Meu primeiro dogging

Oi sou a Andreia e esse conto é sobre uma vontade enorme que tenho de fazer um Dogging, um amigo de São Paulo nos ajudou e mandou como foi a experiência para ele, bjs Andreia e Adriano

Finalmente chegou a grande noite, marcamos aqui em São Paulo num café super movimentado para nos conhecermos eu Andreia e Adriano, era umas 22h falamos de tudo eu e Adriano somos da mesma área TI, enfim mas não podia deixar de descolar os olhos de Andreia ao seu lado. Realmente que mulher deliciosa, uma beleza

natural, pouca maquiagem e um vestido solto, sem sutiã, seios já denunciando a excitação pelos bicos enrijecidos. Pouco tempo de conversa e já entramos no assunto que nos trouxe ao encontro, ajudá-loa a realizar o “dogging”.

Eu nas horas vagas faço Uber e conheço alguns pontos da prática, resolvemos ir atrás do prédio da IBM, quem é de sampa sabe, não era muito distante dali onde estávamos na região da Av Paulista, Andreia e Adriano concordaram em deixar o carro em um estacionamento e seguirem no meu, ela sentou-se ao meu lado, posicionei o celular no painel com o aplicativo licado para disfarçar e Adriano foi atrás.

Claro que eu estava excitadíssimo e fui logo conferir como Andreia estava e levei minha mão direto nas suas coxas e meio das pernas, já senti sua calcinha pegando fogo e molhada, ela facilitou a manobra e abriu a calcinha para eu alcançar sua buceta enquanto dirigia, que por sinal já escorria e minava seu melzinho que pude experimentar lambendo meu dedo. Adriano obseravava lá trás e já tocava uma leve punheta, mas os felizardos ali não era eu nem ele, seria um gavião que minha deliciosa passageira escolheria e claro ela mesma.

Chegamos na conhecida rua, pouco movimentada, alguns taxis estacionados com o motorista dentro que são os principais voyeurs ao longo da rua, já quase no final, 5 gaviões uns de pau na mão, outros por dentro da calça mas todos duros, respeitando distância entre eles. Um deles sarado, pau duro e cabeçudo estava punhetando de leve pergunto a Andreia, qual que ela iria querer, eu já sabia a resposta, acho que li seu pensamento e sua excitação, era este mesmo que também achei mais interessante, encostei e fui logo descendo o vidro, sem cerimênias ele já encosta e oferece a pica estourando de dura.

Andreia segura e faz uma leve e rápida punheta para sentir o calor e a textura, e já abocanha e inicia uma chupada que só ela sabe fazer, já abriu a porta do carro e deixou cair a alça do vestido. Eu me sentia o marido oferecendo a caça ao gavião, já estava de pau para fora também vendo a Andreia agaixada mamando sem parar, o Adriano atrás já nem sei mais, só ouvia flap flap de sua punheta e uns gemidos, enquanto o gavião socava na sua boquinha delicada e massageava seus seios desnudos.

Foi quando que ela num movimento rápido ajoelha no banco do passageiro, levanta o vestido, afasta a calcinha de lado e fica de 4, onde o gavião mete sem dó e ela ao estar praticamente em cima de mim, aproveita e me beija, sinto o sabor da rola em seu beijo delicioso, em seguida ela ocupa sua boca com meu pau. Assim se passaram menos de 10 min, a sensação de tesão e medo do perigo, eu estava quase infartando e aquela boquinha me mamando e sendo fodida pelo estranho sarado socando o pau sem parar, eis que o gavião anuncia o gozo.

Rapidamente ela salta e abocanha o pau para receber o leitinho, que escorre um pouco em seus seios, ao mesmo tempo ouço o Adriano gozando lá atrás e imediatamente o gavião se recompõe e se afasta, fechamos a porta do carro, subimos o vidro e saimos eu ainda sem gozar, Andreia em sinal de gratidão, mama minha pica enquanto dirijo até eu despejar minha porra na sua boca, tive de encostar para curtir os espasmos e soltar as últimas gotas, ela segura um pouco da minha porra na boca e me beija de língua.

Depois nada mais justo de ela ir agradecer o incrível marido Adriano, saltando para o banco de trás e eu dirjo olhando os amassos e beijos, enquanto os levo de volta ao estacionamento onde estava o carro, nos despedimos e eu tive de parar em hotelzinho para tomar um banho antes de chegar em casa, onde trepei gostoso com minha esposa. Pena que ela não aceita este tipo de aventura, mas quem sabe um dia ela mude de ideia, falta de incentivo não é.

Andreia e Adriano, obrigado pela noite incrível, espero haver uma próxima.
Beijos

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