Colega viciada em leitinho quente

Trabalho numa empresa conceituada de desenvolvimento de softwares. Thalita, uma morena de 1.65 de altura, cabelos lisos sedosos, seios grandes siliconados e bunda grande e torneada pela academia. Os marmanjos passam o tempo todo dando em cima dela, mas acho incrível como ela não corresponde. Cheguei a ouvir muitas vezes que ela era lésbica, mas nunca foi provado. Por outro lado eu sabia que ela não tinha namorado. Então sempre a tratei com todo a educação do mundo. Um belo dia, num churrasco de confraternização, eu já estava um pouco alterado me surgiu uma aposta de que se eu fizesse ela pelo menos sorrir eu ganhava um total de R$ 200,00 caso contrário eu tinha que pagar duas caixas de cerveja para a rapaziada. Tomei coragem e fui. Cheguei, mastigando um chiclete claro, bem perto de ela e oferecido.

Ela disse não. E os parceiros chorando de rir. Então perguntei se podia sentar e ela foi bastante grosseira dizendo que eu já estava sentado. Então levantei, cheguei bem perto de sua boca olhando nos seus olhos e disse que só não daria um beijo naquela boca linda porque eu a respeitava muito e ao contrário de 90% dos homens eu não olhava para ela como um bife pendurado no varal. Ela soltou uma gargalhada dizendo que foi a melhor cantada que um homem já lhe deu. Olhei novamente nos olhos dela e disse que para sua informação eu não estava cantando ela. Virei as costas e a deixei falando. Os caras já vieram em minha direção perguntando o que eu tinha dito para conseguir um sorriso daquela mau humorada. Disse a eles que era segredo e mandei passar a grana. Na segunda ele veio me dizer bom dia. Fiquei sem reação, a final nunca falou comigo, mas fiz um idem a ela. Então mais tarde no almoxarifado fui buscar uns teclados e mouses para meu chefe e quando entrei ela estava lá pegando umas pastas. Não falei nada e de cara fechada e fui buscar meus equipamentos. Ela então me pediu desculpas pela festa passada e disse que os homens eram muito safados, mas eu era diferente. Então apertou meu peito e lascou um beijo em minha boca no qual não resisti. Joguei ela em cima da mesa e fiquei entre as pernas dela beijando seu pescoço e acariciando-a. Então ela chutou a porta fechando nós dois la dentro e ajoelhou entre minhas pernas. Com muita vontade tirou meu pau para fora e quando ela olhou, percebi que se impressionou, pois não tenho pau grande mas em termos de grossura deixa muita mulher feliz. Ela abocanhou meu pau com muita vontade onde mau cabia em sua pequena boquinha. Ela tentava engolir mas se engasgava fácil, o que estava me deixando ainda mais maluco com aquilo. Ela então me olhando nos olhos pediu para mim gozar na boca dela. Eu não estava mais aguentando aquelas lambidas e enchi sua boca com muita porra onde ela não deixou cair uma gota no chão e engoliu tudo. Fiquei impressionado com aquilo, pois geralmente a mulherada tem nojo de engolir. Nos ajeitamos e voltamos para a sala. Fiquei de boa na minha sala aquele dia. Após o almoço eu estava entretido em uns projetos e nem percebi que ela entrou na sala e estava me olhando. Tomei aquele susto. Ela veio em minha direção, se ajoelhou e novamente pois se a chupar meu pau dizendo o quanto era gostoso um pau grosso daqueles. Eu não estava acreditando. Ela então puxou a saia, colocou a calcinha de lado e apontou meu pau na sua buceta que estava encharcada. Na hora falei da camisinha e ela disse que não tinha doença não e que tomava remédio. Nessas horas ela já estava rebolado na minha vara. Começou a cavalgar tão intenso que não demorou muito e ela disse que estava gozando e que queria leitinho na bucetinha. Não aguentei e gozei dentro da sua buceta muito gostoso. Ela ficou sentada ali uns minutinhos até meu pau dar aquela amolecida e tirou vestindo sua calcinha rapidamente. Fiquei louco com aqui. Ela me deu um beijinho e saiu da sala. Pensei o quanto a vagabunda era doida, mal me conhecia e já deixou eu gozar dentro. Fiquei viajando o resto do dia e então faltando meia hora para irmos embora ela veio até meu escritório novamente e trancou a porta. Eu fiquei quieto e deixei rolar. Ela então tirou a calcinha estava melecadinha, veio até mim, tirou meu pau para fora que estava melecado ainda do sulco da sua buceta e apostou na porta do seu cuzinho. Olhou para mim e disse que queria foder seu cu, pois estava queimando de tesão. Ela eu aquela sentada onde entrou até as bolas. Ela soltou um grito de dor. Aos poucos foi rebolando e sua dor começava a virar prazer. Foi cavalgando sobre meu pau que as vezes dava umas escapadas. Quando eu ajeitava para colocar novamente percebia que seu cuzinho já estava todo arreganhado. Ela bombava forte enquanto eu esfregava sua buceta onde ela gozou loucamente. Eu ouvindo seus suspiros não aguentei e avisei que ia gozar. Ela então tirou do cu e colocou na buceta bem fundo e recebeu meus jatos de porra que inundaram todo seu útero. Ela saiu de cima e rapidamente colocou a calcinha. Eu disse se ela não se incomodava de ficar gozada o dia todo. Ela chegou bem perto de mim e disse que tinha um fetiche e que tinha vergonha de contar para os outros. E pedi para ela me contar jurando segredo e ela disse que adorava trabalhar com a buceta gozada, pois sempre que dava ela ia nos cantos e ficava lambendo aquele esperma que saia, isso dava um tesão tão grande que ela gozava só de sentir o cheiro. Perguntei se ninguém percebia e ela disse que não se importava. Sendo assim saiu da minha sala e foi embora. Hoje sempre que ela quer, dou porra na buceta e no cuzinho dela, pois mulher não pode passar vontade não é? Abraços espero que tenham gostado deste conto…

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