Eu tava lá na praia, o sol batendo forte na pele, o cheiro de sal e protetor solar misturado no ar. O cara com quem eu vinha conversando há um tempo tava do meu lado, aquele clima de provocação que vinha subindo desde a manhã. A gente se olhava, se tocava de leve, ria de qualquer merda só pra sentir o corpo do outro perto. Eu deitada de bruços na toalha, o biquíni preto colado na pele, a calcinha entrando um pouco na fenda da bunda. Pedi pra ele passar protetor nas minhas costas.
As mãos dele desceram firmes, esfregando o creme quente. Primeiro nos ombros, depois descendo pela coluna, apertando a carne. Quando chegou na lombar, os dedos dele já estavam quase dentro da calcinha. Ele massageou a bunda inteira, espalhando o protetor nas coxas, subindo de novo e apertando as nádegas. Eu senti o pau dele endurecendo, batendo de leve na minha coxa quando ele se inclinava pra alcançar melhor. Grossa, quente, pulsando por baixo do short.
Me virei de lado, sentei e puxei ele pra perto. Beijei a boca dele com vontade, a língua entrando fundo, chupando o lábio inferior. Tirei a toalha e joguei por cima da gente, cobrindo da cintura pra baixo. Continuamos beijando de joelhos na areia, o corpo dele colado no meu. Minha mão desceu direto pro short, apertou o volume grosso da pica. Ele gemeu baixo no meu ouvido:
– Porra, continua assim…
Passei a mão por cima do tecido, sentindo o pau latejar. Abaixei o short só o suficiente pra tirar a pica pra fora. Grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra. Enrolei os dedos em volta e comecei a bater devagar, de cima pra baixo, apertando a glande. Ele mordeu meu pescoço:
– Tá me deixando louco, porra…
Eu já tava molhada pra caralho. Puxei a parte da frente do biquíni pra baixo, o tecido escorregando e deixando a buceta exposta. Os lábios grossos, o grelinho inchado e latejando. Aproximei a cabeça da pica dele e encaixei bem entre os lábios da minha xoxota. A carne quente e dura esfregando direto no meu clitóris. Comecei a me mexer pra frente e pra trás, o pau deslizando no meio da fenda molhada, esfregando o grelinho a cada movimento. O calor da areia embaixo, o cheiro de sexo subindo, a toalha escondendo tudo enquanto gente passava perto sem saber porra nenhuma.
Ele gemendo baixo, a respiração quente no meu pescoço:
– Porra, sua buceta tá tão molhada… tá me engolindo…
Eu acelerava, a pica dele entrando e saindo entre os lábios, a cabeça batendo no clitóris a cada vai e vem. Minha buceta pingava, o líquido escorrendo pela coxa. Eu segurava a base do pau com uma mão e me movia em cima, esfregando com força. O gemido dele ficou mais alto:
– Tô gozandooooooo… porra, tô gozando…
Senti a pica contrair forte entre os lábios da minha xoxota. Um jato quente e grosso estourou direto no meu grelinho. Outro jato, e mais outro. O esperma quente cobrindo o clitóris, escorrendo pelos lábios da buceta, enchendo o espaço entre o tecido do biquíni e a pele. Eu continuei esfregando enquanto ele gozava, sentindo cada pulsação, cada porra quente respingando. O cheiro forte de porra misturado com o meu tesão. Ele ainda tremia quando eu puxei o biquíni pra cima, o tecido molhado grudando na buceta cheia de porra. O esperma escorria pelas laterais da calcinha, descendo pela virilha, molhando a areia embaixo da toalha.
Continuei beijando ele, a mão ainda apertando a pica mole e suja de porra. Sussurrei no ouvido dele:
– Agora vou carregar essa porra na minha buceta o resto do dia…
Ele riu baixo, a mão apertando minha bunda por cima do biquíni molhado. A gente ficou ali mais um tempo, a porra escorrendo devagar, o tecido colado, o grelinho ainda latejando de tesão. Toda vez que eu mexia a perna, sentia o esperma quente se espalhando mais, o biquíni encharcado, o cheiro de sexo subindo. E eu só sorrindo, sabendo que ninguém ali fazia ideia do que tinha acontecido debaixo daquela toalha.