Tia Gostosa Dando Mole Querendo Putaria

Olá tudo bem, me chamo João Paulo, tenho 19 anos e vou contar algumas histórias minhas.

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Desde que minha mãe, depois de anos solteira, começou a namorar, eu percebi que é muito fácil conquistar uma coroa. Normalmente, elas são sempre sozinhas e solitárias, então quando alguém demonstra um pouco de carinho e desejo por elas, elas se entregam.

Eu, na minha melhor fase da adolescência, com 16 anos de idade, doido pra comer uma buceta, tive esse conhecimento e resolvi aproveitar uma oportunidade. Nas férias, eu sempre ia para a casa da minha tia, ela não era minha tia de verdade, na verdade ela era casada com meu tio e é uma mania desde criança de chamá-la de tia Maria Rita.

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Tia Rita é uma mulher de 43 anos, casada com meu tio Dicesar há 15 anos e tem dois filhos com ele, Diego de 13 anos e Maria Júlia de 9 anos. Sempre me dei bem com os dois e eles sempre ficavam maravilhados com as minhas histórias de adolescente e me admiravam por ser mais velho e ter uma suposta liberdade a mais que eles.

Na casa dos meus tios, eu sempre percebia que tia Rita sempre ficava sozinha, meu tio é caminhoneiro, passa mais tempo fora de casa do que em casa e as poucas vezes que pode ficar em casa, ele não fica direito ou está muito cansado para lhe dar atenção. Já vi minha mãe e minha tia falando muito sobre isso e minha tia dizendo que só não se separa por causa das crianças, mas que sente falta de ser amada. Minha mãe chegou a sugerir que ela se “divertisse” um pouco, mas minha tia disse que com o trabalho e as crianças, ela não tinha tempo e que também todo mundo a conhecia na cidade, seria impossível ter um caso sem que meu tio soubesse.

Durante as férias eu me aproximei muito de minha tia, ajudava ela com os trabalhos domésticos, aprendi a cozinhar algumas coisas com ela e ajudava na cozinha. A noite, depois que meus primos dormia, a gente passava horas conversando. Teve vezes que fomos dormir as 6h só jogando conversa fora e bebendo vinho, ela não queria me deixar beber vinho, mas depois que tanto insisti e disse que seria só um pouco, ela deixou. Tia Rita ficava maravilhada, leve, risonha, ela estava feliz e se divertindo, eu sentia. E eu sempre distribuí elogios pra ela, de forma sutil.

Tia Rita é uma mulher inteira, seu corpo não revelava a sua idade. Cabelos claros até a altura do sutiã, peitos pequenos e firmes, cintura fina, pouca barriga, quadris largos e bumbum grande, pernas grossas e torneadas. E eu amava suas pernas. Eu sempre elogiava seus cabelos; seu sorriso; a roupa que ela vestia, independente da roupa que usava; suas pernas, eu sempre elogiava suas pernas, eram lindas; seus pés; sua pele, ela tinha a pele macia e sedosa, muito gostosa ao toque; seu cheiro. Tudo. Ela ficava sem graça, mas com um sorriso bobo e satisfeito no rosto.

Ao poucos ela foi abrindo caminho pra mim e me deixava tocar mais nela, eu a abraçava mais e demorava sempre nos abraços, apertando seu corpo contra o meu, sentindo seus seios sendo esmagados contra meu peitoral e meu pau batendo em sua barriguinha. Com um tempo passei a chegar na cozinha e abraçá-la por trás, as vezes até pela manhã quando acordava de pau duro. Chegava por trás dela, ela na cozinha preparando o almoço, envolvia seu corpo pequeno e delicado em meus braços, colava meu corpo no dela e beijava seu ombro e seu pescoço mais de uma vez lhe desejando bom dia. Eu nem precisava sarrar meu pau em sua bunda, ela mesma se aconchegava em meus braços e fazia uma pressão com a sua bunda grande em meu pau duro como pedra. Ela ficava arrepiada, molinha, toda dengosa. Confesso que na época eu entendia muito bem a linguagem corporal das mulheres, mas depois ficou nítido pra mim que ela tava querendo rola e eu podia ter comido ela bem antes de que comi. Mas não demorou muito pra eu descobrir…

Faltando poucos dias pra acabar as férias, tia Rita mandou Diego e Júlia pra casa de um coleguinha deDiego, era aniversário desse coleguinha e Júlia era amiga da irmã dele. Eles iam fazer sessão cinema e pipoca, então dormiriam lá e só voltariam no dia seguinte. Nessa altura nós já estávamos mais descarados nos abraços, ao ponto de eu ficar a manhã inteira grudado na minha tia sarrando meu pau em seu rabo grande e gostoso enquanto ela preparava o almoço e só desgrudava quando ouvia meus primos acordarem.

