Enrabada pelo cunhado

A história que vou contar, aconteceu comigo no dia 06/04/2005, peço que meu e-mail e dados pessoais não sejam publicados.
Na minha família somos somente minha irmã e eu, ela é a mais velha e é casada com um cara fantástico, tem 30 anos, loiro, peito cabeludo, (que eu adoro) pernas grossas, e uma bunda que dá vontade de pegar e muito legal.
Bom… Eu tenho 19 anos, sou morena, magra, tenho corpinho de menina , e sou fogosa e muito cobiçada. Até um tempo atrás tinha namorado, mas ele não sabia fazer nada direito, tive algumas transas com ele, mas nunca cheguei a gozar, pois ele era rápido demais e não sabia fazer direitinho.

Há tempos morro de tesão pelo meu cunhado, sempre dei mole pra ele, mas certinho como ele era, achei que nunca aconteceria o que vou descrever.
Para provocá-lo, gosto de chegar e debruçar minha cabeça em seu ombro, passo só de toalha na frente dele quando saio do banheiro, abraço ele por trás para esfregar meus peitinhos nas costas dele, uma vez deixei a porta do banheiro totalmente aberta para que ele pudesse me ver nua, ele viu, minha irmã caiu na risada e eu fiz

de conta que não esperava que ele chegasse naquele momento, quando nós ficávamos sozinhos eu sempre tentava dirigir o assunto para sexo, do tipo tirar dúvida sobre DST, orgasmo, camisinha, tamanho de pênis e tudo o que vinha em mente para provocá-lo, mas nada adiantava, ele era certinho demais.
Adorava vê-lo dormindo só de cueca para ficar desejando acariciar aquela cabeleira que ele tem no peito.

Nesse dia, minha irmã iria a uma festa no escritório que ela trabalha, eu acabei me convidando para tomar sol na casa dela, ela concordou numa boa, mas disse que iria à festa logo pela manhã e eu ficaria sozinha em casa, pois meu cunhadinho iria trabalhar. Fiquei meio chateada e pensei em não ir, mas como já tinha combinado, acabei indo assim mesmo.

Na sexta à noite eles foram me buscar, onde aproveitei para secar as coxas grossas do meu cunhado, e esfregar meus peitinhos no braço dele. Naquela noite não conseguia dormir pensando no que poderia acontecer (e aconteceu) no dia seguinte.
No sábado ele foi para o trabalho e minha irmã para a festa logo de manhã, eu fiquei sozinha em casa e aproveitei para me masturbar, gozei gostoso pensando naquele homem que me tirava o juízo. Por volta das 11:00 horas eu já estava tomando sol e ele chegou, eu estava usando um biquíni vermelho bem pequeno, aparecendo alguns

pêlos da minha boceta. Ele chegou, pôs uma sunga e foi na geladeira, pegou água com umas pedras de gelo e me serviu, eu fiquei louca ao vê-lo de sunga. Ele estendeu uma toalha bem próxima a mim e se sentou, tentando passar bronzeador, eu me ofereci para ajudá-lo com o bronzeador nas costas, se ele aplicasse nas minhas costas também. Ele aceitou e então pude correr minha mão por aquele corpo peludo, desci até aquela bunda gostosa, passei com carinho e sem nenhuma pressa,

eu estava com minha boceta molhada, inchada e latejando de tanto tesão. Quando acabei, me deitei na esteira e pedi para ele passar o bronzeador em mim também, ele começou a passar em minhas costas, foi descendo, eu estava com a respiração ofegante, pois não conseguia mais controlá-la, ele percebendo a situação começou a acariciar meu corpo, se esquecendo completamente do bronzeador, passou as mãos pelas minhas costas, do lado, passou bronzeador por baixo da alça do biquíni e desceu para a minha bunda, foi bem devagar passando por todo meu bumbum.

