Era uma noite abafada de verão quando minha amiga Ana me chamou pra casa dela. Nós nos conhecíamos há uns três anos, não éramos super próximas, mas já tínhamos saído pra beber várias vezes e falado abertamente sobre nossa vida sexual.
Eu sou branca, pequena, magrinha, 1,55m, 48kg, pele clarinha, peitinhos pequenos e pontudos com mamilos rosados, bucetinha raspadinha bem rosada e apertadinha, cuzinho virgem bem fechadinho e rosado, bunda redondinha e empinada. Ana é morena gostosa, curvilínea, seios grandes e pesados, buceta sempre molhada quando a gente conversa de sacanagem.
Ela começou a falar do namorado, o Juan, mexicano alto de 1,90m, acima do peso, barrigão grande e macio de cerveja, pele morena escura, barba por fazer, cheiro forte de macho suado, e uma pica monstruosa de 22cm de comprimento e grossa como meu pulso, veias saltadas pulsando, cabeça roxa enorme, prepúcio puxado pra trás, bolas pesadas e cheias de porra grossa e quente.
– Sabe, ele tem essa fantasia louca de foder uma garota branca magrinha e pequena como você, bem apertadinha, enquanto eu assisto e me toco – Ana disse com a voz rouca, os olhos brilhando de tesão.
Eu senti a bucetinha já molhar só de imaginar.
– Sério? E você topa ver ele rasgando minha bucetinha com essa pica mexicana? – perguntei, já imaginando a verga grossa esticando tudo.
– Topo pra caralho se você topar, eu quero ver ele enchendo sua bucetinha de porra quente – ela respondeu, mordendo o lábio.
Depois de mais cervejas e conversa safada, eu concordei. – Tá bom, vamos fazer isso. Quero sentir essa pica grossa rasgando minha bucetinha apertada e depois meu cuzinho.
No dia seguinte eu fui até a casa deles. Entramos no quarto grande com cama king size. Conversamos um pouco, o clima pesado de tesão no ar. Juan estava só de cueca preta apertada, a barriga grande estufando, a pica já meia dura marcando. Ana sentou do lado dele na cama, olhou pra mim com um sorriso safado, enfiou a mão dentro da cueca dele, agarrou a pica grossa e começou a masturbar devagar, subindo e descendo a mão na verga veada, o polegar espalhando o pré-porra na cabeça roxa.
– Olha só que pica deliciosa, vem cá chupar essa rola grossa pro meu macho, sua putinha branca magrinha – Ana me chamou, tirando a pica pra fora. A pica saltou dura pra caralho, pingando pré-porra transparente, o cheiro musk forte de pau suado e bolas pesadas enchendo o quarto.
Eu me ajoelhei no chão frio, a boca já salivando pra caralho. – Caralho, que pica monstruosa, tá pulsando, que cabeça roxa gostosa – sussurrei, e comecei a lamber devagar a cabeça inchada, lambendo o buraco que jorrava pré-porra doce, depois chupando só a cabeça, abrindo a boca o máximo possível, engolindo centímetro por centímetro, a pica esticando minha garganta apertada, eu engasgando forte “gluck gluck gluck”, lágrimas escorrendo, saliva grossa escorrendo pelo queixo e pingando nos meus peitinhos pequenos.
– Isso, engole essa pica toda, sua vadia branca, chupa fundo – gemia Juan com voz grossa de mexicano, a mão grande na minha nuca empurrando mais fundo, as bolas pesadas batendo no meu queixo.
Eu mamava como uma puta faminta, subindo e descendo a cabeça, a língua enrolando nas veias saltadas, chupando as bolas pesadas uma de cada vez, lambendo o saco suado, voltando pra pica, mamando forte, a boca fazendo barulho molhado e obsceno. Ana se afastou um pouco, sentou na poltrona do canto, abriu as pernas grossas, enfiou a mão dentro da calcinha molhada e começou a se masturbar devagar, os dedos grossos esfregando o grelinho inchado, gemendo baixo enquanto assistia.
