Manjando rola na academia

Boa tarde galera, acompanho vários contos a muito tempo, desde da época que era só “hetero” mas senti a necessidade de compartilhar minhas historias do mesmo jeito que compartilharam comigo, então vamos lá, meu nome é Júlio tenho 23 anos, sou magro, um pouco definido, cabelo liso e preto, olhos pretos, pele morena e meio peludo (só nas pernas) e é claro a descrição que não pode faltar: tenho um pênis de 19cm mas bem grosso (kkkkk nada extraordinário como eu leio em alguns contos tipo 23cm 28cm, mas sou bem contente com ele e sei como usar, da pra descabaçar alguns anéis de jeito).


A principio contarei uma historia que gosto muito e sempre me rende uma boa punheta sua lembrança. Decidi que precisava fazer academia para poder ganhar um pouco de massa, mas também porque imaginava como poderia ser interessante o vestiário (nunca é como imaginamos né), então meu dia era assim: eu saia cedo para o trabalho, depois ia malhar e por fim descia para a faculdade, faço engenharia civil e já estou quase no final (graças a Deus), bom enfim, sempre tomava depois do treino para não chegar todo suado na faculdade (obvio), mas infelizmente os banheiros tinham divisórias e tinham um vão bem pequenas entre o chão e elas, ou seja, não tinha como rola nada ali, os primeiros dias eram os mais difíceis pois por

ser tão jovem nossos pênis ficam eretos por qualquer besteira (vocês me entendem né), então eu já ia pro chuveiro com minha toalha e uma cueca para trocar e assim não correr o risco de ficar duro na frente de outras pessoas, a maioria dos homens daquela academia já saiam dos chuveiros de cuecas, uma vez ou outra você via alguém nu no vestiário e na maioria das vezes era mais senhores (nada contra, mas eu piro num novinho), logo não tinha muito a se fazer, fora dar umas manjadas por cima das cuecas mesmo e de modo disfarçado, mas então um dia seguindo aquele ditado: quem espera sempre alcança, enquanto me trocava sai um cara do chuveiro, devia ter uns 27 anos, alto, forte, todo definido, e nu, totalmente pelado do jeito que

veio ao mundo, com uma toalha em volta do pescoço, tenho para mim que o safado queria se exibir, e se isso era o intuito ele conseguiu, arrancou vários olhares, manjadas disfarçadas e etc. Mas também um cara daquele com o pau a amostra e sem nenhum pelinho, quem não iria olhar, eu disfarçava com o celular na mão enquanto tentava olhar disfarçadamente, um pau meia bomba, mas pra menos que mais, mas todo branco e com a cabeça exposta, foi uma pena ele logo ter colocado a cueca, dai em diante eu ficava treinando e sempre que avistava ele, tentava ficar de olho pra saber quando ele iria para o vestiário, mas percebi que ele não estava mais

tomando banho na academia, só pegava a chave do carro e ia embora ( é caros leitores, tudo que é bom dura pouco). Decidi então que eu deveria começar a me mostrar então no vestiário e ver se mais pessoas não criavam coragem, não me entendam mal, mas quando digo que mostrar, falo de sair pelado do chuveiro e me vestir na frente dos outros, não da pra ficar dando pinta né?. Enfim comecei a sair pelado do chuveiro, no começo foi muito difícil, meu pai ia querendo ficar duro e eu era obrigado a passar a toalha na cintura e colocar a cueca rapidamente, mas com o tempo foi aprendendo a deixar só duro o suficiente pra chamar sem parecer que eu estava ficando excitado, então devido também ao aumento de clientes da academia era possível ver mais pessoas peladas no vestiário (claro que isso não tinha tanto a haver comigo, mas acho que os homens gostam de se mostrar mas ficam com

vergonha, então quando outros começam alguns aderem também a perder um pouco da vergonha ), mas enfim, vamos as vias de fatos, com o aumento de alunos da academia o vestiário estava sempre cheio a tarde, sai do meu banho pós treino, dei aquela manjada pra ver se tinha alguma rola exposta, mas nenhuma a vista, peguei minha coisas, amarrei a toalha na cintura, só pra poder andar carregando minha mochila, joguei-a no banco tirei a toalha e comecei a me secar, meu pau meia bomba, algumas manjada disfarçadas, mas nada demais, então sai um menino do chuveiro, parecia ter uns 20 anos, porem o que me chamou a atenção foi seu pau com certeza, ele estava com a toalha no pescoço e um pau branco a amostra, mas aquilo era muito desproporcional ao seu físico, ele fazia aquele estilo nerd: óculos,

