Tara Sexual pela minha mãe

O que venho relatar aqui eh uma experiência de vida real, e por tais motivos, por ser um caso meio delicado, eu prefiro não relevar maiores detalhes sobre meu nome ou onde moro. Escolhi esse titulo para o relato, pois pra mim eh o que mais sintetiza e explica um pouco esses acontecimentos. Dito isto, vamos para a historia…Ela começa na minha adolescência, um pouquinho depois da puberdade, eu com meus

16 anos, vivia com minha mãe de 38 anos na epoca, e com meu irmão caçula, de 2 anos. Moramos em uma cidade pequena, em uma casa que minha tia (irmã de minha mãe) nos alugou por um bom preço. Quando meu pai se separou de minha mãe, ele foi embora da cidade, pois ele não era natural de la. Eu acabei tendo que assumir algumas responsabilidades em casa por conta disto, ajudava a olhar meu irmão, comprava coisas, enfim, supria um pouco a falta de um pai em casa, apesar de eu não trabalhar. Minha mãe não era uma mulher sensacional, fisicamente, mas sempre foi bonita e atraente. Ela tinha longos cabelos pretos, lisos e ate a bunda, um rosto bem enxuto para a sua idade, parecia ate uns 10 anos mais nova, e fisicamente, ela tinha so uns quilinhos a mais, coisa pouca mesmo, tanto eh que ela quase não

