Sou um depósito de porra

Meu primeiro sexo anal foi maravilhoso, simplesmente delicioso, fiz na época com meu ex namorado, hoje pai dos meus filhos na qual mantenho um relacionamento paralelo ao meu casamento até hoje.

Ele sempre quis comer meu cuzinho, tentou varias vezes mas eu sempre recusava, pois tinha muito medo, mas um dia eu estava muito excitada e entre amassos e beijos ele colocou o dedo levemente e ficou penetrando, tirando e colocando suavemente, isso me deixou doida, gozei muuuuito.

Depois desse dia, durante todas as relações sexuais ele fazia a mesma coisa, enfiava o dedo e suavemente colocava e tirava, ate que não agüentei mais e pedi para ele comer meu cuzinho, ele sorrio e disse hoje não, no próximo encontro, pois tem que ser muito especial, fiquei pensativa, nossa ele estava louco para me comer o cu e deixou para o próximo encontro, estranho.

Enfim…. marcamos na semana seguinte um encontro na casa dele, chega a data e lá estou eu apreensiva e excitada pois seria finamente o dia de perder meu selinho do cu, deitamos na cama e nos beijos e amassos fomos tirando a roupa aos poucos até ficarmos nus, me virou de bruços e começou a comer minha vagina, bombando e bombando por alguns minutos até que ele para, tira o pinto dele que é bem generoso e posiciona no meu cuzinho, começa a enfiar aos poucos, já lubrificado pelas minhas gozadas facilitou muito a penetração, foi colocando mais um pouco, quando começou a doer, fechei as mãos apertando fortemente o lençol, ele força e enfia mais um pouco, murmuro um gemido, ele para espera um pouco e enfia mais, mais um gemido sai de mim, a dor aumentava, mas a excitação e o prazer também, ele pega e enfia mais um pouco, quando sinto ele encostar em minha bunda, já estava lá, tudo dentro de mim, então ele começa a bombar lentamente e vai aumentando a velocidade e as bomabadas, a dor era muito forte, mas o prazer e a excitação predominava, e começei a gozar varias vezes, gemia a cada bombada, ele ficou bombando e bonabando por minutos até que lentamente foi parando, pois havia gozado e me enchido toda.

Ele tira aos poucos e pede para que eu não me mexa, foi em uma gaveta e pegou um absorvente, um OB, colocou no meu cuzinho, deixou lá dentro toda a porra da gozada dele, pediu para que eu continuasse sem se mexer, pegou uma caneta tipo canetinha de escrever em CD, e começou a escrever em minha bunda, fiquei parada e submissa deixando ele fazer o que queria, ele acabou de escrever e falou para mim, só tire o absorvente e só Le quando chegar um sua casa, fiquei curiosa mas concordei com ele e obedeci.

Nos vestimos, dei um beijo nele e saímos pois ele ia me deixar de carro na minha casa, chegando na minha rua ele para o carro e fala para que eu vá andando, pois ele queria ver eu caminhar com meu cuzinho cheio de porra dele, já que o absorvente que ele colocou em mim ainda deixava torra a porra dele la dentro, fechei a cara e sai do carro, fui caminhando e ele com o carro parado observando, que safado.

Chego em casa e minha família estava toda reunida na sala, cumprimentei a todos e subi para meu quarto, peguei minha toalha e roupas e fui ao banheiro, sendo no vaso sanitário e tiro o absorvente, sai um jato de porra do meu cuzinho, mais muita porra, fico ali por muito tempo até que aquilo tudo saia de dentro de mim, levanto e lembro que ele havia escrito algo, olho para o espelho, arrebito a bunda para ver melhor e vejo escrito, cheguei primeiro, pensei mas que filho da puta, mas acabo rindo de toda a situação.

Mantemos encontros paralelos ao meu casamento até hoje, como mencionei em outros contos, pois ele é pai dos meus filhos e ainda gosto dele, a cada encontro ele faz a mesma coisa, começa a comer a minha vagina e finaliza comendo meu cuzinho, coloca um absorvente e escreve na minha bunda, recentemente escreveu : meu depósito de porra, não discordo.

Quanto ao meu marido, não tem a menor idéia, não gosta de sexo anal e nem de oral, e como quase não me procura nunca vai ver o que está escrito, já cheguei varias vezes em casa com um absorvente no cuzinho e recheada de porra.

Beijos a todos.

Lucineide.

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