Rodízio de caminhoneiros

Me chamo Carlos (nome fictício), moro em Belo Horizonte, houve uma época da minha vida que eu trabalhava em outras cidades, houve uma vez que foi necessário eu ir prestar um serviço para a empresa onde eu trabalhava no interior de Minas, o serviço foi algo complexo demandou quase um dia todo lá e só terminei de noite, fui para o hotel e como estava doido para chegar em casa logo decidi vir embora, sai do hotel por volta de 22 horas, como estava de noite e não fazia frio coloquei minha bermuda de jogar futebol, botei uma camisa e fui em direção a estrada. Era por volta de meia noite quando eu comecei a ficar sonolento então decidi achar um local para passar o per-noite pra evitar quaisquer acidente, encontrei um pequeno motel daqueles de beira de estrada que ficava na frente de um posto de gasolina, fui na recepção aluguel um quarto a moça então me informou que havia um quarto simples e sem chuveiro que ele havia quebrado e eles iriam trocar apenas no outro dia, perguntei a ela então onde eu poderia tomar um banho e ela me indicou o posto de gasolina atravessando a BR, fui lá e perguntei para o frentista sobre um local para tomar banho, ele me indicou onde ficava os banheiros, um pouco mais afastado do local e disse que não tinha cobrança, mas que também não reparasse a bagunça

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porque o faxineiro ia embora as 18 horas e alguns caminhoneiros tomavam banho após esse horário. Agradeci e prontamente me dirigi ao banheiro, ele era de fato um pouco mais afastado do posto, ficava próximo onde estavam estacionados os caminhões, entrei lá totalmente sem intenção de trepar, mas se acontecesse fazer o que. Havia um pequeno espaço para tirar as roupas antes de ir pra a área do chuveiro e percebi que havia algumas roupas já caídas lá, entrei direto e para minha surpresa havia um homem gordo, totalmente peludo com sua barba por fazer, a parte que me fez congelar é que ele estava de pau duro batendo punheta, eu não acreditei quando vi aquele macho extremamente gostoso batendo numa no chuveiro, ele parecia ter 1.87cm, todo peludo, era forte, tinha uma bunda linda e um cacete que parecia ter uns 18 centímetros. Quando ele me viu parado olhando acenou com a cabeça me chamando pra perto dele, eu me aproximei com o coração saltando. Eu cheguei mais perto.

– Gostou? – perguntou ele segurando na base dando a impressão que o pau dele era bem maior.
– Si… Si… Sim. – respondi balbuciando.
– Pode mamar então. – disse ele – Tira a roupa e vem tomar banho junto comigo.
– Mas e se chegar alguém? – perguntei nervoso.
– Relaxa cara, já é tarde, não aparece mais ninguém aqui. – disse ele – E qualquer coisa você pode fingir que estava tomando banho.
Mesmo aflito eu concordei, tirei minha roupa e entrei no chuveiro, abaixei e comecei a mamar aquele cacete gostoso, ele me colocou de quatro e começou a enfiar o dedo no meu cu enquanto eu mamava aquela rola, eu passei a mão naquele corpo peludo e forte, meu pau estava estourando de duro e continuei mamando e passando a mão então ele me levantou e me mandou encostar na parede.

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– Encosta e arrebita esse cu pra mim que agora eu vou meter. – disse ele me pegando e me encostando na parede, ele colocou a cabeça e disse que ia meter, então ele colocou a cabeça e começou a enfiar centímetro por centímetro, a pica dele era mais grossa que eu imaginava e custou a chegar nas bolas, ele meteu assim por uns cinco minutos até que me colocou de quatro com a mão no chão e segurou minha cintura e começou a meter de verdade quando de repente escutei a porta abrir, fui levantar, mas ele colocou a mão nas minhas costas e não me deixou levantar e nisso entrou três caminhoneiros, eles olharam aquela cena e riram.
– De novo Valtão? Tu é vidrado num cu de viado em. – disse o homem rindo.
– Olha quem fala né, semana passada foi você Paulão, descendo cacete num cuzinho aqui. – disse Valtão voltando a meter. Os outros homens com Paulo eram Ricardo e Renato. – Vai querer comer também?

Eles começaram a tirar a roupa e vieram pro meu lado, todos eram mais ou menos do porte de Valtão, exceto Renato que tinha a rola maior.
– Deixa esse cu aberto aí pra mim pica entrar gostoso, odeio viado fechado. – Renato disse rindo.
Depois disso só me lembro de começar a mamar os dois que entraram. Eu estava parecendo um boneco inflável porque estava revezando entre dar o cu pra um e mamar os outros dois enquanto eles comentavam sobre as viagens, de vez em quando eu sempre recebia um tapa na bunda de um deles. Foi então quando a porta abriu de novo e o frentista estava lá parado.

– Vai querer participar também Tiago? – perguntou Valter. A partir daquele momento meu cu e minha boca não era mais meus, eu estava a merce daqueles machos que me comiam e me davam rola, hora de quatro pra um, hora sentado, Valter e Tiago foram tentar fazer uma dp, mas eu não aguentei. Depois disso um a um começaram a gozar no meu rabo me fazendo mamar o cacete deles cheio de porra e com gosto do meu próprio rabo, eu estaba com as pernas bambas de tanta rola que eu havia levado, mas Valter ainda não tinha gozado, ele me colocou contra a parede e deu a saideira de pica enfiando até o talo, naquele momento não havia mais obstrução, eu estava completamente aberto. Eu comecei a me punhetar, depois de dois minutos eu gozei, Valter selou com porra o que os outros tinham feito, eu caí no chão sem forças.

– Pega um trem na lanchonete pra ele Tiago, ele foi o que mais aguentou, merece comer algo. – disse Valter rindo. Eles vestiram a roupa e saí com Tiago, fomos ao restaurante e ele me fez mamar ele até ele gozar de novo na minha boca. Depois disso voltei para o motel, cansado e com as pernas bambas.
– Você está bem moço? Parece cansado. – perguntou a menina.
– Eu estou bem. – respondi. De fato eu estava maravilhosamente bem, dormi bastante, no outro eu saí, pensando se um dia eu teria a oportunidade de viver esse momento novamente.

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