Era sábado. Exatos 15 dias após ser comida amarrada pelo pau devastador do Lucas. Meu marido deveria estar em casa, mas o trabalho atrasou, e ele precisou ficar o final de semana em São Paulo.
Meus sentimentos já andavam bagunçados, uma parte de mim (razão) queria parar com aquele relacionamento que me consumia por dentro, mas a outra, aquela relacionada aos instintos básicos, queria mais. Chegamos a conversar sobre isso, Lucas sempre me deixou muito a vontade sobre o momento de parar. Mas, final da tarde, não resisti. Mandei mensagem “está a toa hoje?” Resposta imediata: “não, mas posso ficar. Quer vir aqui?” Respondi: “que tal um motel hoje, 21h?”. Ele não titubeou: “fechado!”.
Dirigi até o colorado. O estacionamento do McDonald’s estava pouco movimentado. Eu manobrei devagar, sentindo o vestido vermelho subir um pouco mais nas coxas a cada volta do volante. O salto fino dificultava os pedais, mas fazia parte do plano de sedução.
Lucas já estava lá, encostado no carro. Saí do meu carro, dei alguns passos. O vestido colado, o batom vinho, a calcinha preta de renda sob o tecido fino… tudo milimetricamente escolhido para instigar. Eu sabia que ele ia querer me foder ali mesmo.
Assim que cheguei na porta do carro dele, ele disse:
— Pensei em algo diferente hoje.
Antes que eu perguntasse o que, ele já estava arrancando com o carro. Não entrou no motel. Passou direto.
— Vamos dar uma volta — completou, com a mão pousando firme na minha coxa exposta.
A estrada que dá para o Paranoá estava escura, silenciosa. A tensão entre nós era ensurdecedora. A mão dele acariciava minha coxa, arrastando a barra do vestido, explorando a pele com crueldade deliciosa. Quando tocou minha buceta por cima da calcinha eu apenas abri mais as pernas, entregando tudo.
Quando chegamos na Torre Digital, ele encostou. O silêncio agora era denso. Virei o rosto e vi seu pau já marcado sob a calça, pulsando.
— Aqui? — perguntei, mordendo o lábio com malícia.
Ele apenas acenou com a cabeça.
Me inclinei devagar, tirei o cinto, e me ajoelhei sobre o banco, com uma perna apoiada no chão e a outra no assento. Soltei o botão da calça dele. A ereção firme saltou pra fora. Grossa, quente, latejando.
— Puta que pariu… — murmurei, com a boca já cheia d’água.
Enchi a mão com ele e comecei a brincar com a ponta da língua, lenta, provocante.
— Isso, Tania… chupa gostoso… mostra como minha putinha faz — ele sussurrou, segurando meus cabelos.
A cada movimento, minha garganta engolia mais dele, me fazendo lacrimejar e gemer. Eu queria que ele sentisse a fêmea que era dele. Queria engolir tudo.
— Engole meu pau, sua safada… isso… faz assim, gostoso…
Não demorou e começei a sentir o pau pulsar. Quando gozou, ele gemeu, segurou minha cabeça com força, e mandou os jatos quentes, que desceram direto na garganta. Não recuei. Engoli tudo, os olhos fechados, saboreando como quem devora um doce proibido.
Me recostei no banco, com as pernas ainda abertas, puxando a barra do vestido de volta ao lugar, deixando o cheiro de sexo no ar.
— Satisfeito, amor? sussurrei, limpando o canto da boca com o polegar.
Ele apenas riu e ligou o carro. Uns dez minutos depois, ele virou na entrada do Altana. Eu sabia que o verdadeiro encontro só estava começando.
Entramos no quarto quase em silêncio. A porta mal havia se fechado e Lucas já me puxava pela cintura com tesão — como se estivesse se segurando há horas.
— Vira pra mim — ele rosnou no meu ouvido, a voz grave e suja.