Enfim casa vazia, titia preparando jantar na cozinha. Eu tinha dito que não ia jantar, mas acredito que ela gostava de ficar na cozinha porque queria receber meus carinhos mas sem confessar, sabe como é, né. Eu cheguei na cozinha, fiquei encostado no batente da porta observando ela que estava batendo um bolo a mão, vestia um vestido de alcinha, bem leve e que ia no meio de suas coxas grossas, ela estava uma delícia. Eu estava nervoso demais, não era virgem, tive uma namoradinha dois anos mais velha que eu, um ano antes desse acontecimento com titia, ela sempre me fazia chupar a bucetinha dela e me mamava muito também, a gente gozava muito assim. Poucas vezes que ela me deixou comer ela, mas todas as vezes foi muito gostoso. Só que ali na minha frente era uma mulher muito mais velha e a mais gostosa que eu já tinha tocado, mesmo que fosse só pra sarrar, a ideia de comer ela me deixava apavorado de um jeito bom.

⁃ Oi, João – ela disse olhando pra trás pra me encarar e dando um sorrisinho. Aquele sorrisinho de safada dela era de matar. – vai ficar ali só olhando? – perguntou voltando sua atenção para a massa de bolo em sua frente.

⁃ Oi, tia. É… Na-não! – respondi gaguejando um pouco, eu estava muito nervoso, ela deu uma risada ao me ouvir e balançou a cabeça sem olhar pra mim dizendo: “eu não mordo”.

Eu me aproximei por trás dela, segurei em sua cintura e apertei antes de envolvê-la em meus braços e puxar seu corpo pro meu. Eu sou um pouco mais alto que ela, então sempre tive que abrir as pernas pra que meu pau ficasse na altura de sua bunda. Eu pressionei meu pau em seu rabo e deixei um rastro de beijos em seu ombro até à curva de seu pescoço e ela se empinou rebolando e esfregando aquele rabo em mim. Eu gemi puxando o ar entre os dentes, ela ficava completamente arrepiada com meus beijos por suas costas, seu ombro, seu pescoço e minhas carícias em seus seios. Eu segurava firme em seus seios e os apertava com cuidado, os massegeando com vontade. Ela estava sem sutiã, então logo abaixei as alcinhas de seu vestido, descobrindo seus belos seios cheios e firmes, eu segurava em seus mamilos e os apertava bem de leve, os torcia com cuidado, ela gemia e se esfregava ainda mais em mim. Em certo momento seu vestido caiu no chão sobre seus pés, eu me afastei pra contemplar seu corpo nu, ela também estava sem calcinha, meu pau que já estava duro ficou ainda mais duro, se é que isso é possível. Eu achei que fosse gozar só de ver aquela mulher de costas pra mim, quando a virei e vi seus seios gostosos, sua buceta inchada e lisinha, eu não me contive, puxei aquela mulher pra mim e a beijei com gosto, com vontade, firme mas delicado.

Eu beijava seus lábios enquanto segurava e acariciava sua bunda, a puxando cada vez mais pra mim. Ela já estava completamente colada em mim, seus seios esmagados em meu peitoral, meu pau cutucando sua barriguinha, mas eu queria mais daquela mulher em mim, muito mais.

⁃ você não sabe o quanto eu te desejo, titia… – sussurrei ainda com os lábios colados nos dela, acariciando seu corpo. Eu apertava sua bunda e subia as mãos por suas costas macia a apertando em mim. – você é tão linda, tão gostosa… maravilhosa! – me afastei novamente pra admirá-la dando ênfase ao que falei.

Ela só me olhava, seus olhos estavam brilhando e no seu rosto havia uma expressão mista de prazer e admiração. Eu a coloquei sentada num banco que havia perto do balcão da cozinha, ela de frente pra mim. Ela me olhava e eu a senti hesitar por um momento, perguntei: “o que houve?”.