A essa altura eu já estava quase agarrando ele, minha boceta doía de vontade dar. Ele então começou a passar nas coxas, passou entre elas, à medida que ia se aproximando da xoxota eu ia abrindo as pernas devagar, a sua mão estava bem pertinho da minha bocetinha ardente de tesão, quando então ele propositalmente passa a mão na minha boceta massageando ela, dei um gemido gostoso e um suspiro de tesão. Virei e olhei para ele e para o seu pau que estava quase explodindo dentro da sunga, fiz uma cara de safada, olhei de novo para minha bunda, assim para trás, então ele deu um sorriso safado, me olhando e continuou massageando minha boceta, me pegou pela cintura, me puxou para trás me deixando de quatro, puxou minha tanguinha para baixo, bem perto do joelho e comecei a lamber minha

grutinha, eu estava quase tendo um ataque com aquilo tudo. Parecia um sonho.
Depois acabou de tirar minha tanga, me deitou de costas e começou a me beijar, chupar e lamber inteira, me dava beijos de língua que parecia que queria me engolir inteira, tentava enfiar a língua na minha buceta, chupava e dava uns beijos nela, me fazendo sentir calafrios, em seguida se deitou na esteira e pediu que eu cavalgasse sua língua o que fiz sem pensar, enquanto eu cavalgava aquela língua gostosa ele me acariciava a bunda, bem devagar, ele lubrificou seu dedo com saliva e começou a brincar com o meu cuzinho, bem de leve, aquilo me deixava ainda mais doida, eu olhava aquele pau estourando na sunga, louca para sentir aquilo tudo, enquanto eu rebolava na sua língua seu dedo ia entrando no meu rabinho virgem, não consegui me segurar e gozei naquela boca e naquele dedo, quase sufocando meu cunhadinho, tamanha a força que pus em minha cavalgada, foi a gozada mais intensa que tive na

vida e a primeira com um homem. Saí de cima dele tremula e louca, puxei a sunga dele que não queria sair, porque seu cacete estava muito duro, fiquei impressionada com o porte daquela tora de cabeça vermelha, grossa e grande, o segurei firme e comecei a chupá-lo, tentava colocá-lo inteiro na boca, mas às vezes engasgava quando chegava na garganta, mordia de lado, mordiscava a cabeça e masturbava aquela tora maravilhosa.
Meu cunhadinho ficava louco e urrava como um leão feroz, de repente ele se levantou, eu fiquei de joelhos para ele e então ele segurou minha cabeça, fodendo na

minha boca, começou um vai e vem, quando senti que ele ia gozar, tentei tirar o cacete dele da minha boca mas ele segurou minha cabeça, enchendo minha boca de porra, era muita porra, engoli um tanto, outro escorria pelos meus lábios e queixo pingando nos meus seios, enquanto eu dava mais umas lambidas no seu pau.
Fomos tomar uma ducha, ele começou a me ensaboar, esfregar, esfregava minha boceta com tanto empenho que quase gozei embaixo do chuveiro, eu aproveitava e roçava minha bunda na pica dele que nem tinha amolecido, eu estava louca e ao mesmo tempo temerosa para sentir aquele cacete em minha boceta, mas ele só me assanhava.

Partimos para a cama em que ele dorme com minha irmã, começamos a nos beijar, acariciar e a chupar de novo. Eu precisava ser comida, minha boceta comichava o tempo inteiro, já fazia muito tempo que eu não dava. Na cama ele começou de novo a passar a ponta do dedo no meu rabinho, enquanto me chupava, eu delirava e pulava tentando fazer o dedo dele entrar mas ele não deixava, só me assanhando.

