minha mão por todo o seu corpo.

Quando me deitei na cama, desvencilhando-me dele, ele se mexeu. Virou de costas. Neste momento, pude ver a perfeição que era seu abdome. Certamente, ele vivia na academia. Tinha o “six pack” mais perfeito que havia visto na vida. Porém nada se comparava ao volume que se formava na sua virilha. Eu não pude distinguir se ele estava ou não com ereção matinal (muito embora não fosse de manhã). Era algo presente, imponente. Nesse momento, nem todo o autocontrole do mundo seria suficiente. Eu precisava senti-lo. Porém não quis dar bandeira. Bolei um plano um pouco mais elaborado que apenas meter a mão na sua rola.

Deitei-me novamente. Fingi que havia pegado outra vez no sono. Depois de uns minutos, despretensiosamente larguei minha mão na altura da sua virilha. Apertei levemente. Para minha surpresa, estava mole! Meu coração estava a mil, e eu estava nos céus. Depois de uns segundos, contudo, ele se mexeu de novo. Quase infartei. Ainda dormindo, ele resmungou algo e involuntariamente colocou sua mão sobre a minha. Fiquei imóvel, feito pedra. O problema (ou não) era que, com a mão dele fazendo peso, a minha apertava ainda mais a sua rola. Não demorou muito, senti ela ganhar volume. Quando mais ela crescia, mais minha mão apertava. Eu não conseguia acreditar, meu plano tinha funcionado mais que perfeitamente!

Depois de um tempinho, entretanto, comecei a duvidar da minha genialidade. Passei a cogitar que não havia sido tão involuntário quanto pensei o fato de Nicolas ter colocado sua mão sobre a minha. Afinal, com a sua pica já dura tal qual pedra, ele começou a fazer leves, quase imperceptíveis movimentos de vai e vem. Eu respondi apertando ainda mais firme a sua rola. Ele intensificou. Não tive coragem de olhar para o lado e ver se ele estava acordado. De qualquer forma, eu continuava nos céus. Ficamos assim por uns minutos. Minha mãe, contudo, fez-me cair de volte em mim. Deu três murros na porta do meu quarto, berrou para que acordássemos, para irmos ao clube. Tanto eu quanto Nicolas recolhemos nossas mãos. “Acordamos”, espreguiçamo-nos, sorrimos um para o outro. Demos bom dia, não tocamos no assunto.