⁃ não sei se devemos… sabe, eu sou sua tia, mulher do seu tio e você é tão novo… isso é errado! – Ela disse parecendo realmente preocupada e até um pouco culpada, mas não tirava a mão do meu pau. Ela me tocava por cima da bermuda que eu vestia e massageava meu pau com a mão pequena, macia e experiente. Era uma delícia, percebia a experiência dela só pelo seu toque em meu pau.

⁃ Você quer ou não quer? – falei me afastando dela, pra que ela tirasse a mão do meu pau. – porque se você não quiser, a gente para agora… não quero que faça nada sem vontade! Mas saiba que eu quero muito, muito mesmo. Eu sempre quis… você me deixa louco! – comecei a falar firme mas enfraqueci no final da frase, olhando aquele corpo e me lembrando o quanto aquela mulher me deixa louco

Ela não respondeu nada, só segurou o cós da minha bermuda e me puxou pra ela. Eu me aproximei beijando-a em seus lábios macios, ela beijava gostoso e intenso e eu acompanhava. Ela colocou meu pau pra fora da bermuda e começou me masturbar de um jeito extremamente gostoso. Sua mão deslizava firme em meu pau, enquanto a outra mão massageava minhas bolas, de vez em quando parava a mão que me masturbava sob a cabeça do meu pau e massageava. Sempre que ela fazia esse movimento na cabeça do meu pau, eu era obrigado a me segurar firme no balcão porque era tão gostoso que minhas pernas bambeavam, eu gemia e tive que parar de beijá-la por isso, e ela ficava me olhando gemer e me contorcer de prazer, toda satisfeita com o trabalho que fazia e com aquele sorrisinho safado na cara. Isso tudo só com uma punheta…

Eu fiz ela parar e me recompus, ajoelhei na frente dela, entre suas pernas, ela abriu ainda mais as pernas quando me viu de joelhos e eu pude ver sua buceta completamente melada. Era uma buceta inchada, gorda, que eu precisava segurar seus lábios e abri-los para pode ver seus clitóris e quando vi, eu caí de boca.

Eu a chupava firme mas com a língua mole e delicada, massageava seu clitóris em círculos com a minha língua. Em certo momento enfiei dois dedos em sua buceta encharcada, e apesar de falarem que mulher que tem filhos é “larga”, ela era bem apertada, tanto que meus dedos entraram com um pouco de dificuldade. Eu comecei a dedá-la com precisão, mantendo o mesmo ritmo que minha língua deslizava em seu clitóris. Aos poucos fui aumentando o ritmo das dedadas e as vezes parava de chupá-la só para dedar rápido e forte a sua buceta, visando seu ponto g. Ela gritava de prazer e várias vezes soltou jatos de gozo em minha cara, quando eu estimulava com força o seu ponto g a fazendo gozar.

Ela tava linda toda mole no banco, o banco não tinha costas para ela recostar então ela tinha que se segurar no balcão. O rosto dela expressava claramente prazer e tesão, seu corpo também com seus mamilos inchados e duros apontando pra frente, sua buceta encharcada e ela apertando suas coxas uma na outra se contorcendo de tesão. Eu estava admirado naquela mulher, ela era gostosa demais, nem no meu melhor sonho eu acreditaria que poderia pegá-la, mas agora eu estava ali a encarando enquanto ela me olhava em êxtase querendo me dar.

Eu girei o banco onde ela tava sentada, fazendo ela ficar de costas pra mim, puxei um pouco o quadril dela pra trás, pra ela ficar empinada e pra sua buceta ficar acessível pra mim. Terminei de tirar minha bermuda e minha cueca, pincelei algumas vezes meu pau em sua buceta molhada e gostosa e empurrei firme tudo pra dentro dela. Entrou tudo até o talo, ela gemeu como se tivesse gozando, gemeu com prazer. Eu segurei sua cintura e comecei a socar com força total em sua buceta.