Eu chupei por uns bons dez minutos, a garganta acostumando com a grossura, engolindo até o fundo, o nariz encostando no pelo pubiano escuro dele, o cheiro forte de macho me deixando louca. Depois eu montei nele. Juan deitado de costas, barrigão grande e macio subindo e descendo, eu completamente nua, minha bucetinha raspada pingando mel pra caralho. Eu segurei a pica grossa com as duas mãos, esfreguei a cabeça roxa na entrada molhada da buceta, depois desci devagar, a cabeça abrindo meus lábios rosados, esticando a bucetinha apertada pra caralho.
– Aaaaiii caralho, tá rasgando minha bucetinha, que pica grossa pra porra, tá enchendo tudo, tá fundo demais! – gritei desesperada, descendo centímetro por centímetro até encaixar a pica inteira, a barriga dele contra a minha barriga magrinha, eu rebolando devagar, sentindo ele me preencher completamente, a cabeça batendo no fundo do útero.
Eu fiz a maior parte do trabalho porque ele era gordo pra caralho, subindo e descendo o quadril, rebolando gostoso, os peitinhos pulando, a buceta fazendo barulho molhado “ploc ploc ploc squish” com o mel escorrendo.
– Fode essa bucetinha apertada, usa essa putinha magrinha branca, mete fundo! – incentivava Ana da poltrona, os dedos agora enfiados fundo na buceta dela, o barulho molhado da masturbação dela enchendo o quarto.
Eu gozei uma vez assim, o corpo tremendo inteiro, a buceta apertando a pica dele como um torno, o gozo escorrendo quente pelas coxas. Depois eu desci, chupei de novo, limpando minha própria porra da pica, lambendo tudo, engolindo meu mel misturado com o pré-porra dele.
Então ele me colocou de quatro na cama. Eu de quatro, bunda empinada, arquando as costas, a bucetinha pingando, o cuzinho piscando. Ele se posicionou atrás, a barriga grande batendo nas minhas costas, a pica grossa entrando na buceta de uma vez só, metendo forte, as bolas pesadas batendo no meu grelinho inchado.
– Isso, fode minha bucetinha, rasga ela, enche de porra mexicana! – eu gemia desesperada, rebolando contra ele.
Ele metia com força, o pau entrando e saindo, esticando a buceta, eu gozando de novo, a buceta esguichando mel quente, o corpo se acabando. Depois de muito foder, ele gemeu rouco – Vou gozar pra caralho, porra! – e encheu minha buceta de porra quente, jatos grossos e quentes jorrando fundo, enchendo até transbordar, a porra branca grossa escorrendo pelas minhas coxas magrinhas, pingando no lençol.
– Aaaahhh que delícia, encheu minha bucetinha toda de porra quente, tô cheia pra caralho! – eu gemi, apertando a buceta pra sentir a porra escorrendo.
Ele tirou a pica devagar, a porra jorrando pra fora da buceta inchada, e posicionou a cabeça roxa na entrada do meu cuzinho apertado e virgem.
– Agora quero esse cuzinho apertado, sua safada branca, vou rasgar ele – ele disse, a voz grossa.
Eu, louca de tesão, com a buceta ainda pulsando e cheia de porra, respondi – Sim, fode meu cuzinho, mete essa pica monstruosa no meu cuzão apertado, mesmo doendo pra caralho, eu quero sentir você rasgando tudo!
Ele empurrou devagar, a cabeça grossa abrindo o anel rosado do cu, doendo pra porra, eu gritando – Aiiii caralho, tá doendo demais, tá rasgando meu cuzinho, mas não para, fode ele, mete fundo! – lágrimas escorrendo dos olhos, a dor misturada com um prazer intenso e sujo que me fazia tremer inteiro. A pica entrou centímetro por centímetro, rasgando o cu virgem, até encaixar toda, as bolas batendo na buceta cheia de porra.
Ele começou a meter no cu, devagar no começo, depois mais forte, cada estocada me fazendo gemer desesperada – Ai ai ai caralho, que pauzão no cu, tá rasgando meu cuzão, goza no meu cu, enche de porra! – o corpo se acabando de gozar, o grelinho pulsando, a buceta pingando porra e gozo quente, o cu apertando a pica como um vácuo.
