O taxista me consolou

Eu namorada a 4 anos. Nosso namoro começou bem, mas neste ponto eu sentia ele distante, quase não me procurava sexualmente. Hoje, pelo perfil dele, acredito que estivesse viciado em pornografia ou fosse homossexual, mas na época eu não tinha maturidade para entender essas coisas, e acabava me sentindo culpada por não ser desejada.

Para contextualizar, eu comecei a namorar tarde, por volta dos 18 anos, mas sexo mesmo só tive com ele, a partir dos 20. Antes disso foram só beijinhos, e com ele o sexo era bem básico, nada muito emocionante.
Neste período que estou narrando eu estava em um momento de transformação. Tinha passado em um bom concurso público recentemente, o que me deu liberdade financeira e de certo modo me abriu os olhos para outras liberdades também. Nessa mesma época eu comecei a sair mais com minhas amigas para beber e me divertir, coisas que antes eu só fazia com ele, e mesmo assim sempre tudo muito regrado.

Neste dia eu tinha brigado com ele e decidi ir em uma boate com minhas amigas. Ele ficou puto, mas não tentou me impedir de ir. Foi muito legal, mas depois de beber um pouco me bateu uma ressaca moral, fiquei triste por estar saindo sem ele, chorei, minhas amigas me consolaram, e decidi pegar um taxi e ir para a casa dele. Naquele momento eu não sabia disso, mas eu queria que ele me fodesse, queria me sentir desejada, amada.

Chegando lá qual não foi a minha decepção. Ele me recebeu super mal, disse que estava cansado, que eu só pensava em safadeza, que tinha que trabalhar cedo no outro dia e eu o estava atrapalhando. Tivemos outra discussão e resolvi ir embora. Pedi que ele ligasse para um ponto de taxi que tinha próximo e desci.
Entrei no taxi no banco de trás quase sem falar com o motorista, apenas disse o endereço que me recolhi aos meus pensamentos.
Fiquei remoendo tudo que tinha passado nos últimos 2 anos com ele e fiquei muito mal, comecei a chorar de novo.

Neste ponto o taxista perguntou se tinha alguma problema, se eu tinha sofrido alguma violência ou algo assim. Eu disse que estava tudo bem, só estava cansada.
Ele insistiu e eu acabei falando tudo que tinha acontecido, e ele se sentiu na liberdade de perguntar mais coisas, conversar mais. Hoje eu percebo que ele já estava com maldade, mas naquele momento eu fui uma presa fácil.

Depois de alguma conversa ele perguntou se eu não queria parar em algum lugar pra conversar mais antes de chegar em casa, para eu me acalmar e não chegar em casa chorando para não assustar a minha família, ao que eu respondi que não, já temendo alguma coisa. Mas ele insistiu, e não sei o que me deu que eu aceitei. Na verdade hoje eu sei bem o que me aconteceu, já era o tesão falando mais alto, me dando coragem para fazer coisas que depois eu me arrependeria, ou não.

Não estávamos muito distante da minha casa, mas ele pegou um desvio por um lugar que eu não conhecia bem e parou em frente a uma casa que estava em construção, ao que eu perguntei o que ele ia fazer e ele disse que aquela casa era da família dele e que a gente podia ficar a vontade ali em segurança.
Quando ele saiu para abrir o portão eu pude reparar melhor nele. Era um moreno, quase negro, acredito que tinha por volta de 1,80m, pois era mais alto que o meu namorado, que tem 1,74m. Não era musculoso, mas era forte, com uma barriguinha que não atrapalhada sua silhueta.

Ele abriu o portão e entrou para uma area que tinha nos fundos. Assim que parou, saiu do carro e fechou o portão ele veio direto para o banco de trás e sentou do meu lado, já colocando a mão na minha coxa. Aquilo me assustou um pouco, de modo que fiz menção de abrir a porta para sair, ao que ele segurou a minha mão e disse: o que vc achou que iria acontecer vindo aqui? Colocando a minha mão no seu pau, já bastante duro, para minha surpresa.

Aquilo foi um choque pra mim. Eu estava acostumada com o pau do meu namorado, que aliás foi o único que tinha visto e sentido até então, mas aquilo era totalmente diferente.
Neste ponto eu já não estava esboçando resistência. Segurei o pau dele sobre a calça jeans e ele me puxou pela nuca e me deu um super beijo. No começo eu estranhei um pouco o bigodinho dele, mas não sabia ainda que a partir deste dia isso seria um fetiche pra mim.

Quando me beijou ele enfiou a lingua quase toda na minha boca. Isso misturado ao gosto do halls de morando que ele tinha acabado de chupar me deixou louca. Eu não sabia que existia isso, um homem com tanto tesão assim, que gostava de mulher daquele jeito.