Pedi pra ele me comer e disse que queria aquela tora dentro de mim o mais rápido possível, ele me perguntou se eu era virgem e eu disse que não, mas que já fazia muito tempo que eu não dava e que era louca por ele. Tive medo ao ver o tamanho do cacete dele e achei que não agüentaria, então com um jeito todo sensual ele me disse para que eu fizesse do meu jeito, então ele se deitou e eu subi nele, coloquei a cabeça do cacete dele bem na entrada e comecei a rebolar para facilitar a entrada. Senti minha boceta se apertando toda, a cabeça me rasgando, dava a impressão que ele me rasgaria ao meio. À medida que eu ia rebolando minha boceta engolindo

aquele pau maravilhoso. Logo senti o saco dele encostando em mim, olhei e vi que o pau dele tinha desaparecido dentro de mim. Comecei o vai e vem bem devagar, e minha boceta foi se acostumando com o tamanho e a grossura, senti um calafrio percorrendo todo o meu corpo e gozei gostoso naquele cacete duro feito ferro. Mudamos de posição e ele me colocou de quatro, ia socando o cacete em mim até o saco, ficava quase em pé na cama para colocar mais força possível, sentia as bolas

batendo na minha bunda. De repente ele parou, ajoelhou-se atrás de mim enfiou o dedo na minha buceta fodida, lubrificou bem o dedo com meu néctar e começou a enfiar no meu cuzinho novamente. Fui relaxando até não sentir mais dor e só tesão, ele socou o pau na minha xana e o dedo no meu rabinho, eu ficava pulando feito uma cadela, presa naquele cacete maravilhoso, quando o tesão bateu de uma forma que nunca senti antes, pedi que comesse meu cu, que queria senti-lo inteiro ali também.

Perguntei se ele já havia comido o cuzinho da minha irmã, ele disse que sim, então disse a ele que se tinha comido o dela, teria que comer o meu também. Ele se levantou, abriu uma gaveta no criado mudo, pegou um creme lubrificante, aplicou com o dedo no meu cuzinho e lubrificou bem a tora dele também, colocou na entradinha do meu cu e pediu que eu fizesse tudo sozinha novamente. Obedeci, fui novamente rebolando sentindo a cabeça estraçalhar meu cu, senti uma dor forte, mas não queria parar porque estava muito gostoso, ele foi mexendo também, senti minhas pregas arrebentando, e parecia uma puta no cio, rebolava, gemia, chorava e

ele socando aquela tora em mim, logo senti as bolas encostarem-se ao meu traseiro, socou um pouco num vai e vem gostoso, tirou o pau do meu cu, de novo foi ao criado mudo, pegou um vibrador, me pôs na posição de papai e mamãe com um travesseiro embaixo de mim, colocou minhas pernas por cima de seus ombros e foi empurrando o vibrador ligado na minha boceta, depois socou todo o pau no meu cu, num vai e vem duplo. Faltou-me ar, forças para qualquer coisa, senti um orgasmo vindo e outro orgasmo vindo e outro, ele segurou meus peitinhos com força e rugia

novamente feito um leão em guerra, enfiando todo o pau no meu cu e eu gozava de novo antes mesmo de acabar o orgasmo anterior, então senti o pau dele latejando dentro do meu cu, jorrando e me ensopando toda de porra. Eu estava com tontura de tanto gozar, toda transpirada, não conseguia sequer fechar as pernas, ele mal ficava de joelhos, caiu sobre mim em beijos e em carícias e ficamos repousando até nossas forças voltarem. Olhei meu cuzinho e parecia uma flor desabrochada de tão fodido, minha buceta não estava em melhores condições.

Chegamos ao banheiro para tomar outra ducha, vendo que o pau dele ainda estava meio duro, comecei a chupá-lo novamente, acariciando o seu saco ao mesmo tempo. Dessa vez não demorou muito e pediu que eu encostasse as mãos na beirada da banheira, ficando praticamente de quatro pra ele, ele socou a vara na minha buceta que estava toda dolorida e fodida e gozou em minha boceta, começamos a nos beijar até acalmarmos. Acabamos o banho, ajeitamos o quarto, limpamos tudo. Ele foi para o sofá descansar e recuperar suas energias e eu fui para a cama descansar também, pois nem conseguia andar direito.
Minha irmã chegou e ficou fazendo um cafuné nele, e eu doida para ajudá-la, mas fiquei só na vontade, porque sabia que depois desse dia eu teria muitos outros dias de muito prazer ao lado daquele homem proibido.

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