Festinha da faculdade

Olá meus amores, acho que pelo jeito vou colocar contos em todas as categorias do site. Será que chego lá?! Hahahaha.
Hoje vou contar como foi a minha “festinha” com o pessoal da faculdade.
Nem foi uma festa, na verdade, foi um churrasco na casa do Paulo, ele até já participou de outro conto meu. E por falar nisso, além do Paulo, o Marcio e a Tatá também participaram da festinha. E também já passaram por outros contos meus.

A casa do Paulo tem um quintal bem grande, e foi bastante gente da nossa turma comemorar o final do período. A festa começou no meio da tarde e foi entrando pela noite. Lá pela meia noite, quando praticamente todo mundo já tinha ido embora. O Paulo convidou eu e a Tatá para dormimos por lá. Fizemos charminho mais aceitamos. O Paulo me encarou o churrasco todo e sabia que o convite para dormir na verdade era um convite para fudermos e como o Marcio também estava por lá sabia que iriamos repetir a nossa aventura a três. A Tatá estava de xaveco com o Diogo a festa toda e claro que iriam acabar na cama também.
Depois que todos foram embora, ficamos apenas nós cinco na casa. O Paulo veio até mim, me deu um beijo e pediu para que eu fosse ao quarto dele. Sorri e chamei a Tatá para ir comigo. Entramos no quarto e perguntei para ela.
– Sabe o que vai acontecer agora né?
– Claro! O Paulo vai te comer, eu vou dar gostoso para o Diogo e o Marcio vai ficar só na punheta lá embaixo – me respondeu ela.
– Bobinha – Falei chegando mais perto dela – Ninguém vai ficar na punheta aqui não. Eu aguento dois e você?
– Gulosa! Dois? Acho que você aguenta até 20! Só não teve a oportunidade ainda né?
Demos uma gargalhada juntas.
– Você me conhece mesmo né Tatá.
Antes que ela pudesse me responder dei um beijo na boca dela, começamos a tirar a blusa uma da outra, as mãos dela pegaram na minha bunda com força. Soltei um gemido misturado com riso.
– Vamos tomar um banho antes que os meninos cheguem? – Ela me perguntou.
Respondi apenas com um balançar de cabeça e fomos para o banheiro. Ela me ajudou a tirar minha roupa e entrei no boxe primeiro. Abri o chuveiro e comecei a me lavar, a Tatá entrou em seguida e me abraçou por trás. Demos um beijo bem quente uma na outra, as mãos dela tocaram minha buceta e os dedos foram entrando. Ela deixou de me beijar e me perguntou.
– Quantos paus vão entrar aqui hoje?
– Quantos quiserem – Respondi.
Ela deu uma gargalhada e eu me ajoelhei na frente dela. Passei a mão na bucetinha dela e então comecei a lambe-la. Ela pegou minha cabeça e empurrou em direção a ela.
– Chupa minha bucetinha vai amiga – Gemeu ela bem baixinho.
Continuei um pouco e quando parei foi a minha vez de perguntar.
– Quantos paus vão entrar aqui hoje?
– Paus só três mais se quiser pode colocar outras coisas também.
Demos outra boa gargalhada, me levantei e voltamos a nos beijar.
Enquanto estávamos brincando no boxe ouvimos uma batida na porta. Era o Paulo me chamando.
– Michelly, você tá ai?
Não respondi.
– Não vai falar nada? – Me perguntou a Tatá bem baixinho.
– Não, deixa ele achar a gente aqui. – Respondi sussurrando no ouvido dela.
Demos um risinho e então o Paulo empurrou a porta do banheiro, que já estava entre aberta.
– Porra! Vocês querem se divertir sem a gente é? Isso não se faz meninas.
O Paulo começou a tirar a sua roupa e veio em nossa direção.
– Esse banheiro é proibido para meninos. – Disse a Tatá com um sorriso.