Na hora eu senti que a minha buceta tinha ficado toda molhada, e ele logo perceberia isso também, por que não demorou muito ele começou a acariciá-la sobre a calcinha, já buscando um jeito de enfiar o dedo nela, o que ele logo conseguiu. Quando sentiu seu dedo grosso deslisando fácil pra dentro de mim ele deu um sorriso safado e disse: já estava com tesão, né, safada? – Caralho, como aquilo foi gostoso.

Aquele homem forte, rústico, com cheiro de macho, me beijando e pegando daquele jeito tão safado me deixou doida.
Enquanto tudo isso acontecia eu não conseguia tirar a mão da rola dura dele, mas ainda sobre a calça, sem tirá-la para fora. Nesse momento ele tirou a mão da minha buceta e começou a pegar nos meu seios, tirando um pra fora e chupando com um desejo que pra mim era algo inédito. Sentia a lingua dele rodeando meu mamilo, sua boca grande abocanhando meu peito, seu bigodinho safado relando na minha pele, tudo aquilo estava me enlouquecendo.

Depois de ficar um tempo nesta pegação ele veio com aquela voz grave que nunca mais vou esquecer e falou no meu ouvido: vou chupar sua bucetinha.
Ainda acostumada com as frescuras do meu namorado eu disse para ele que não seria legal, que eu estava a muito tempo fora de casa e tal (o que eu queria dizer é que a minha buceta não estaria cheirosa como quando eu saio do banho) ao que ele respondeu: Eu vou te chupar de qualquer jeito.
Nessa hora eu entendi, eu estava lidando com um homem que gosta de mulher. Não um moleque mimado e fresco.

Eu simplesmente amoleci e deixei ele fazer o que queria.
Ele me deitou no banco e saiu do carro. Já do lado de fora ele se abaixou e puxou a minha calcinha de lado e caiu de boca como nunca antes eu tinha sentido.
Eu não mencionei antes, mas nesse dia eu tinha depilado a minha buceta pela primeira vez. Quer dizer, tinha deixado ela toda lisinha, pois antes eu só aparava. Fiz isso na esperança de atiçar meu namorado, mas em vão. Mas acabou que foi ótimo acontecer assim. Sentir aquela boca carnuda me chupando, aquele bigodinho espetando meus grandes e pequenos lábios, era só o começo do que eu ia sentir naquele dia.
Eu estava enlouquecendo. Aquele macho safado me chupando, pegando meus peitos, enfiando o dedo na minha boca, estava gostoso demais.

Depois de ficarmos um bom tempo assim ele se levantou, me puxou pela mão me colocando sentada no banco do carro, e abriu o zíper da calça colocando aquele pau lindo para fora. Apesar do ambiente estar escuro, iluminado apenas pela luz indireta que vinha dos postes na rua, eu consegui ver aquele pau preto, grosso, com a pele cobrindo toda a cabeça. Eu nunca tinha visto um pau assim. Na verdade eu só conhecia o pau do meu namorado. Aquilo era algo novo, e o tesão tomou conta de mim.

Ele, sempre tomando a iniciativa, me puxou pela nuca novamente, dessa vez enfiando o pau na minha boca. Em qualquer outra circunstância eu sentiria ojeriza do cheiro, da aparência dele e tudo mais. Mas naquele momento tudo aquilo que me trazia repulsa estava me dando muito tesão. Logo que ele colocou o pau na minha boca eu senti o gosto salgado dele, mistura de suor e da porra que já saia daquele pau.

Aquela novidade surpreendentemente me deixou cheia de tesão, de modo que comecei a chupar ele do melhor modo que eu podia. O pau dele era muito grosso, a cabeça mal cabia na minha boca. Parei de tentar engolir ele todo e fiquei lambendo ao longo do pau, indo perto do saco e voltando. Ele não se depilava, ou não se depilava todo, pois logo ele me puxou pelo cabelo e me colocou pra lamber o saco dele, que era todo lisinho. Mas o pubis era peludo. Depois de um tempo assim ele voltou a enfiar o pau na minha boca, me mandando engolir tudo, pena que por mais que eu quisesse não ia, ia só até a metade, o que para mim já era muito, pois eu nem imaginava que existisse um pau daquele tamanho.

Daí o safado fez um coisa covarde comigo. Ele voltou a chupar a minha buceta e depois de chupá-la por um bom tempo ele veio subindo, beijando minha barriga, chupando meios seios, beijando meu pescoço, e quando chegou na minha boca ele já veio colocando a cabeça do pau na entrada da minha buceta. Eu tentei resistir, pois estava sem camisinha, mas ele segurou forte o meu braço, de forma meio bruta mesmo, e falou de forma firme no meu ouvido: você veio até aqui por que queria isso, agora toma.