Girei devagar, ficando de costas pra ele. Senti as mãos grandes subindo pelas laterais, levantando o vestido, explorando a cintura até agarrar minha bunda com força. Os dedos afundaram na carne, e eu deixei escapar um gemido sem disfarce.
— Você sabia que ia me deixar louco vestida assim, né? Calcinha de renda, sem sutiã… esse vestidinho colado…Tá em dúvida se deve dar pra mim, mas não esqueceu desse macho né? Veio implorando pra ser comida, sua putinha…
— Sim, senti falta desse pau…. te quero Lucas, me fode, por favor.
Ele respondeu com o corpo, empurrando meu quadril em direção à janela. Minhas mãos tocaram o vidro gelado, o reflexo da cidade embaçado pela respiração ofegante. Eu me empinei lentamente, oferecendo, sem vergonha. A barra do vestido já estava alta, revelando a calcinha no meio da minha bunda. Ele afastou ela com os dedos, sem nem pensar em tirá-la.
— Fica assim… bem aberta… mostra essa boceta molhada pra mim.
Ele se ajoelhou atrás de mim e a língua veio com tudo. Molhada, quente, lenta — me abrindo, me sugando, me enlouquecendo. Ele gemia contra mim, e eu me contorcia, agarrada no vidro, com a boca entreaberta.
— Que gosto de puta deliciosa você tem, caralho…
Ele tirou minha calcinha, levantou, colocou o pau pra fora. Quando senti a cabeçona roçar na minha entrada, meu corpo inteiro implorava. Ele forçava devagar, me abrindo aos poucos. A glande passou com um pouco de resistência, e eu gemi com força.
— Porra… isso… enfia… me come…
— Sente como você me aperta, sua safada… Teu marido não te come não?
Ele segurava meu quadril com violência, me penetrando cada vez mais fundo. O barulho dos corpos se chocando preenchia o quarto, misturado aos nossos gemidos, sujos e desesperados. O vidro trepidava a cada estocada. Eu me segurava ali, totalmente entregue.
Ele variava o ritmo com crueldade deliciosa — estocadas fortes que arrancavam gritos e depois investidas lentas, profundas, que me faziam ver estrelas. Me senti fodida como queria: com força, com tesão, sem piedade.
— Gosta assim, né? Gosta quando eu te como toda… Minha putinha safada… gosta quando eu meto lá no fundo…
Eu só conseguia gemer, me abrir mais, empinar com mais vontade. Depois de longos minutos me mantendo ali — fodida contra o vidro como uma vadia que adora ser exibida — ele saiu devagar.
Ele começou a me despir com um cuidado que contrastava com a fome bruta de antes.. Primeiro puxou o vestido pelo decote, expondo meus seios aos poucos. As alças escorregaram pelos ombros Afastou o tecido por completo e o deixou jogado ao pé da cama. Me beijou, desceu e sugou meus peitos, então sussurrou no meu ouvido:
— Deita agora. Quero te foder de ladinho
Obedeci sem pensar. Me deitei de lado sobre a cama ainda arrumada, o vestido subindo até a cintura, oferecendo minha bunda aos olhos dele.. A perna de cima mais dobrada, exposta, convidativa. A de baixo esticada. A buceta pulsava
— Olha só essa bucetinha… parece mais abertinha, Tania, toda molhada. Pronta pra ser fudida mais, né, sua safada?
Se posicionou atrás de mim, ainda ajoelhado, abrindo bem as pernas para ter espaço. A glande recoberta encontrou minha entrada com facilidade — escorrendo, latejando. Uma das mãos segurava minha cintura com força, a outra apertava meu peito, brincava com meu mamilo duro. Voltou a mão ao pau, puxando a pele para trás e descobrindo totalmente a glande, que pincelou minha entrada…
— Relaxa. Deixa eu meter tudo… até o final.
E então entrou. Devagar, mas fundo. O pau grosso dele me abria por dentro e mesmo assim eu só queria mais. Gemi baixo, mordendo o lençol. Meus quadris se empurravam contra ele, buscando a estocada completa.