tinha nenhuma gordura localizada na barriga ou em outras partes do seu corpo, e conservava uma pele bem durinha. Ela tinha seios medios pra grandes, em comparação com seu corpo, eu diria que eram bem grandinhos, pernas grossas, e uma bunda grande. Minha relação com ela, sempre foi normal, ate o periodo dos acontecimentos. Eu fui pego de surpresa pelos sentimentos e voces logo vão entender do que eu estou falando. Minha mãe tinha uma personalidade bastante discreta, eu diria ate que ela era uma mulher timida, meio dificil de se pegar intimidade, então ela se relacionava com poucos homens. Depois que ela separou de meu pai, ela ficou um bom periodo sem ninguem. Acredito que a primeira vez desde o casamento que ela se relacionou com alguem foi no ano novo, quando um de seus colegas de trabalho estavam la em casa, ja depois da festa da virada, eles meio bebados, minha mãe ficou mandando a todo instante que eu fosse dormir logo. Eu meio inocente na epoca, achava que o cara era so um amigo da minha mãe, logo vim entender o motivo de ela querer que eu fosse dormir. Eu lembro que naquela noite eu não estava com nenhum sono, e mesmo deitado no quarto com meu irmão, e no escuro, eu não consegui pregar os olhos…De repente, eu ouvi cochichos e risadas baixinhas vindo da sala, que era bem perto do meu quarto. E arregalei os olhos quando eu ouvi minha mãe gemer baixinho algumas vezes, na inocencia da epoca, eu cheguei ate a pensar que o cara estava machucando minha mãe. Os sons se cessaram, e quando me dei conta, eles não estavam mais na sala, eu levantei para ir beber agua e eu ouvi um som de chave trincando na fechadura, esse som vinha direto do quarto de minha mãe, onde ela estava neste momento, trancada com o seu colega de trabalho. No caminho ate a cozinha que a ficha caiu que minha mãe queria que eu fosse dormir logo para que ela pudesse transar sossegada com aquele cara. Um sentimento de ciumes bateu em mim instantaneamente apos esse pensamento, e eu fiquei mais inquieto ainda naquela noite. De mansinho, fui me aproximando do seu quarto e subi em um batente proximo a parede do seu quarto, que dava acesso a janela do quarto, a janela estava fechada, mas possuia uma pequena abertura onde eu pude confirmar todas as minhas suspeitas. Minha mãe completamente nua, montada em cima do seu colega, o sentimento de raiva e ciumes aumentou, mas outro inesperado surgiu em seguida, o de desejo. Sim, eu comecei a estranhamente, sentir desejos não apenas por estar presenciando uma cena de sexo ao vivo, mas sim por minha mãe, eu fiquei muito surpreso pois, por mais que bonita fosse, eu jamais imaginei minha mãe fazendo aquele tipo de coisa, nem com meu pai eu não conseguia fazer isso, uma mulher que se comportava de forma tão discreta daquele jeito, era dificil imaginar ela fazendo sexo, ou gostando de sexo. A partir daquela noite, esse fascinio por minha mãe foi crescendo, nos dias apos aquele, eu não conseguia tirar da cabeça aquela cena que eu tinha presenciado vivamente. Mesmo assim, era provavel que com o tempo, eu esquecesse tudo aquilo, e as coisas que eu pensava sobre minha mãe, fosse aos poucos sendo apagadas da minha memoria, acho que essa seria a tendencia natural das coisas. Eu estava apenas momentaneamente impressionado. Ia passar. Iria se não fosse por outras coisas, que impediram isso de acontecer. Minha mãe sempre se vestiu de maneira discreta em casa, desde a epoca que morava com meu pai ou não, ela sempre demonstrava ser uma mulher de principios tradicionais, ela cultivava esses valores. Mas isso mudou um pouco. Durante o periodo de ferias de janeiro, alguns dias depois do acontecimento que eu havia flagrado, era um tempo de bastante calor, nossa casa era quente e abafada, ela passou a vestir menos roupas, e ate biquinis em finais de semana durante a manhã, quando tomava banho frio de mangueira no quintal. Biquinis pequenos caiam muito bem nela, eu achava ainda mais chamativo, quando o seu cabelo molhado ficava repousado na parte de tras de seus biquinis. Uma mulher de cabelão grande batendo literalmente na bunda. Essas coisas impediram que eu esfriasse meus desejos por ela, pelo contrario, so fez aumentar. Sempre que eu me deparava com minha mãe com menos roupas, ja me vinha a cena dela transando no quarto no ano novo, e eu fui alimentando esses desejos, aquele mes inteiro. Ja me masturbava pensando nela, e ja olhava pra ela como um homem olha para uma mulher. Mas na minha cabeça, eu tinha consciencia que aquele era o limite, era impossivel extrapolar aquela barreira. Ate porque como eu ja disse aqui, minha relação com ela sempre foi normal, e provavelmente ela me via apenas como seu filho. O tempo foi passando, e algumas coisas em nossa rotina foi mudando. Minha mãe foi ficando cada vez mais caseira e ela parecia cada vez mais carente, tanto de sexo, quando de atenção mesmo. Foi uma epoca ruim para ela, ela tinha brigado feio com uma de suas amigas, os homens se aproximavam dela so com segundas intenções e aquilo foi deixando ela meio triste. Comecei a notar que ela me usava de escudo, quando alguns colegas dela chegava la em casa, chamando ela pra sair, ela sempre dava um jeito de ficar perto de mim, para não da muitas chances dos caras insistirem e alugarem no pe dela, comigo por perto, os caras ficavam sem jeito de tentar convencer a minha mãe a todo custo e iam embora. Ela tambem me usava de escudo para dizer que tinha medo de deixar a gente so a noite, por mais que eu ja fosse plenamente capaz de ficar em casa com meu irmão. Enfim, essas coisas foram isolando ela socialmente, e ela foi se aproximando mais de mim, cobrando um pouco minha atenção. Nesse periodo, eu conheci uma morena de 25 anos, que cuidava da vizinha, e foi com quem eu perdi a virgindade, não foi muito dificil, ela era bem safada, e eu sempre tive a minha presença. A gente ficava conversando na porta da casa da vizinha para matar o tedio de ambos ate que um dia ela me chamou pra dentro, enquanto a velha dormia, a gente foi pro quarto ao lado e acabou rolando. O problema eh que antes de eu sair, a velha me viu, e estranhou eu dentro da casa dela. Fuçou nos seus comodos e viu um pacote de camisinha aberto escondido atras do pe da cama. Não deu outra, ela ligou os pontos e logo a noite quando minha mãe chegou do serviço, foi la em casa dar com a lingua nos dentes. Mas eu tava tão orgulhoso do que tinha feito, que aquilo não me deixou nem um pouco constrangido. E na frente da velha, minha mãe parecia brava comigo, mas depois que eu expliquei tudo a ela, ela ate me deu apoio na situação, e demonstrava orgulho de seu filho, afinal de contas, eu tinha acabado de traçar uma moça bem mais velha que eu, de forma um tanto quanto precoce. Aquilo inevitavelmente virou o assunto da noite. Ela quis saber um pouco dos detalhes, perguntou se eu tinha usado camisinha, quanto tempo tinha sido, se eu tinha ficado muito nervoso, enfim, coisas que a gente nunca tinha conversado antes. E o mais interessante daquela conversa foi quando ela disse ”Meu deus, meu filho não eh mais virgem!” ”Eu perdi minha virgindade com 21 anos, e foi com seu pai.” A partir daquele dia, as coisas foram realmente esquentando entre a gente. Acho que ela mudou pelo menos um pouco, o jeito de me encarar. Ela fazia questão no dia a dia, de estar perto de mim, conversando, e eu fazendo companhia pra ela no que fosse. Naturalmente, meus desejos por ela foram se intensificando. Principalmente durante a noite, quando ela usava roupinhas curtas de dormir, ou dias bem quentes quando ela ficava de calcinha e sutiã ou de biquini. E o fato dela estar cada vez mais aberta comigo, tambem me encheu de confiança. Mas uma coisa eh uma coisa, outra coisa eh outra coisa…Uma coisa ela eh estar mais aberta comigo, mas ainda mantendo entre a gente o relacionamento normal de mãe e filho, outra coisa foi quando ela passou a realmente agir de forma mais provocativa. Eu tenho uma ideia de como isso começou…Foi a partir de um dia que eu vi ela se trocando no meu quarto, no guarda-roupa onde ela guardava parte de suas roupas, eu fiquei comendo ela com os olhos, e quando ela ficou completamente nua, eu não consegui tirar os olhos dela. Eu a olhava com desejo, e ela percebeu isso. Percebeu, mas não comentou nada. Nos dias seguintes ela foi agindo de forma provocativa com cada vez mais frequencia. Mas era uma coisa bem sutil, nada muito ”na cara” era coisas que facilmente poderia fazer ela justificar que eu estaria confundindo as coisas. Ela passou a ficar de calcinha e sutiã mais vezes em casa, fazia poses sexy, principalmente de costas para mim, deitava no meu colo sem eu esperar, dormia semi nua e descoberta, coisas sutis mas que me faziam arder por dentro. Mas por ser coisas bem sutis eu ainda ficava na duvida se era proposital ou não. Então eu resolvi fazer um teste. Certa noite, quando meu irmão ja havia ido dormir eu estava com bastante tesão, e eu resolvi ir deitar com ela, assim que eu deitei na cama, ela por ter sono leve, acordou…