Aqui eu preciso fazer uma confissão. Nessa hora eu percebi que estava sofrendo um abuso, um estupro mesmo, mas isso me deixou mais doida. Sentir aquele macho peludo, pesado, com cheiro de homem em cima de mim me deixou de pernas bambas. A sensação de estar indefesa, debaixo daquele homem enorme, de ser usada para o seu prazer, de não ter como sair dali, ao invés de me indignar só me deixou com mais tesão. Não consegui ter nenhuma reação. Como ele já tinha me chupado muito logo antes o pau deslisou todinho pra dentro. Eu vi estrelas. Era muito grande e grosso, me preencheu todinha.

Eu não posso garantir que realmente aconteceu isso, mas eu tive a nítida impressão que quando o pau dele entrou todo na minha buceta eu senti o prepúcio dele se retraindo e a cabeça se exibindo no meu útero.
Aquilo me deixou doida. Ele socava forte e fundo, gemendo em cima de mim, e eu também comecei a gemer alto.
Quando ele metia tudo eu senti pela primeira vez uma coisa que eu buscaria pelo resto da minha vida. Enquanto eu estava debaixo daquele macho, sentido o cheiro forte do seu corpo, o que mais me dava tesão era sentir os pentelhos dele na minha buceta lisinha. Que delícia sentir aquele pau todinho dentro de mim. Daí ele começou a socar mais forte e me veio a segunda coisa que mais me dá tesão na vida, que é sentir o saco de um macho batendo no meu cuzinho enquanto ele me fode. Ele era perfeito, dotado, peludo, e sacudo. Que delícia sentir os pentelhos no meu grelo e o saco batendo no meu cú.

Depois de um tempo assim ele quis levantar, acredito que pra me pegar de quatro, mas pela primeira vez eu consegui reagir e não deixei, abraçando ele forte e enrolando as minhas pernas na bunda dura e gostosa dele, puxando ele pra cima de mim. O safado logo percebeu que eu estava gostando e continuou assim, metendo como louco.
Ficamos mais um pouco assim e ele falou que iria gozar. Acho que ele fez isso pra ver a minha reação, se eu ia mandar ele gozar fora ou algo assim, mas o tesão falou mais alto e eu disse: Goza meu amor, goza dentro de mim, me enche de porra…
Ele ficou doido. Aumentou muito a velocidade e quando ele disse que ia gozar isso foi totalmente desnecessário, pois eu senti direitinho a hora que ele gozou. Nesse momento eu abracei a bunda dele mais forte com as pernas. Eu não queria aquele macho fora de mim. Queria ele pra sempre ali.
Ele ficou mais um pouco, mas fui sentindo o pau dele amolecendo.
Quando ele se levantou eu pude ver que realmente a cabeça do pau estava descoberta, e estava mais lindo ainda.
Depois disso ele rapidamente se vestiu e sentou na frente de novo.
Eu fiquei meio sem saber o que fazer, mas me vesti também e fiquei esperando a reação dele.
Ele perguntou de estava tudo bem, se podíamos ir, e eu disse que sim.
No trajeto de volta pra casa nós não conversamos muito, pra minha decepção. Não que eu quisesse namorar com ele, mas não estava deixando fora de cogitação uma segunda foda.
Quando chegamos na porta do meu prédio, quando ia saído ele disse: Moça, toma meu cartão, para o caso de precisar. Só aí percebi que não sabia nem o nome dele.
Eu agradeci e subi.
Chegando em casa, minha mãe perguntou se estava tudo bem. Eu disse que sim, que tinha brigado como o Fabinho mas que estava tudo bem agora.
Fui direto pro meu quarto, tranquei a porta e tirei a roupa na frente do espelho pra ver se não tinham marcas.
Fiquei só de calcinha, e me olhando no espelho precebi que minha calcinha estava molhada.
Tirei ela devagar e fui vendo a porra dele escorrendo de dentro de mim.
Deitei na cama e abri as pernas. Vi pelo espelho que ele tinha feito um estrago em mim, minha buceta estava toda aberta.
Comecei a bater uma siririca com a porra dele, agora arrependida de não ter chupado o pau dele meia bomba e sujo de porra, outro fetiche que desenvolvi ao longo dos anos.
Aquele pensamento fez arder em mim o desejo de engolir a porra dele, e peguei um pouco da que estava escorrendo de dentro da minha buceta e coloquei na boca. Gozei gostoso sentindo o gosto da porra dele.
Tomei um banho e fui dormir, pensando no que faria desse dia em diante. A única certeza que eu tinha é que não voltaria mais com o frouxo do meu namorado…

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