magro, cabelo grande, enfim, seu pau era gigante, e estava meia bomba, o tamanho em si nem era tão grande, mas a grossura, gente parecia uma desodorante da Rexona, não consegui me conter e meu pai começo a subir desenfreadamente, amarrei a toalha com rapidez e coloquei a cueca para não dar sinal, como já estava atrasado para aula não pude ficar mais no vestiário, mas marquei o rosto dele para procura-lo no outro dia na academia, dito e feito, encontrei numa das maquinas, e logo pedi pra revezar porque todas estavam sendo usadas e precisava fazer meio treino também, a partir dai me apresentei e puxei assunto, o nome dele era Enzo e tinha 21 anos, acabamos fazendo o treino todo junto já que eram parecidos, e assim acabei fazendo amizade com ele, chamei ele para ir em alguns churrascos da

faculdade com meus colegas e ele sempre me chamava pra ir comer na casa dele que era do lado da academia num apartamento bem bacana que ele dividia com a mãe, um dia então ele me chamou para dormir na casa dele, disse que tinha comprado um novo jogo, e eu adoro jogar videogame, falei que poderia ir depois da faculdade se a mãe dele não achasse ruim, foi então que ele disse que sua mãe tinha viajado pelo emprego e voltaria somente após 2 dias, eu com todas as minhas boas intenções aceitei (kkkkkkkk).

Depois da faculdade fui para o apartamento dele, assim que cheguei ele me recebeu com um abraço rápido e fomos para a sala, jogamos um pouco mas pedi pra tomar um banho porque estava muito calor, ele concordou e disse que pegaria uma toalha, já que a minha ainda estava meio molhada de ficar dentro da mochila depois da academia, fui ao banheiro, mas deixei a porta entre aberta, esperando que ele fosse entrar com a toalha, enquanto isso me despi e entrei no chuveiro com o pau pulsando de tão duro, o Enzo bateu na porta e já foi entrando, eu fingi surpresa e constrangimento, e já fui dizendo:

