Exibindo esposa puta na praia

Estavamos em Cancún com dois casais de amigos. Naquele último dia de viagem a Mari se destacava com seu biquíni pequenino, de cortininhas. Ela se justificou para as amigas dizendo que queria se queimar mais, pois não tinha gostado das marcas deixadas pelos outros biquínis e queria cobrí-las. As meninas obviamente sacaram que Mari queria mesmo era se exibir e descontar o fato de que no dia anterior uma

delas tinha ido à praia com um biquíni super provocante também. Todos comiam a Mari com os olhos aquela tarde. Não gosto desses exibicionismos quando estamos com amigos. Normalmente, só fazemos quando estamos sem conhecidos por perto. Eu confesso que estava um pouco constrangido, pois não eram só desconhecidos olhando minha mulher, mas meus amigos também. Suas esposas, ambas com corpos menos bonitos, estavam bem irritadas percebendo que os maridos não tiravam os olhos de Mari.

Ao se deitar na espreguiçadeira para tomar sol de bruços, Mari antes empinava a bunda, demoradamente, até finalmente se deitar Já quando ia tomar sol de frente, ou mesmo quando se levantava, ela ficava ajeitando toda hora as alcinhas da tanga, puxando, deslizando os dedos pela alça, para marcar bem o capô da xoxota. O biquíni amarelo molhado às vezes entrava um pouquinho na racha da bocetinha toda raspada. Ela fazia com naturalidade, como que sem perceber o despudor da

 

cena, como se estivesse preocupada só com o bronzeado. Meus amigos disfarçavam para olhar. Ficavam num conflito, não sabiam se olhavam para as esposas, para mim, ou para minha mulher. E eu via tudo, me fingindo de sonso. Uso bermuda (sempre tive vergonha do meu pinto pequeno), mas meus amigos estavam de sunga. Uma hora deu pra ver o volume crescendo na sunga do Carlos, o pau dele quase

duro. A Mari percebeu. Ele entrou na água pra disfarçar. Felipe, nosso outro amigo, estava até mais audacioso com seus olhares, arriscando mais. E o Felipe tem pau grande, mesmo mole fazia um baita volume na sunga. Mari cochichou no meu ouvido, rindo, baixinho: “Amor, acho que teus amigos tão gostando do meu biquíni, vc não se importa né?”.

O sol foi baixando e eventualmente eu e Mari subimos pro quarto. Ela estava louca para dar. Nessas horas, tenho certeza que ela se ressente em não ter ao seu lado um macho pintudo que a foda da forma que ela merece e tenho certeza que ela, principalmente nessas horas, cogita seriamente realizar minha (na verdade nossa já) fantasia de dar para outro. Mas enfim. Isso ainda não fizemos, talvez nunca façamos.

“Sua vagabunda safada, ta toda excitada por se exibir pros caras né?”, disse a ela enquanto tirava seu biquíni e dedilhava sua xoxota que quase escorria de tão molhada. Ela, gemendo e sussurrando manhosa, enquanto me beijava, não se importava em confessar “Ai amor, vc viu os machos querendo comer sua putinha?”
Eu: “Você é uma putinha mesmo né, então fala pra mim fala, fala que teu negócio é dar, que vc gosta é de caralho, fala pra eu ouvir da tua boca”
Ela:”Sou puta amor, sou putinha, sou putinha de quem quiser comer”

Nisso já estávamos na cama e eu já estava penetrando ela, na posição frango assado, toda arreganhada, olhando nos olhos dela, e ela nos meus. Como meu pau tem só 12 cm, posso botá-la de frango assado e ir com tudo, batando a pélvis no quadril dela, que ela não sente dores (ela já me disse uma vez que se o cara é pintudo, nessa posição ele tem que ir com cuidado, porque entra tudo).

Enquanto eu a comia e olhava em seus olhos perguntei, em tom afirmativo, se ela queria dar pro Carlos e pro Felipe. Ela, gemendo e me olhando com cara de safada, disse que queria, que adoraria dar pra eles: “Quero amor, quero seu corninho, queria os dois aqui me comendo gostoso”

Eu seguia socando a pica na buceta dela: “Reparou no pau deles né sua putinha?” Ela: “Reparei amorzinho, reparei muito, queria o pintão do Felipe me arrombando toda, traz ele aqui amor, traz, arruma um pintão pra me foder, arruma” Eu: “Sua vagabunda, geme pra mim vagabunda, sua safada”
Ela: “Ai amor, então me fode com esse pintinho me fode, vai, vai, não para corninho, não para, mas me arruma também um pintão, arruma um macho pra me foder, amor”. E sempre gemendo: “Eu sou puta, sou putinha, chama o Felipe amor, chama aquele gostoso pra mim, quero dar o cuzinho pra ele enquanto vc bate punheta”
Eu: “Trago, vc vai dar gostoso pra ele vai, vai rebolar na pica dele vai amor, quero ver vc gemendo bem alto”
Ela: “Quer me ver sendo fodida por um macho de verdade, quer amor?” “Gosta de ser corninho, quer que eu dê gostoso pros teus amigos então eu dou, eu dou, eu dou tudo que vc quiser!” “Mete esse pintinho, mete esse pintinho seu corno, mete na sua puta, mete!” “E depois deixa o Felipe e o Carlos me comerem amor, deixa, deixa amor, ai, ai, porque eu sou muito puta…”

Olho no olho. Durou dois minutinhos. Inundei a buceta dela de porra. Transa encerrada, banho, jantar em grupo, sem assanhamentos, como se nada tivesse acontecido. Felipe e Carlos super travados, devem ter tomado broncas das esposas. Nem olhavam para os lados. Vida que segue. É só fantasia.

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