Ele começou a me foder com um ritmo firme, o corpo todo dele em movimento, usando as pernas abertas para apoiar e arremeter com força contra minha bunda. O impacto fazia barulho, o pau dentro da buceta fazia barulho. Tudo preenchia o quarto.
— Porra, Tania… olha como essa boceta me engole… Rebola, vadia… quero te ver tremer gozadando pra mim..
As estocadas eram fundas e bem colocadas, alternando força e profundidade. Eu me arqueava na cama, gemendo alto, sem vergonha, perdida no prazer.
— Gosta assim? Sendo fodida de lado, toda escancarada?… Tá sentindo meu pau enfiado até o fim? Hein? Hein, Tania?
Eu só conseguia gemer. Sentia o orgasmo subir rápido, quente, irrecusável. Meus músculos se contraíram ao redor dele, os olhos se fecharam. Gozei forte, sentindo o pau dele deslizar ainda mais fácil dentro de mim.
Lucas não parou. Continuou metendo por alguns segundos, até começar a perder o controle também. Ofegante, se inclinou sobre mim, ainda ajoelhado.
— Isso… caralho… tô gozando, que delícia, Tania… que buceta gostosa do caralho…
Ele ficou alí, colado ao meu corpo suado. Eu só abracei o braço que ainda me prendia pela cintura, sentindo a pulsação entre as pernas continuar. Ficamos ali alguns minutos, ainda entrelaçados, respirando juntos.
— Vem comigo — ele disse baixo, com a voz ainda rouca.
Me estiquei, as pernas dormentes do orgasmo, e o segui até o banheiro. A água caiu quente sobre nós, e ele me lavava. Espuma entre meus seios, escorrendo pelas minhas costas, passando devagar entre as coxas ainda sensíveis.
Quando terminou, saiu primeiro e revirou nossas roupas. Quando voltei pro quarto, secando o cabelo com a toalha, ele estava sentado na beira da cama com a calcinha preta de renda entre os dedos.
— Veste ela pra mim de novo — disse com aquele tom que já fazia minha pele arrepiar.
Segurei e vesti ali mesmo. Ele mordeu o lábio, os olhos cravados no meio das minhas coxas. Me puxou pela cintura, me deitando de costas no colchão. Eu estava só de calcinha. Corpo ainda úmido. Cabelo colado na pele. Ele ficou em pé, manipulando o pau que já estava quase totalmente ereto de novo. Então se deitou sobre mim, se apoiando com os braços ao lado da minha cabeça, e com dois dedos, afastou a lateral da calcinha e me penetrou com tudo, num único movimento brutal e preciso.
— Caralho, Tania… tua buceta parece que puxa meu pau pra dentro… que porra…
— Então me fode direito, com vontade — respondi, já vendo estrelas e me deliciando com tudo aquilo que estava dentro de mim
Ele obedeceu. Fodeu com força. Com cadência. Com domínio. Meus joelhos se dobraram ao redor da cintura dele, as mãos foram presas acima da cabeça, e ele estocava fundo O barulho do choque dos nossos corpos, o calor dele sobre mim, a calcinha úmida arranhando minha pele… tudo me enlouquecia.
— Vai gozar de novo, minha puta? — ele sussurrou.
Assenti, arfando. O prazer vinha rasgando por dentro. Meus músculos apertavam o pau dele cada vez mais, e quando gozei, foi num silêncio quebrado só pelo meu gemido “aaahhhffff… hummmpffff” contido. Os olhos fechados, os dedos cravados, o corpo tremendo. Ele continuou por alguns segundos até parar. Saiu devagar, ordenando:
— Quero te ver de quatro agora. Devagar. No centro da cama.
