Minha mulher e meu amigo

Noite quente! Ela chegou em casa e foi tomar banho. Colocou uma calcinha e um vestido bem leve por cima. Estava sozinha em casa! Eu tinha ficado trabalhando até mais tarde, mas havia combinado com o Renato de vir tomar uma cerveja em casa.

Tocou a campainha. A Shirley foi atender e era o Renato. Ele estava de bermuda e chinelo e, na hora de cumprimentá-lo, deu um beijinho e sentiu o perfume dele…

O Renato falou para ela que, devido ao calor, tinha passado em casa para tomar um banho…

Na hora, com o perfume, com aquela bermuda Shirley lembrou das fotos do pau dele que ela tinha visto e ficou com a bucetinha molhada.
Entraram, ela pegou uma cerveja para ele e ficaram conversando.

De repente, a cerveja caiu e ela foi buscar um pano para secar o chão. Como o vestido era largo, ao se inclinar, o Renato pode ver os biquinhos de seus seios… isso o deixou extremamente excitado…

Ela foi para a cozinha pegar outra cerveja e ele aproveitou para ir atrás…. Chegando na cozinha, ele não mais se controlou e agarrou-a por traz e beijou sua nuca… Em seguida sua orelha… suas mãos logo alcançaram seus peitos… ela soltou um gemido, não ofereceu resistência, porque tudo aquilo: lembrar das fotos do pau, sentir o perfume, as mãos dele em seus seios e ainda sentindo o pau dele duro encostando em sua bunda, deixou-a muito excitada…

As mãos dele entraram por seu vestido largo e seus dedos alcançaram os bicos dos seios que já estavam entumecidos… sentiu sua xaninha pegar fogo… e ele continuava beijando a nuca e as orelhas….

Então, ele a virou devagar, mas sem parar de acariciar seus bicos e beijou-lhe a boca… a respiração dos dois estava acelerada e ela gemia deliciosamente… isso o deixava mais excitado ainda…

Ele desceu uma das alças do vestido, deixando os seios dela de fora e começou a chupa-los, ao mesmo tempo que enfiava a mão por baixo do vestido e começava a acariciar sua xaninha…

Ela segurou seu pau por cima da bermuda com força e tesão…. Ficaram um longo tempo nestas carícias… ela já enfiara a mão por dentro da bermuda para segurar melhor seu pau… sentia que o tamanho e a grossura eram maiores que o pau que estava acostumada…. Enquanto ele enfiando a mão por dentro da sua calcinha, acariciava sua buceta, hora enfiando um dedo, hora dois dedos e em outros momentos, brincando com seus lábios salientes…

Ai ele a encostou na pia, levantou seu vestido e baixou sua calcinha… ficou uns instantes admirando aquela buceta deliciosa, sem esquecer de continuar a acariciar o biquinho de seu peito.

Ela terminou de tirar a calcinha dos pés e abriu um pouco as pernas… então ele se agachou e começou à chupa-la….

Ela não ofereceu resistência. Resolveu aproveitar de vez o prazer do momento e os carinhos legítimos e guardados há tanto tempo pelo Renato. Tirou o vestido de vez. Ficou nua, recostada na pia, meio torta por conta da perna aberta. Renato levantou-se, beijou-a, novamente. Afinal tantos anos esperando pelo momento! Pego-a pela mão e conduziu-a até a sala. Abriu espaço na ponta da mesa e deitou-a. Sentou-se à cabeceira e abriu suas pernas. Foram cerca de 5 minutos chupando aquela boceta tão esperada. Shirley abriu espontaneamente as pernas confirmando que a resistência havia terminado. Ele se fartou ali como se estivesse num banquete. A boceta molhada pronta para a penetração. Mas ainda podia esperar um pouco mais: Ele se levantou, avançou novamente até a boca dela e, novamente, mais um beijo, enquanto a mão acariciava suas coxas que, sempre, lhe chamaram a atenção. Principalmente quando bronzeadas.

Pediu para que levantasse e, desta vez, conduziu-a até o sofá, porém, desta vez, ele sentou-se na beirada. Ela entendeu. Ajoelhou-se no meio de suas pernas e começou a passear sua língua pelas coxas dele. Beijinhos. Depois na região da virilha. Mais beijinhos. Chegou aos testículos que mereceram mais tempo. Ela lambia para cima, para baixo, contornava as bolas. Ele sentia a respiração dela ali naquela região tão sensível. O membro mais rijo, ainda. Ela subiu a língua da base para o topo do pau. Ali mais um beijinho, uma rodada de língua e lentamente deixou seu pau sumir dentro da boca. No clima de alta excitação forçou para que sentisse sua glande o mais fundo possível em sua garganta. Seus lábios chegaram às bolas. Renato com a mão em sua cabeça fazendo carinhos, como sempre. Aí, no limite, ele arrastou-a para o quarto. Não havia mais como segurar: deitou-a, abriu bem suas pernas dobrando-as como se fosse uma ‘perereca’.

