O que o corno não vê, o coração não sente

Olá tudo bem? meu nome é leo ( fictício ), tenho 20 anos, 1,89cm e 100kg, minha amiga se chama Carlinha ( fictício ), tem 20 anos, 1,51cm e 54kg.

Desde e o Colégio que sou louco pela minha amiga Carlinha, uma loirinha baixinha e peituda muito gostosa, e ela sabia disso e sempre me provocava se empinando e dizendo coisas sacadas que fazia sozinha ou com o namorado, e como eu sempre dizia que se ela continuasse daquele jeito não daria certo e quando ficássemos sozinhos eu agarraria ela e com certeza a faria minha mulher, ela ria e continuava

com as provocações até um dia que tínhamos um trabalho em grupo pra entregar e faria na casa dela pois era caminho de todos os membros do grupo, como eu era de casa fui o primeiro a chegar e já fui direto pro quarto dela e liguei a tv pra esperar ate os outros chegarem, Carlinha estava muito sexy, roupas folgadas que ela sempre usava em casa e com um shortzinho curto que se escondia de baixo da blusa, aquela mulher sabia como me deixar louco e como eu não parava de olhar ela indo e vindo desfilando aquele corpo lindo na minha frente, ela lembrou do que eu tinha dito e resolveu me provar ainda mais, ela começou a se empinar e perguntar se eu tinha coragem de agarrar ela como ela tinha dito antes.

Carlinha- E ai, nao vai me pegar não?

Eu- Tu fica brincando com isso, não vai ter perdão pro teu namorado!!

Carlinha- Pelo menos ele sabe agarrar e me fazer mulher!

Eu- Na moral, chega vem cá sua safada!

Carlinha- Olha, ele acha que me engana sendo o machão!!

Segurei ela pelos ombros e a joguei na cama e subi em cima dela, Carlinha estava levando na brincadeira enquanto eu beija o pescoço dela, mas a brincadeira logo deu início a algo mais sério e quando a beijei, ela ficou paralisada e disse pra sair de cima dela que não podia fazer aquilo e que eu sabia que ela tinha namorado, deu pra ver o medo nos olhos dela e como eu tinha prometido agarrar ela sem me importar com o corno do namorado dela, continuei beijando o pescoço dela e subia até a pequena boca dela que tentava não retribuir mais aos poucos começava a se entregar ao prazer de ser dominada, suas mãos tentavam me empurrar e para evitar que conseguisse segurei elas a cima da sua cabeça deixando completamente exposta as minhas investidas, ela me pedia para parar e sua voz fica mais baixa e ofegante a cada momento que passava, ajoelhado sobre ela prensendo seus braços entre minhas pernas e com as mãos comecei a subir sua blusa expondo aqueles lindos seios enormes, ela dizia que se eu continuasse ela gritaria e em seu ouvido eu dizia que ela iria gritar, mas só quando eu empurrasse na bucetinha rosada dela, desci meu corpo sobre o dela e comecei a brincar com seus seios, beijando, chupando e massageando os seios delas que ficaram com os biquinhos duros e arrepiados, essa era a resposta do corpo dela para a excitação e o medo de ser pega daquele jeito, qualquer barulho mais alto que ela fizesse a mãe dela poderia aparecer e nos pegar naquela situação, e como o relógio estava contra a gente eu decide que era hora de avançar mais rápido e deixar aquela guria louca e viciada no meu pau, ela já não resistia mais e apenas me deixava explorar seu corpo quente e delicioso, fui descendo até chegar em sua bucetinha e ainda por cima da roupa eu massagiei ela que deu leves gemidos e pequenos tremores em seu corpo, arranquei aquele pedaço de pano que escondia o paraíso e tive uma bela visão do corpo nu da Carlinha, sua bucetinha lasanha e rosada ja começava a ficar úmida e pronta para ser invadida, bem lentamente fui lambendo toda a bucetinha dela e brincando com meus dedos, botando e tirando, massageando ela enquanto a preparava para ser devorada.

Carlinha- Isso é muito bom!

Eu- Você é muito gostosa!

Carlinha- Essa língua é incrível!

Eu- Não viu nada, sempre te quis e agora você vai ser minha!

Carlinha- sempre é? então me fazer sua, me faz sua mulher!

Eu- Não precisa nem falar, vou te deixar louca!

Quanto mais o tempo passava mais pressa eu tinha para fazer ela gozar, sabia que não poderia demorar muito, era quase uma gincana pra fazer ela sentir prazer, levantei e fiquei na frente dela e segurei suas pernas e abri elas completamente deixando totalmente exposta e entregue, ela me olhava com vergonha e tesão, seu rosto estava tomado por uma aparência de mulher sedutora que fazia meu pau latejar de tanto tesão que eu estava, pocisionei meu pau na entrada da sua bela bucetinha e comecei a penetra-la, sua voz descontrolada tinha picos mais altos que poderia chamar a atenção da mãe dela e para evitar isso, a virei e botei um travesseiro em baixo dela fazendo-a ficar com a bundinha empinada enquanto ela mordia e abafava seus gemidos com outro travesseiro, aquela era uma posição espetacular para ela que ficava muito bonita e gostosa daquele jeito, continuei invadindo sua bucetinha e socando forte nela que aguentava cada centímetro que a invadia e arrombava, sua doce bucetinha estava sendo alargada sem piedade e a cada estocada ela ganhava o formato do meu pau se abrindo e acostumando com ele inteiro dentro, suas mãos agarravam a cama e apertavam forte para aguentar o prazer que ficava cada vez mais intenso e sua buceta se contraia cada vez mais e apertava mais a cada vez que eu empurrava para dentro dela, Carlinha estava prestes a gozar e seus pedidos para ir mais fundo e mais forte ficaram mais constantes e aquele pedido era una ordem, eu metiamais forte fazendo-a quase pular na cama, já estava sentindo que iria gozar e como ela também já estava no limite eu aumentei o ritmo e forcei mais ainda, Carlinha aumentou os gemidos e enquanto gritava no travesseiro ela falava que estava gozando e com mais algumas estocadas foi a minha vez de encher a bucetinha dela de porra, naquele momento eu lembrei que não tinha posto a camisinha e quando tirei de dentro dela minha porra escorreu para fora e sujou o edredom da cama dela, Carlinha me olhou com uma cara de safada como a de quem não teve o suficiente, ela ainda teve tempo para chupar e me fazer gozar sua boca antes dos nossos amigos chegarem, aquilo deu início a nossas aventuras escondidos.

Nossos amigos chegaram e fingimos que nada tinha acontecido e sempre que ela se aproximava de mim ela dava um jeito de passar a mão no meu pau ou de dizer que a minha porra ainda estava pingando da buceta dela, a única certeza que eu tinha eta que aquela não seria a última vez que eu a foderia, com certeza iria comer aquela mulher maravilhosa de novo e da proxima vez seria menos corrido e a faria gozar mais e mais no meu pau. Espero que tenham gostado e até o próximo conto.

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