Balada de Carnaval

No Sábado de Carnaval logo que chegamos percebemo que a noite tinha começado há algum tempo, dada a intimidade que já rolava entre os clientes da swingueira. Dentro da casa, de fachada discreta, estendia-se uma grande pista de dança, onde frequentadoras mais animadas se exibiam e garçonetes de saias plissadas, suspensórios e seios nus desfilavam com bandejas e comandas nas mãos. No andar de cima tinham quartos com camas enormes. Alguns mantinham as portas fechadas, indicando entrada proibida, embora víssemos tudo o que acontecia por grandes janelas envidraçadas. Nos que mantinham as portas abertas podia-se entrar, participar ou só observar mais de perto.

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Fui ao bar, pedi um drink e provocantemente no balcão, divertia-me com a putaria que estava rolando na pista. Ele se manteve afastado, como combinado, me observando, esperando que alguém me abordasse. Logo uma mulher se apresentou, fez um convite indecoroso, que recusei de pronto. Naquela noite queria homem.
Não demorou muito chegou o primeiro, meia idade, grisalho e bem charmoso. Olhei pra ele, buscando aprovação, confirmada com um aceno de cabeça. O coroa teceu mil elogios, perguntou se era minha primeira vez ali e blá-blá-blá, até que fez o convite para subirmos. Aceitei, mas informei-lhe que estava acompanhada e que seriamos observados.
Puxou-me pela mão, até encontrarmos um quarto vazio (pura sorte). Empurrou-me contra a parede, segurando minhas mãos sobre a cabeça, enquanto me beijava a boca e me mordia o pescoço. Fê acomodou-se em alguma poltrona para apreciar a cena. “Porta aberta ou fechada?” – sussurrou no meu ouvido, “Aberta!” – respondi, sem pensar muito sobre o que isso significava, enquanto tirava a blusa pela cabeça.

Continuamos a nos agarrar ali, de pé, até ficarmos nus. O coroa charmoso era também gostoso. Com meus cabelos enrolados na mão, me colocou de joelhos, e forçou minha cabeça contra seu membro. Abri a boca e deixei-me invadir até sufocar. Ele tirava a vara para que pudesse respirar e metia novamente, até a garganta. A baba escorria, os olhos lacrimejavam. Quando me dei conta, um segundo homem também esfregava-se em minha cara, outros três masturbavam-se do outro lado do quarto. Busquei novamente o olhar do Fê, que fez sinal para que continuasse. Era espetáculo que ELE queria? Espetáculo teria. Chamei os rapazes que estavam na plateia a juntarem-se a nós. Ao meu redor cinco homens, cinco paus rijos, de formatos e cores diferentes, mas igualmente tesos. Fora ELE, que manteve-se apenas admirando minha performance. Cinco cacetes duros, me convidando a chupá-los. Alternava boca e mãos, enquanto era apalpada por eles. Dois deles gozaram ali, na minha cara.

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Fê masturbava-se, excitado em me ver fodendo outros homens. Desvencilhei-me e caminhei em sua direção. Sua expressão de desejo me dava ainda mais tesão. Encaixei-me e cavalguei deliciosamente sobre ELE, beijando sua boca. Os outros três se aproximaram de nós, tocavam-nos, chupavam-nos, masturbavam-se. Um deles cravou-me o cu. Olhava nos olhos de Fê, sendo comida por traz por um estranho. Podia sentir entre minhas pernas que ele estava gostando, estava grande e quente. Mais uma meia dúzia havia entrado no quarto, aumentando a plateia. Alguns se masturbavam, enchendo-nos de porra, enquanto continuávamos em nossa dança libidinosa, até explodirmos em êxtase, quase juntos.

A plateia esvaziou, na certa buscando outro quarto em que a festa não tivesse acabado. Ficamos apenas nós dois, saciados, exaustos. Nos vestimos e ainda tomamos outro drink no bar antes de irmos embora, conversando sobre a toda loucura que havia acontecido. Mais um carnaval juntos!

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