Bem nessa hora ouviram ruído na garagem. Desconfiaram ser eu chegando mas continuaram. Bem aberta e ensopada aquela bocetinha recebeu o pau do Renato, todo, até o fundo. Ela sentindo-se bombardeada naquele vai e vem, gozou uma vez… Renato não parava e ela gozou, novamente… aí o Renato sim, não resistiu, e fez o que queria fazer há anos. Encheu aquela boceta de esperma quente, num gozo latejante que Shirley, confessou depois, ter percebido intensamente.

Quanto cheguei ao quarto peguei os dois, no pós gozo, abraçados, se refazendo. Confessaram que me ouviram chegar, mas não pararam. Afinal eu sabia dessa vontade do Renato há tempos e tinha vontade que acontecesse. Sempre desejei que outro homem pudesse sentir o calor da xana da Shirley. Ela, finalmente, entendeu ser um desejo honesto e sincero e me presenteou com o fato. E se sentiu presenteada, confessou depois.

Mas ainda no momento, ao ver aquela cena, meu pau endureceu na hora. Não tive dúvidas: tirei a roupa e avancei para a Shirley, levando meu pau até sua boca. Ela não hesitou. Começou a mama-lo de forma mais intensa que o habitual. Estava sob o tesão da situação. Renato, foi até o banheiro, por minutos, e ao voltar me viu de pé, na beira da cama, e ela de quatro me chupando. Ele não teve dúvida, aproximou-se por trás dela e começou a passar a cabeça de seu pinto na xaninha… ainda receptível… o seu pau foi ganhando volume novamente… ele me perguntou se havia KY no quarto. Disse-lhe que sim e onde, enquanto continuava a receber o boquete da Shirley. Ela ouviu tudo e não ofereceu resistência. Achou que previu o que aconteceria. Renato passou com delicadeza que lhe peculiar o lubrificante no cú dela. Primeiro externamente, depois com um dedo, depois já com dois dedos e um pouco mais para dentro. Isto acontecia com o seu pau ainda na boceta dela. Se preparando. Depois o inevitável: ele tirou o pau da boceta dela, apontou no cuzinho e, lentamente, foi empurrando o mastro para dentro dela. Ela ainda arrebitou para facilitar. Realmente ela estava possuída de tesão. E aí, o vai vem simultâneo teve sequência… eu sentindo o boquete dela e vendo o Renato enterrando o pau no cú da Shirley. Ela recebendo o carinho simultâneo de duas pessoas que gostam muito dela. Um pinto na boca, uma pica no cú. O Renato se fartando com aquela bunda tão desejada, há anos… Não foi simultâneo, mas os três gozaram. E uma curiosidade: desta vez a Shirley engoliu a minha porra. Dificilmente faz isto. Mas acho que o clima de tesão fez minha esposa se transformar. Me surpreendeu. Relaxamos. Eu e o Renato novamente enchemos a Shirley de carinho pós-trepada para que soubesse e sentisse quanto foi importante o momento. Ela totalmente relaxada foi ao banheiro tomar uma ducha. Voltou nua. Eu e o Renato fizemos o mesmo e depois descemos os três, nus, para tomar outra cerveja já que aquela já havia esquentado.

Sentamos, conversamos um pouco e o Renato, após uns 30 minutos, disse que nos deixaria a sós. Para o nosso momento. Confessou estar feliz por ter vivido o momento, agradeceu e valorizou muitas vezes a Shirley. Ela estava solta. Radiante. Leve. Feliz. Visivelmente. Renato colocou sua roupa e se foi. Me disse que nem precisava acompanha-lo até o portão. Pediu que abrisse o portão com o controle remoto para que continuássemos lá, nus, na sequência da noite. Pediu, apenas, que rolando mais sexo enviasse uma foto dela. Coisa que sempre quando pode pede, mas nunca enviei por acordo com a Shirley.

Vimos ele ir embora, protegidos pela cortina da sala, e não resisti. Relembrando de tudo o que havia visto há pouco puxei a Shirley pela mão e fomos para o quarto. Lá comecei a toca-la dizendo que também queria comer seu cú e, até estranhei, ela não resistiu. Realmente estava de um jeito diferente, num astral mágico, leve, sorridente, feliz e, sobretudo, safada no melhor sentido da palavra. Sentei-me na beirada da cama e ela mesma passou o lubrificante em seu cú enquanto me masturbava vendo aquilo. Ela veio de frente, encaixando minha piroca no seu cu e escorregando pau abaixo. Cavalgou até gozarmos… ato continuo tombamos com meu pinto ainda encaixado, até espontaneamente sair dela…

Fiquei pensando, repleto de prazer, ela, minha esposa, realizou meu sonho de há anos. Deu para 2 pessoas na mesmo dia. Ainda lembrava que há menos de uma hora outra pica havia estado dentro dela. Com aqueles pensamentos adormeci assim mesmo…
No dia seguinte, ao despertar, lembrei-me de cuidar bem daquele tesouro que estava ao meu lado. Levantei-me e fui ao banheiro para um banho e ir buscar algo para valorizar o café da manhã, que resolvi presentear para ela. Ela ainda dormia, nua. Parece que eu ‘via’ a boceta inchada pelo esforço da noite anterior…

Aquilo me enchia de satisfação. Estava feliz.

Fui para o banho cheio de lembranças agradáveis…

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