Eu beijava seu pescoço, suas costas, sua nuca e socava com vontade em sua buceta. Subi minhas mãos pela frente se seu corpo e segurei em seus seios. Apertava seus seus com vontade mas com cuidado pra não machucar, os massageava e aproveitava pra massagear seus mamilos durinhos também. Em certo momento ela pediu pra eu bater nela, então eu bati, dei muitos tapas em sua bunda. Ela é branquinha e já estava com bunda vermelha por causa do impacto forte dos nossos corpos enquanto eu metia nela, mas depois que comecei a bater ficou ainda mais vermelha e com a marca da minha mão estampada em sua pele.

⁃ você gosta de apanhar, né safada? – perguntei apertando o pescocinho dela pela frente, mantendo ela colada em mim e submissa a mim enquanto meu pau entrava e saía com força de sua buceta gulosa, cada vez mais rijo e mais agressivo. – É minha puta, é isso que você é… minha puta! – falei firme perto do ouvido dela

⁃ sim… isso… assim… sua puta, eu sou… eu sou sua… fode… fode- ela sussurrava ofegante, quanto mais eu socava nela mais ela empurrava a bunda pra trás como se quisesse que eu entrasse cada vez mais fundo e mais forte em sua buceta e eu só obedecia, cada vez mais fundo, mais forte, mais agressivo.

Eu estava socando com força total, sua buceta era quente, muito quente e molhada demais, abraçava meu caralho com maestria e me sugava cada vez mais gostoso pro fundo dela. Era gostoso demais, ela era gostosa demais! Eu estava prestes a gozar quando ela gemeu alto anunciando que ia gozar e seu corpo começou a tremer, eu cravei meu pau bem no fundo da sua buceta e a apertei contra mim a firmando no meu pau. Ela estava gozando mais uma vez, seu corpo tremia tanto quanto sua buceta dava espasmos fortes no meu pau. Eu gemi e gozei sentindo sua buceta mastigando meu pau com tanta força, despejei todo meu leite dentro dela e tive que me segurar mais uma vez pra não cair de tão gostoso que gozei naquela mulher.

Estávamos ofegantes e cansados, abraçados e meu pau ainda estava dentro dela, duro mesmo depois de gozar tão gostoso. Eu tirei meu pau e minha porra escorreu pra fora de sua buceta, fazendo uma barulho de bolha estourando. Eu me recostei na balcão ao lado dela, ela me olhou e selou meus lábios, admirada. Seus olhos brilhavam e a felicidade estava estampada em seu rosto. Não demorou muito e ela se levantou no banco e ajoelhou na minha frente. Confesso que nessa hora meu pau já estava amolecendo, mas quando ela simplesmente ajoelhou, meu pau ficou duro a ponto de bala, feito pedra, parecia que ia explodir de tão duro. Ela segurou firme e voltou a bater aquela punheta gostosa que tinha me deixado fraco antes. E logo abocanhou meu caralho, eu gemi. Sua boca era quente e molhada, sua língua macia se esfregava na cabeça do meu pau enquanto ela fazia movimentos de sucção na mesma.

Ela me olhava com meu pau em sua boca, chupava a cabeça, esfregava língua nela. Lambia meu pau inteiro e chupava minhas bolas enquanto me masturbava e fazia aquela massagem gostosa na cabeça do meu pau que me deixava fraco. Quando voltou a chupar meu pau, engoliu tudo de uma vez. Quando ela fez isso pela primeira vez, eu fiquei maluco, achei que fosse gozar na hora e não tinha nem 10 minutos de boquete. Na segunda, eu segurei sua cabeça firme pra que ela não voltasse e comecei a socar meu pau bem no fundo de sua garganta. Ela aguentava bastante, mas logo seus olhos se enchiam de água e ela fazia sons de engasgos, então eu a libertava, ela tossia, recuperava o ar sem parar de me masturbar e voltava a engolir tudo de novo, me mamando gostoso. Depois de algum tempo socando meu pau em sua boca, eu gozei enchendo seu rostinho de porra.

Foi uma noite e tanto pra nós dois. Eu comi ela em todos os cômodos da casa, e mesmo quando não estava aguentando mais a fiz gozar com meus dedos e minha boca. Ela era uma mulher insaciável, sempre queria mais. Ah, o bolo solou rs.

Até hoje, toda vez que passo por lá, a gente se diverte um pouco. Agora ela tá pensando em separar do meu tio definitivamente e reconstruir sua vida. Acho que ela gostaria que fosse comigo, mas eu tenho outras coroas pra dar atenção rs

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