O Paulo estava nem ai para as brincadeiras dela, abriu a porta do boxe, segurou a Tatá pela cintura e deu-lhe o baita beijo.
Fiquei olhado os dois se beijarem, o Paulo tratou logo de levantar a perna da Tatá e enfiou o seu pau nela. Os dois gemeram e eu me aproximei. Fique atrás do Paulo e dei um beijo no seu pescoço e virou o rosto e me beijou. A Tatá também colocou sua boca perto de mim e demos um beijo triplo.
O Paulo continuou a fuder a Tatá e eu fui me retirando do box, peguei uma toalha e fui para o quarto.
Sentei na cama e comecei a me secar, os gemidos do Paulo e da Tatá continuava a vir do banheiro e então o Diogo apareceu na porta.
– Já tá assim? Pelo menos nem vou ter o trabalho de tirar a sua roupa. – Falou.
– O que você quer comigo? – Falei com carinha de inocente e voz de garota assustada.
Ele começou a tirar a sua roupa e veio na minha direção.
– Você sabe o quero de você. Chupa aqui vai. – Ele disse apontando o seu pau na minha direção.
Segurei o pau dele e tratei de enfia-lo na minha boca. O Diogo segurou minha cabeça e ficou ditando o ritmo que eu chupava, fechei os olhos e apreciei o pau dele indo e vindo na minha boquinha.
Os gemidos da Tatá continuava a vir do banheiro e de repente senti uma outra mão tocar minha cintura, abri os olhos e vi o que o Marcio já estava nú ao meu lado. Tirei o pau do Diogo da boca e tratei de abocanhar o pau do Marcio. Dei alguma chupadas e depois voltei para o pau anterior. Fui brincando e revezando as chupadas em cada um deles.
Ouvi alguns sorrisos vindo do banheiro e a Tatá estava saindo lá acompanhada pelo Paulo. Ela veio direto em minha direção, levantei e lhe dei um beijo. Caímos na cama juntas e gargalhamos.
– Nossa o que é tão engraçado? – Perguntei.
– Ter três paus para nos comer inteirinhas não acha? – A Tatá me respondeu.
– Isso não é engraçado, é delicioso. – Falei e depois voltamos a nos beijar.
Os meninos subiram na cama e agora sabia que a coisa iam ficar bem séria e gostosa.
Ouvi um tapa e um gemido da Tatá, logo depois o Diogo já estava comendo ela, que continuava em cima de mim. O Marcio e o Paulo vieram um de cada lado e apontaram os seus paus para nossas bocas, cada uma pegou um pau e começou a chupar.
– Buceta gostosa e apertadinha – Disse o Diogo enquanto fudia a Tatá que não podia gemer por que estava com o pau do Marcio na boca.
O Paulo tirou pau dele da minha boca e me puxou para o outro lado da cama, me colocou de quatro entrou com tudo na minha buceta.
– Sentiu minha falta? – disse.
– Minha bucetinha sempre sente falta de quem a fez feliz – respondi.
Sorrimos e gememos. E por falar em gemer, comecei a ouvir mais gemidos do outro lado da cama. Mais como estava de costas não conseguia ver o que estava acontecendo. Tentei me virar, mais o Paulo continuava a me fuder e não me deixava virar o corpo. Mais quando ele deu uma pequena parada. Arrumei meu corpo e pude ver a Tatá, o Marcio e o Diogo fazendo um belo sanduiche.
O Diogo estava em baixo, a Tatá no meio e o Marcio por cima.
– Rebola nos nossos paus vai, rebola pretinha – Falou o Diogo.
A Tatá obedeceu e ficou rebolando bem rápido. E gemendo bem alto agora.
– Fode meu cuzinho e minha bucetinha fode! Não parem! Não parem! Não parem! – Ela gritou.
O Paulo tirou seu pau de dentro de mim e foi na direção dos três, ficou em pé na cama e colocou se pau na boca da Tatá.