– Foi mal cara, mas meu pau ta pulsando por causa da mina da faculdade, nossa, hoje ela tava com uma roupa tão apertada que se eu tivesse chance teria rasgado ela todinha.
o cara deu um risadinha e foi dizendo
-Sei como é vei, to sem namorar a tanto tempo que preciso me masturbar toda noite.
Peguei a deixa e já fui falando
– é tenso né
Ele deu uma risadinha e saiu do banheiro, terminei meu banho rapidamente, coloquei só uma samba canção e fui pra sala onde ele estava, chegando lá o safado estava vendo um pornô pelo celular, uma mulher dando pra um negão bem dotado, cheguei por tras dele e disse:
-aha, peguei você em
-nossa vei o tesão apertou tive que bater uma
Nesse momento olhei pra cena, com uma mão ele segurava o celular e com a outra a trolha grossa, o cara me deu um tesão que meu pau foi de flácido pra extremamente duro, tirei ele da samba canção e disse:
-então deixa eu ver também que to morrendo de tesão
Ele colocou o celular no meio e começamos a descabelar o palhaço, toda hora eu dava uma olhada no seu pau e percebia ele disfarçadamente olhando para minha, deixei minha mão escorrer ate a perna dele, subi e comecei a tocar no pau dele assumindo a punheta
– Cara que que se ta fazendo?
– Vamos aproveitar o momento
Peguei a mão dele e fui colocando no meu pau, e logo começamos coma aquela mão amiga, mas aquilo não era o suficiente, sabia que ele também queria mais, e eu ia ter que dar a partida, me abaixei entre a suas pernas e comecei a chupar o pau dele arrancando um suspiro, o cara não falava nada, só gemia, senti seu pau pulsando, e tirei a boca, a tempo de ver a porra espirrar em sua barriga e escorrer pelo pau, minha boca estava doendo pelo tanto que tive que abrir pra poder engolir aquele peru, levantei e fui subindo no sofá, mirando a boca dele com minha rola, mas ele foi logo dizendo
– não caro, não curto isso, não sou gay
– eu também não, nunca fiz nada além de uma mão amiga (ok, menti um pouco, mas era pelo bem maior), mas eu acabei de te chupar, acho que o mínimo que você podia fazer era retribuir
Fui chegando mas perto do seu rosto, ele abriu a boca e eu comecei a enfiar, enfiei devagar, pra não assustar o moleque, mas quando vi que ele tinha se entregado, fui forçando ate ele engasgar com a minha rola, virei ele de quatro no sofá e meti a linga no cu dele, ele gemeu alto, quase um grito, senti a língua encontrando resistência naquele anel, mas fui forçando e lambendo, ate sentir aquele anelzinho em volta da minha linga, nesse momento o gemido dele foi o melhor ele jogou a cabeça pra baixo e mordeu o travesseiro para abafar, entendi como uma deixa, peguei uma camisinha na carteira e já ia encapar o garotão, mas quando o Enzo viu, levantou assustado
– não, você não vai enfiar esse negocio em mim não, olha a grossura disso ai
-kkkkk olha que fala, seu pau é ainda mais grosso que o meu
-não quero saber, não posso dar o cu
-vai cara, so a cabecinha, depois eu deixo você enfiar também
Vi um lampejo de tesão na cara
-ok, mas so se você deixar eu te comer primeiro
-não cara, você vai me rasgar, depois não vou ter energia pra nada
-ou é assim ou você não chego nem perto daqui – falou com uma mão na bunda
Decidi ceder, meu objetivo era comer aquele cuzinho e depois aproveitar rola, mas agora eu ia ser estourando antes do previsto. Senti a cabeça encostar no meu cú
-calma cara, pega leve, eu nunca dei o cu (menti de novo), passa algo pra lubrificar pelo menos
Ele saiu de trás de mim e voltou com a mão cheia de algum liquido, senti ele derramar no meu cu
-o que é isso vei? Você tinha lubrificante?
-não, não tenho nada do tipo, então peguei um pouco de agua pra ajudar a entrar
– agua não ajuda cara… tem que ser escorregadio
-então vai ter que ser so no lubrificante da camisinha mesmo
– ah puta que pariu vei, vai devagar pelo menos
Eu estava de Quatro quando senti aquela jeba bater na minha porta e sem pedir permissão me arrobar com a cabeça gigante, eu gemi, urrei na verdade, a porra da agua tava causando mais atrito, o que deixava pior a penetração, eu senti cada centímetro entrando e alargado meu anel, depois de enfiar tudo, o safado começou mete, montou em mim, e meteu, acelerou o ritmo da metida ate anunciar o gozo. O cara encheu a camisinha, pra minha sorte devido ao tempo sem sexo ele foi até rápido, mas agora era minha vez, e eu não ia perder a chance, cai morto, e chamei ele para um banho
-vamos pro banheiro cara, tomar uma ducha
-blz, so um banho pra tirar todo esse suor mesmo
Quando entramos no banho eu fui logo beijando ele, virei ele de costa e falei pra ele se preparar porque ia ser ali mesmo, mas ele não queria mais
-não vei, eu to cansado, eu juro que te dou depois
– você ta cansado? Acabei de ser arrobado, acha que pode reclamar?
Já falei isso virando ele e mirando o meu pau no olhinho dele, deixei bastante agua cair na bunda dele pra ele ver como agua é um bom lubrificante, mirei e fui enfiando, sem camisinha nem nada, tava com tanta cede daquele cu que nem lembrei da camisinha, fui enfiando e ele gemendo, quando a cabeça passou ele pirou:
– cara tira, ta doendo muito
-tira nada, você meteu em mim e em momento algum eu falei pra você tirar, então agora você aguenta que nem macho também
Já falei isso metendo o pau ate o talo, enfiei com força arrancando vários gemidos, comecei a meter, e meter com força, pra descontar tudo que sofri ( e adorei ) naquele pau, o cara começou s ficar mole, agarrei o pau e comecei a bater uma nele enquanto enfiava meu pau sem do naquele cu que não era mais virgem, depois de ele reclamar muito decidi parar e levar ele pra uma cama, entramos no quanto dele, já fui empurrando ele na cama de solteiro pra ficar com a bunda pra lua, montei nele e meti, meti, e ele mordendo o travesseiro pra não gemer tão alto, virei o cara de lado e meti bastante, fazendo bastante força com as pernas pra estocada ser das boas. Quando senti que o gozo tava chegando, tirei o pau da bunda deitei ele de barriga pra cima, sentei em seu peito e gozei, gozei muito ( sempre gozo bastante e adoro isso), gozei a cara dele todinha, o coitado não podia nem abrir os olhos por causa da minha porra grossa, mas ele mereceu, peguei um papel pra ele se limpar, fomos tomar outro banho, dessa vez so banho, depois caímos nos sono juntos na cama dele, dai pra frente ele me chamou outras vezes e eu claro que aceitei, mas ai são outros contos.
Valeu pessoal, e obrigado por ler tudo, lembrando que é o meu primeiro conto, mas é um conto real, então deixem sua opinião pf. Abraços do Júlio.

1 Reply to “Manjando rola na academia”

  1. Caralho meu, puta conto gostoso. É muito bom dar umas manjadas e ver que amam a rola da gente, porém melhor, e meter a jeba num rabo guloso. Gostei do seu conto.

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