-Mãe, posso dormir aqui hoje?

-Pode, aconteceu alguma coisa?

-Não não, so to com calor mesmo, aqui eh mais fresco.

Ela abriu espaço e eu deitei junto a ela, na primeira noite eu fui bem timido, digamos assim, mas a medida que eu ia dormindo com ela, eu fui me soltando aos poucos. Comecei a dormir abraçando ela, dormir pegando em sua barriga, e ate encoxando ela, ela tambem dormia me abraçando e algumas vezes, dormia com a perna em cima do meu corpo. Mas ate ai, tudo bem, foi quando em uma bela noite eu resolvi me ousar. Eu tomei banho como de costume, e ja me preparava pra ir dormir com ela, meu irmão ainda tava acordado e isso me deu tempo para pensar em uma coisa, resolvi que iria dormir so de shorts e sem cueca aquela noite, e que tentaria dormir encochando ela, foi um dia em que eu tava sentindo bastante desejo, pois ela passou o dia com uma roupinha bem curta, e que eu consegui varias vezes ver a popa da sua bunda, assim que meu irmão dormiu, e eu fui deitar com ela, não demorou muito para eu começar a ficar excitado, mas eu aguardei ate que ela pegasse no sono, quando ela o fez, eu encochei nela. Com toda a certeza, ela iria um momento ou outro perceber meu pau duro pressionando a sua bunda, porem nessa noite, ela so deu umas mexidas na cama, e nada mais. No dia seguinte, ela não comentou nada, e o dia seguiu normalmente, a noite, eu iria repetir a mesma coisa que fiz na noite passada, so que dessa vez, ela tambem tinha preparado a sua surpresinha… Eu tava deitado ja na cama, e ela tinha acabado de sair do banho com o seu pijama, mas assim que chegou perto da cama para deitar, tirou a parte debaixo do pijama, ficando so de blusinha e calcinha, uma calcinha que não era fio dental, mas era bem cavada em sua bunda. Aquilo fez meu coração disparar, e fiquei meio relutante se iria tentar novamente encocha-la aquela noite. Conversamos um pouco e viramos cada um pro seu lado, como de costume, mas eu não iria resistir aquela bunda virada para mim, nunca tinha encochado ela, ela de calcinha antes, e tentei me arriscar. Com o pau duro, bem destacado no shorts, eu a encochei sem pensar muito nas consequencias. Estava escurinho, e aquele climinha estava bom, mas eu percebi que de repente minha mãe levantou o pescoço. Eu tomei um susto, e fechei os olhos, fingindo estar dormindo. Abri so um pouquinho, para tentar ver, e ela tava olhando exatamente para mim, e para a parte onde nossos corpos se encontravam, ela continuou olhando por alguns minutos, e de repente, ela colocou a sua mão timidamente em minha perna, e deu algumas alisadinhas, nesse momento, eu gelei e fiquei nervoso, mas estava adorando aquilo que ela estava fazendo. Suas mãos acariciava tão carinhosamente minhas pernas que eu comecei a sentir culpa por tudo aquilo…Ela então puxou um pouco meu shorts pra cima, com a mão subindo ate minha coxa, eu pensei que ela fosse pegar no meu pau naquele momento, mas ela se manteve com a mão na minha coxa ate tirar e virar novamente pro seu lado. Mas o bom eh que ela se manteve encochada ali, não mexeu nem um centimetro. Pelo visto ela estava achando aquilo ali, tão gostoso quanto eu. Mas o medo e o receio ainda nos seguravam.