Me virei com elegância, obediente. Sabia o que ele queria. Me posicionei no centro da cama, apoiada nos braços, pernas afastadas, bunda empinada, a calcinha ainda presa de lado, inútil. Nem me dei ao trabalho de ajeitá-la. Era isso que ele queria ver: a peça rendida, sem função, como eu.
Olhei por cima do ombro. Lucas me encarava, o pau na mão, duro, latejando.
— Porra… olha essa posição… essa bunda implorando pra ser comida.
— Então mete logo, porra. Me cala com teu pau. Me faz esquecer de tudo que não deveria estar aqui…
Ele subiu na cama com os joelhos, passou a cabeça do pau entre os meus lábios molhados e depois afundou com tudo. Um estalo seco, um gemido agudo. A pressão era insana. Meu corpo já o conhecia, mas era sempre uma novidade..
— Sua putinha quente… — ele sussurrava entre os dentes. — Adora ser fodida assim, né? Bem aberta, bem usada…
— Gosto, porra… me destrói, Lucas… enfia tudo… mais fundo…
Ele segurava meus quadris com força, puxando pra trás a cada estocada. O ritmo era castigante. Eu tentava me manter nas mãos, mas logo precisei me apoiar nos cotovelos, depois tombar sobre o colchão. A força das estocadas me desmontava.
Gemidos curtos, repetidos, cada vez mais altos. Mordia o lençol, o travesseiro, gritava sem gritar. O orgasmo? Sempre à beira. Pairava em mim. Ardente. Constante. Mas não vinha. O prazer era tão prolongado que doía.
— Tá gozando já, vadia? — ele sussurrou, pressionando fundo. — Não? Mas tá quase, né? Quase…
Eu assentia com a cabeça, implorando com o corpo. O pau dele me mantinha ali, no limiar, viva num orgasmo que não se completava.
Ele se inclinou, grudando o peito nas minhas costas, uma das mãos no meu pescoço, a boca quente no meu ouvido:
— Eu vou gozar em você… no teu corpo todo… tu vai sentir meu leite escorrendo… sua putinha linda…
— Goza… vai… goza em mim… suja meu corpo… eu quero.
Ele saiu de dentro de mim num só movimento, se masturbando forte. Virei o rosto a tempo de ver o gozo espesso jorrando em jatos quentes sobre minha lombar. Escorreu pelas minha bunda, pelas costas, até colar nos seios que tocavam o colchão.
— Olha isso… porra… olha o que você me faz… — ele disse, ofegante, sem tirar os olhos do meu corpo.
Eu sorri. Tonta. Trêmula. Vibrando por dentro. Sem ter gozado de novo… mas com a sensação de ter explodido dez vezes. Deitei de lado, sentindo o sêmen quente ainda escorrer. Me sentia escancarada, aberta, vazando desejo.
Lucas deitou ao meu lado.
— Você quase gozou uma porrada de vezes né? Eu sentia…
— Foi pior… ou melhor… — respondi, com a voz falha. — Foi como ficar na beira de um precipício sem cair. Mas sem querer sair dali.
Ele me olhou de perto, os olhos ainda escuros. Tocou meus lábios, depois beijou.
— Da próxima eu não deixo escapar. Quero ver você gritar gozando.
Ficamos ali, lado a lado, os corpos ainda quentes. Falamos baixo. Ele elogiou meu vestido, minha boca, minha entrega. Eu brinquei com o jeito dele de me xingar e depois me acariciar como se fosse de cristal. Rimos. Nos beijamos de leve. Respiramos juntos.
Passava um pouquinho da meia noite. Na hora de ir embora, mais um banho, vesti devagar. A calcinha úmida, o vestido colado, o batom borrado, os cabelos uma bagunça. Mas o que mais gritava era o meu jeito de andar: eu fui fodida, desejada, marcada.
No carro, a caminho de casa, sentia o gosto dele na minha boca, minhas coxas ainda apertadas, e o corpo por dentro… ainda dele. Eu sorri sozinha. Silenciosa. Tardia. Porque ainda latejava. Inteira.