Agora vinha a parte que eu mais queria: ele metia forte no cu por uns minutos, eu gozando sem parar, choramingando, depois ele tirava a pica quase toda, só a cabeça roxa dentro do cu. Eu começava a rebolar a bunda gostoso, twerkando pra caralho, a bunda treme ndo, e enquanto rebolava eu peidava alto “prrrrt prrrrt”, o peido fedido de cu fodido e rasgado saindo quente, e um pouco de bosta marrom macia saía junto, sujando a cabeça da pica, escorrendo devagar.
– Porra, que puta safada, peidando e cagando no meu pauzão, que delícia! – ele ria excitado pra caralho, a pica pulsando.
Enquanto eu peidava eu rebolava mais forte, o peido saindo com a bunda tremendo, mais bosta saindo um pouquinho, o cheiro forte de bosta e porra misturado enchendo o quarto, eu gemendo – Aaaahhh, tô peidando e cagando no seu pau, fode mais, mete forte nesse cu cagado!
Ele voltava a meter forte “plap plap plap”, fodendo o cu sujo de bosta, a bosta servindo de lubrificante sujo, eu gritando de prazer e dor – Aaaaahhh caralho, fode mais forte, mete até o fundo nesse cuzão peidado e cagado, eu tô gozando pra porra! – o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo, gozando forte, a buceta esguichando porra velha e gozo novo.
Ele repetiu isso muitas vezes: tirava devagar, eu rebolava twerkando desesperada, peidava alto e cagava um pouquinho mais, a bosta marrom escorrendo pela pica grossa, eu rebolava enquanto peidava, o peido “prrrrt prrrrt ploc” saindo com a bunda treme ndo, ele ria – Que safada peidada, cagando no meu pau, que cheiro de cu fodido gostoso! – e voltava a meter forte, batendo a barriga na minha bunda, as bolas batendo na buceta pingando.
Fizemos isso umas quinze vezes seguidas, cada vez mais intenso, eu gozando a cada ciclo, o cu ficando mais largo, mais sujo, mais peidado, mais gostoso, o cheiro de sexo, porra, bosta e suor enchendo tudo, Ana na poltrona se masturbando louca, os dedos enfiados fundo, gozando várias vezes só de assistir.
– Isso, fode essa putinha branca, rasga o cuzão dela, faz ela peidar e cagar na sua pica! – Ana gemia da poltrona, os seios grandes pulando enquanto ela se tocava.
Finalmente Juan não aguentou mais, meteu fundo pra caralho, as bolas apertando contra a buceta, e gozou dentro do cu, jatos quentes e grossos de porra mexicana enchendo o cuzão rasgado, misturando com a bosta, o cu transbordando.
Eu gritei alto, chorei de tanto prazer e dor, o corpo se acabando inteiro – Aaaaaahhh caralho, tô chorando de gozar, goza no meu cu, enche de porra quente, tô gozando pra porra com o pau no cu! – o corpo tremendo descontrolado, o grelinho pulsando forte, a buceta esguichando gozo, o cu apertando a pica, lágrimas escorrendo, gritos roucos, gozando intensamente enquanto ele enchia o cu de porra.
Ele tirou o pau devagar, e eu expeli tudo: a porra branca grossa jorrou pra fora misturada com bosta marrom, peidando forte “prrrrt prrrrt ploc ploc”, a porra e a bosta escorrendo pelas coxas, eu rebolando ainda, expelindo o sêmen dele todo, o cu piscando e cuspindo a mistura suja.
– Isso, expulsa a porra toda, sua putinha cagada e peidada, que delícia! – Juan gemeu, a pica ainda dura e suja.
Ana se levantou, veio até mim, me beijou na boca profunda, a língua entrando, sentindo o gosto da porra e do cu fodido, – Delícia pra caralho, adoro sentir o gosto da porra do meu namorado misturada com o cu da putinha branca que ele acabou de rasgar e encher.
Eu fiquei ali, ofegante, o cu doendo e pulsando, a buceta ainda cheia de porra, o corpo mole de tanto gozar, chorando de prazer, enquanto Ana me beijava e Juan batia na minha bunda suja.
Foi a experiência mais intensa da minha vida, exatamente como eu queria, com ele enchendo a buceta de porra primeiro e depois rasgando o cu com toda a sacanagem possível, que eu nunca imaginei participar na vida.