Na noite seguinte, eu tava no meu quarto jogando e ela apareceu na porta me perguntando:

-Vai dormir comigo hoje?

-Vou sim.

-Bom que a gente dorme gostosinho, que nem ontem.

E saiu, aquilo ficou na minha mente e eu não consegui mais me concentrar no video game, so pensava no real significado daquelas palavras, o que ela realmente quis dizer com aquilo. Logo desliguei o video game e fui para o quarto dela, onde ela brincava com meu irmão mais novo. Mais uma vez, ela estava so de calcinha e sutiã, aquela iria ser uma longa noite, foi o que eu pensei no momento. Cada vez que meu irmão reclamava de que estava ficando com sono, meu coração batia mais forte, foi um momento de suspense e ansiedade, estava louco para descobrir se algo iria rolar naquela noite, se ela iria me falar alguma coisa, ou fazer algum gesto como da noite anterior…Minha cabeça estava quase explodindo de tanto pensar. Quando meu irmão dormiu, minha mãe fechou a porta e veio deitar na cama, ela ja me olhava um pouco diferente. Eu deitei de barriga pra cima, esperando ela dormir, ou pelo menos fingir que dormia para ”atacar”. Mas diferente das outras noites, essa ela deitou virada para mim. e ficou me olhando, quando eu fiz contato visual, ela chamou meu nome e falou:

-Filho, como eh que voce gosta de dormir comigo?

-Como eu gosto? Como assim?

-Grudado em mim, ne? Sentindo meu bumbum?

-Mãe, eu..Eh..

-Eu sei filho, eu tambem gosto de sentir o seu calorzinho em mim.

Virou-se de costas para mim e continuou

-E eu tambem adorei sentir outra coisa ai embaixo, por isso vou dormir assim mais vezes. Voce gosta quando eu durmo assim?

-De, de calcinha? Eh verdade, eu gosto.

-Não sabia que meu filho era safado.

-Eu tambem não sabia que minha mãe era

-Eu sou? Cara de pau…Mas todo mundo eh um pouquinho.

Empinou um pouco a bunda e falou:

-Vem aqui, vou te deixar encochar a mamãe, mas so um pouquinho, olha que privilegio ne?

-Muito, demais. Acho que eu sou muito sortudo da senhora deixar eu fazer isso.

Me juntei a ela, e comecei a encocha-la, com a diferença que dessa vez nos dois estavamos acordados. Não demorou muito para meu pau subir e ela senti-lo latejando em sua bunda. Ela virou-se para tras e deu uma breve risadinha. Eu a abracei pela barriga, e ela começou a alisar meu braço. Ai o clima realmente esquentou bastante, eu queria me atrever mais, mas deixei que as coisas fluissem naturalmente, era assim que ela gostava.

-Que coisa, ele ja endureceu rapido assim? Eh a primeira vez que um homem me sente e fica assim tão depressa.

-Eh porque, te acho muito gostosa.

-Eu sei disso.

De repente, ela virou-se pra mim, chegou bem perto do meu rosto, confesso que nesse momento eu pensei que ela fosse me beijar, mas foi algo melhor que isso. Ela cochichou no meu ouvido:

-Quer fazer ”safadeza” com mãe?

Respirei fundo e afirmei positivamente com a cabeça, meio timido. Eu pensei que fosse ter mais atitude em uma situação como essas, mas confesso que fiquei um pouco intimidado com esse lado mais ousado de minha mãe. Ainda com um ar de que estaria fazendo algo errado ela falou:

-Vou tocar em voce, posso?