No clube, as coisas pareciam normais. Muito embora não tivéssemos falado um “a” sequer sobre o que aconteceu, ou supostamente aconteceu, tratávamo-nos com a mesma leveza de antes. Não ficou o estigma de “fizemos burrada”. Nadamos, conversamos mais sobre direito, sobre futebol, sobre pessoas. Jogamos bola, jogamos vôlei. Quando começou a escurecer, avisei minha mãe que iríamos voltar para casa. Tínhamos que nos arrumar para irmos à festa. Ela consentiu, deu-me a chave do carro e disse que voltaria para casa somente no dia seguinte. Acredito que passaria a noite na casa de seu digníssimo. Fiquei feliz por ela.
Já em casa, dei uma toalha para o Nicolas, disse que ele deveria usar o meu banheiro, para não sujar o do quarto de visitas. Evidentemente que me aproveitei da situação. Não iria fazer nenhum avanço antes da hora, precisava sondá-lo antes. Essa era a oportunidade perfeita. Contudo, como não se pode unicamente depender da boa vontade alheia, também “dei meus pulos”. Queria, de uma forma ou de outra, ver aquele homem pelado. Pedi para que eu tomasse banho antes, ele aceitou, ficou no quarto jogando FIFA. Quando terminei, joguei todo o xampu fora (doeu-me o desperdício), porém deixei o vidro no box. Sai de toalha enrolada na cintura, disse que estava liberado.
Ele não foi logo, entretanto. Ficou no meu quarto, com o pretexto de “quero terminar essa partida”. Comecei a suspeitar de que, assim como eu a ele, ele me estava sondando também a mim. Decidi avançar na minha estratégia. Disse “bom, tendo em vista que esse é o meu quarto…” e soltei a toalha. Fiquei completamente pelado. Andei para lá e para cá, escolhendo a minha roupa. Fiz questão de pedir a opinião dele sobre cada peça que eu pegava. Certo momento, fingi que estava indeciso. Escorei-me no meu armário em uma posição que deixava minha bunda totalmente arrebitada, aberta. Podia sentir Nicolas me comendo com os olhos, feliz que caí na sua arapuca. Porém era a hora dele cair na minha. Ordenei que fosse tomar banho, caso contrário chegaríamos muito tarde na festa.
Dois minutos depois de o chuveiro ligar, escuto Nicolas me chamar. Minhas pernas começaram instantemente a tremer. Perguntei o que queria, ele disse que precisava de um favor, que eu deveria ir ao banheiro. Ao passar pela porta, tenho uma leve decepção. Por conta do vapor da água quente, o box embaçou e eu não pude vê-lo com a nitidez pretendida. Perguntei o que queria. Era, de fato, o xampu. Pelo menos meu plano havia, em parte, funcionado. Peguei um vidro novo no armário e fui entregá-lo a Nicolas. Quando estou bem próximo do box, para a minha surpresa ele se abre. Pude, enfim, ver aquele homem inteiro de uma vez. Creio que Nicolas percebeu que meu plano havia funcionado pela metade e não quis me deixar triste.
Ele era magnífico. Alto, forte. Tinha uma pele macia, sem nenhuma marca e nenhum pelo. Sua pica era esplendorosa. Grossa, grande, pesada. Ele era circuncidado, então sua cabeça ficava sempre exposta. Era uma cabeça enorme, imponente, proporcional ao resto da rola. Seu saco parecia o deu um boi, com duas bolas enormes, cheias de porra. Não conseguia tirar os olhos. Meu pau ficou duro em segundos. Nicolas percebeu que fiquei sem reação e falou “Gabriel… O xampu?”. Entreguei a ele e saí. Voltei a me arrumar, ainda incrédulo.
Infelizmente, por ora, nosso joguinho terminou por aí. Como nos atrasamos, tivemos que nos apressar. A festa era na fazenda de uma amiga minha, que ficava na beira do Rio Uruguai. Um lugar extremamente lindo. Ao chegarmos, apresentei Nicolas para todo mundo e começamos a beber. Bebemos de tudo: cerveja, vodca, licor, gin. Quando já estávamos mais para lá do que para cá, começamos a jogar verdade ou consequência. Começou conforme o esperado. Tive de beijar uma das minhas amigas. Nicolas beijou outra. As coisas foram esquentando e de beijo, passamos para oral. Nicolas chupou a amiga que beijei no início e eu chupei dois dos meus amigos ao mesmo tempo. Estava tudo dentro do esperado. Isto, até que perguntaram a Nicolas com quem dos meninos da roda ele transaria. Ele disse que com nenhum.
Essa resposta me emputeceu de uma forma sem precedentes. Tanto mais porque ele sequer explicou o porquê, apenas disse que com nenhuma. Como estava a ponto de explodir, levantei-me da roda, falei que iria tomar um ar. Sentei-me em um dos bancos que havia perto do rio, há uns 40 metros de onde o pessoal estava. Eu sentia que minha cara estava vermelha. Minhas mãos tremiam. Em menos de três minutos, Nicolas apareceu do meu lado. Queria saber se estava tudo bem. Eu não quis dar a ele o gostinho de ele ser o motivo da minha raiva. Coloquei um olhar de plenitude, olhei para ele e disse que sim. Apenas fiz a ressalva de que estava triste. Ele perguntou por que.
“Bom…”, falei, “achei uma pena que você não transaria com nenhum dos garotos da roda, porque, olha, sinceramente, eu sentaria em você igual uma cadela”.
Ele me arregalou os olhos.
“Sim, Nicolas”, continuei, “ia rebolar nessa tua pica até ela me deixar todo arregaçado e cheio de leitinho”. “Mas com uma condição”, adicionei.
“Qual?” perguntou.
“Que você me tratasse igual uma puta. Nada de ‘ai meu amor’, ‘tá doendo?’, ‘vou devagar, tá?’, nada disso. Teria que ser tapa na cara, chamar de vadia, e meter sem camisinha. Mas como você disse que não pegaria, então né…”
Nisso me levantei e fui indo embora. Ele ficou parado.
“Você não vem?”, indaguei.
Nicolas não me respondeu nada, apenas começou a me seguir.