Fiquei olhando agora os quarto ali na minha frente, fazendo uma cena que só tinha visto em filmes pornô. Três caras comendo a mesma mulher ao mesmo tempo. E como a Tatá é bem magrinha, fiquei ainda mais espantada por ela esta conseguindo aguentar os três. Fiquei com orgulho e inveja dela ao mesmo, pois também queria aqueles três paus em mim. Fui chegando mais perto e falei.
– Isso! Comam muito bem a minha amiga. Ela merece ser bem comida. Fodam gostoso o cú, a buceta e a boquinha dela.
Disse isso enquanto ia beijando as costas da Tatá e subindo os beijos até chegar na sua boca, ali comecei a disputar o pau do Paulo com ela, cada uma dava uma lambida e uma chupada de cada vez e depois as duas lambiam juntas.
De repente senti um tapa na minha bunda.
– Quero esse cú agora – Falou o Marcio que nem fez muita enrolação e enfiou logo o seu pau no meu cú.
Ele foi deslizando bem devagar até entrar tudinho. Dei um gemido, a Tatá me deu um beijo e o Marcio tratou de começar a me fuder com força.
– Fode gostoso o cú dela, quero ver ela implorar por mais pau entendeu? Falou a Tatá para o Marcio.
– Sua puta! – Falei para ela com um sorriso no rosto.
A Tatá veio em minha direção e me deu mais um beijo. Nossos lábios logo se separaram, pois o Paulo começou a fuder ela novamente. Com força e bem rápido. Ela gritou.
– Pede pau no cuzinho pede! – Falei para ela.
– Quero pau no meu cuzinho Paulo, quero pau! Quero pau!
Assim que terminei de falar o Diogo apareceu do meu lado me oferecendo seu pau, que tratei logo em enfiar todo na boca. Enquanto isso o meu cú estava sendo muito bem comido pelo Marcio. Que agarrou minha cintura, levantou meu corpo, me fazendo sentar no pau dele e depois abriu minha pernas.
– Essa buceta é toda sua cara – ele falou pro Diogo. Que nem respondeu e tratou de enfiar logo seu pau em mim.
– Seus filhos puta! – Gemi.
– Podem comer ela a vontade – disse a Tatá se aproximando de mim junto com o Paulo que pegou minha cabeça e levou em direção ao pau dele.
Pronto! Estava onde queria estar, com meus três buracos totalmente cheios com três belos paus, todos ao mesmo tempo. Senti um tesão imenso e uma satisfação ainda maior. Todos os três fazias movimentos de ir e vir me fudendo e me fazendo feliz.
– Rebola enquanto eles te fodem amiga, é mais gostoso – Falou a Tatá.
Fiz o que ela falou e senti mais tesão. Tirei o pau do Paulo da boca respirei e gritei.
– Metam mais! Mais! Mais! Mais!!!
Eles me obedeceram e a Tatá começou a chupar meus peitos, o Paulo enfiou seu pau na minha boca e o Diogo gritou que ia gozar.
A Tatá foi na direção do pau dele e recebeu toda a sua goza na boca. O Paulo me puxou de cima do Márcio e me fez trepar nele, fiquei por cima e ele falou.
– Enfia meu pau no seu cuzinho.
Obedeci e sentei gostoso nele. Olhei pro lado e a Tatá estava de quatro com o Marcio a comendo por tras enquanto chupava a goza do Diogo.
Olhei nos olhos do Paulo e continuei a cavalgar nele, pulando, indo e vindo bem rápido.
Ouvi o gemido do Márcio e ele também gozou na boca da Tatá. Beijei o Paulo e continuei a cavalgar. Até ele gemer e encher o meu cuzinho de goza.
Paramos e ficamos os cinco ali, todos ofegantes. Olhei pra Tatá e demos um risada um para outra.
– Banho e depois segundo round? – Ela me perguntou.
– Claro! – Respondi.

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