-Claro que pode, o que quiser.

Ela sentou na cama, e foi tirando lentamente o meu shorts. Os seus olhos brilharam quando ele pulou pra fora…Pegou nele e começou a acaricia-lo lentamente, envolveu a palma na sua mão e fechou com os dedos, começou a me punhetar, e eu nesse momento apenas estirei minhas pernas, para poder sentir melhor aquilo. Ela achou engraçado a minha reação, e ajeitou seu corpo de uma maneira que ficasse ainda mais confortavel fazer aquilo. Foi aumentando o ritmo e eu mal podia acreditar no que estava ali acontecendo, a medida que ele ficava mais lubrificado, ela aumentava ainda mais de ritmo. Ficou algo tão rapido que ambos podiamos ouvir o som da sua mao batendo na base do meu pau. Ela olhou pra minha cara e me viu ofegante.

-Quer gozar? Pode na hora que voce quiser querido.

Me deixei levar por aquelas palavras, e foi facinho pra ela me fazer gozar… Sua mão toda melada de porra, parecia um presente pra ela.

-Hmm, gozou gostoso.

Ela se levantou e pegou um lenço para limpar aquela bagunça, perguntei se mais tarde a gente podia fazer aquilo de novo, e ela disse que sim, se estivesse acordada. Eu fiquei puxando conversa com ela, pra não deixar ela dormir, eu ali peladão na cama, comecei a ficar duro de novo, so de olhar pro seu corpo semi-nu. Assim que ela percebeu a ereção falou:

-Ja quer de novo?

Cheguei junto dela, e ela ja foi automaticamente pegando nele. Dessa vez eu iria me ousar. Enquanto ela batia, eu comecei a apertar um de seus peitos que estava mais perto do seu corpo, e a passar a mão em suas pernas. Ela começou a gemer sutilmente e depois de um tempinho, tirou um de seus peitos pra fora, justamente o que eu estava ali acariciando. Comecei a pegar e apertar ele com toda a vontade que eu tinha contida em mim, inclinei meu pescoço pra baixo, e comecei a chupa-lo. Ela parou a punheta na hora, e ficou curtindo eu de boca em seus seios.

-Quem disse que era pra chupar meus peitos? Voce eh muito atrevido.

Ela subiu em cima de mim, tirando o sutiã e oferecendo, colocando os dois peitões em minha cara. Eu não conseguia nem dar conta daquilo tudo junto, não sabia qual peito apertar ou chupar, mas fazia aquilo com bastante tesão. A coisa ficou seria mesmo, quando ela repousou sua calcinha em cima do meu pau. Paramos por um momento, e ficamos nos olhando por um tempo, assimilando o que aquilo poderia nos levar. Ela então começou a se esfregar em mim, com sua calcinha sempre passando pela cabeça do meu pau, e a gemer baixinho, foi a hora que aproveitei para explorar seu corpo da maneira que eu mais queria, pegava em sua bunda, pernas, cintura, cabelo, ate alguns tapas eu me ousei a dar. O esfrega esfrega foi ficando cada vez mais gostoso e intenso, então ela saiu de cima de mim, e me puxou pra ela. Levou sua mão para a parte de baixo, me olhou profundamente, e me puxando de vez pra ela, me deu um beijão de lingua. Eu não esperava mesmo por aquilo, fiquei tão hipnotizado com aquele beijo que nem percebi a hora que minha mãe havia introduzido meu pau em sua buceta. Quando eu percebi, comecei meter nela, ja em um ritmo bem rapido, ela ia abrindo cada vez mais as pernas, e a mandar eu meter ainda mais forte. Eu mal podia acreditar naquilo diante de mim, eu estava comendo ela como sempre quis fazer na vida. Antes de gozar, ela me jogou na cama e subiu em cima de mim, deitou sobre meu corpo, posicionou meu pau la dentro, e começou a cavalgar, bem devagar no começo, mas foi acelerando bastante, a medida que ela acelerava, ela me abraçava e me apertava com mais força.

-Mãe, eu vou gozar…eu vou gozar!

Nesse momento ela acelerou ainda mais o ritmo e começou a gemer mais alto perto de mim, meu pau entrando e saindo daquela buceta pelos seus movimentos freneticos e constantes me fizeram gozar mais uma vez. Ainda demos outra antes de dormir e na manhã seguinte, e seguimos nessa rotina por bastante tempo. Posso voltar e contar aqui, com mais detalhes ate, como foi nossas transas a partir de então.

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