Não durou mais muito, a festa encontrou o seu fim. Terminou antes do que eu esperava, confesso. Não eram nem três da manhã. Tivemos de ir embora. O caminho de volta para casa foi bem constrangedor. Nicolas não falava nada. Não conseguir repetir a naturalidade com que agiu quando se exibiu para mim no box. Eu tentava puxar assunto, mas nenhum vingava. Em determinado momento, desisti. Faltava uns 20 minutos para chegarmos em casa. Coloquei música e deixei rodar. A certa altura, ele solta “eu tenho namorada, tá?”. Novamente, fiquei incrédulo.
“Oi?”
“Eu tenho namorada, Gabriel. Aquilo que cê falou lá embaixo… Eu tenho namorada.”
“Sério que cê tá jogando isso na minha cara agora?”
“Não tô jogando nada na cara de ninguém, só tô falando”
“E onde tava tua namorada ontem à tarde, Nicolas? Cê adorou me ver pelado, não foi?”
“Cara, não é assim…”
“E cadê tua namorada quando cê se exibiu inteiro pra mim? Cadê ela quando cê ficou forçando minha mão no teu pau duro feito pedra, hein? Onde tava?”
“Não fala isso mano…”
“Ué, por que não? Agora vai me dizer que não aconteceu?”
“Aconteceu, mas não foi nada de mais, a gente tava só zuando.”
“Só zuando teu cu, Nicolas. Teu cu. Se a gente tava só zuando por que teu pau tava duro?”
Ele não falou nada…
“Sabe o que eu acho, Nicolas?”, continuei, “Cê tá cheio de vontade de comer e admite.”
Ele continuou quieto.
“Porra mano, cria um pouco de coragem. Se tu namora e tá querendo comer teu primo, claramente tem algo de errado com esse teu relacionamento.”
“Só entenda que eu tenho namorada…”
Nesse momento eu me irritei e não falei mais nada. Perdi um pouco do respeito que eu criei. Ele era um legítimo bunda mole, pau mandado. Chegamos em casa, fui direto para o meu quarto. Ele foi para o dele. Como eu estava com muita raiva, não consegui dormir. Aparentemente ele também não. Depois de uns quarenta minutos, vejo uma mensagem no meu celular “sua mãe vai dormir fora de casa hoje?”. “Sim”, respondi. Ele não falou mais nada. Quinze minutos depois, aparece outra mensagem “tô indo aí”. Fiquei nervoso, pensei que ele fosse querer discutir ou tirar satisfação.
Ele chegou no meu quarto, entrou, trancou a porta. Ficou parado na frente da minha cama, olhando fixo para mim.
“Aquilo que cê falou… Foi pra valer?”
“Foi.”
“Então tira a tua roupa.”
Olhei para com cara de dúvida, sem entender o que estava acontecendo.
“Tira a tua roupa, caralho!”
“Nicolas…?”
“Tu não falou que queria ser tratado igual uma puta? Então cala essa boca e tira tua roupa.”
A partir daí, percebi que, ao menos nessa noite, eu já não mandaria mais em mim. Ao menos nessa noite, Nicolas seria o meu dono e eu faria o que ele me mandasse fazer. Fiquei pelado. Ele ainda estava vestido. Olhava para mim como se eu fosse sua caça. Ele ainda estava decidindo o que faria comigo.
“Fica de quatro.”
Escorei-me na parede, fiquei de quatro, como meu macho ordenou. Ele alisava minha bunda, batia em mim, passava o dedo no meu cu, tudo sem dizer uma só palavra. Em certo momento, sinto seu dedo entrando em mim. Não pude evitar, soltei um gemido.
“Sem gemer.”
Tentei me segurar, mas quanto mais ele enfiava, mais eu gemia.
“Sem gemer, vadia!”, e me deu um tapa.
Com seu dedo inteiro em mim, começou um movimento de vai e vem. Novamente, não consegui aguentar, gemi fino.
“Filho de uma puta, já disse pra não gemer. Toda vez que gemer, vai levar um tapa.”
Por mais que o seu tom foi de ameaça, para mim soou como um incentivo. Nicolas acelerou o vai e vem e eu intensifiquei os gemidos. Minha bunda ficou em carne viva de tanto tapa que levei. Quando mais ele me batia, mais tesão parece que sentia. Em dado momento ele tirou o dedo de mim, colocou seu pau para fora, lubrificou meu cu com cuspe e enfiou tudo de uma vez. Foi uma das piores dores que senti. Porém, estava servindo o meu macho. Não tive a audácia de pedir para ele tirar seu mastro do meu cu.
“Tá doendo, puta?”
“Não, tá gostoso”
“Então geme pro teu macho, vai”
Nunca gemi tanto na minha vida. Eu adoro levar pica no seco. Depois que a primeira dor passa, cada estocada fica mil vezes mais prazerosa que com lubrificante. Eu gemia feito uma vadiazinha, feito uma cadelinha, feito uma putinha. Gemia fino na orelha do meu macho. Ele urrava feito um boi, falava grosso no meu ouvido, que eu era a menininha dele. Quando Nicolas cansou de me comer de quatro, me colocou de frango assado. Foi uma sensação indescritível. Ele apertava meu pescoço, me deixava quase sem ar. Dava tapa na minha cara. Eu não aguentava ficar um minuto sem pedir rola. Aquilo estava me deixando em êxtase. Quando ele acelerou as metidas, e intensificou a força dos tapas e dos apertos que me dava, senti que iria gozar. Não levou muito tempo, gozei junto com ele, sem nem tocar no meu pau. Foi a primeira vez que isso me aconteceu.
Depois de satisfeito, ele deixou a sua personalidade dominadora de lado e se tornou a pessoa mais doce do mundo. Perguntou se eu estava bem, se ele havia me machucado, se havia ido longe demais. Disse que não, que foi tudo perfeito. Ele me confidenciou que fora a melhor transa da sua vida. Disse a ele que a recíproca era verdadeira. Tomamos banho e dormimos juntos, pelados, de conchinha. Obviamente transamos muito naquelas férias. Também comi o seu cuzinho, que era virgem. Se quiserem, conto essa história também.

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