Fazendo sexo anal pela primeira vez com a professora

Este fato ocorreu em agosto de 2013 quando eu me dispus a fazer um curso técnico de administração numa escola particular e já no primeiro dia de aula me encantei com a professora que chamarei da Ana. Uma bela mulher, clarinha, olhos castanhos claros, cabelos também castanhos e lisos cortados até a altura dos ombros, 1.70m aproximadamente, corpinho tentador com tudo em cima e seus atributos bem distribuídos por todo ele, em especial os seios, de médios para grandes, mas

durinhos e bem chamativos a uma bela mordiscada e chupada. Ahhhh, a bundinha então nem se fala, que maravilha e ainda bem destacada por baixo da sainha que ela usava. Confesso que foi difícil conseguir me concentrar na aula com tamanha exuberância ali na minha frente, mas enfim consegui me concentrar e me dedicar à primeira de muitas outras aulas que ainda viriam. Já estávamos na terceira semana do curso quando eu pela primeira vez tive a oportunidade real após o término da aula, de me aproximar da linda professorinha no auge dos seus 23 aninhos, acompanhando-a até o carro dela enquanto ela me esclarecia algumas dúvidas. Foi

uma boa conversa e ela apesar de ser bem novinha e estar no seu primeiro ano como professora, ela até que saiu-se muito bem e soube me explicar perfeitamente o que eu pedira, embora eu nem precisasse, pois já sou antigo na área administrativa e tudo não passava de um pretexto para poder me aproximar dela e deu certo, pois ela perguntou-me pra onde eu ia e se prontificou a me dar uma carona já que iria na mesma direção e eu ainda teria de ficar esperando a condução. Lógico que aceitei e feliz entrei no carro dela sentando-me ao seu lado no banco dianteiro. Levamos cerca de dez minutos da escola até o centro da cidade, mas tempo suficiente para

sabermos mais um pouquinho do outro, o que me favoreceu muito nos dias seguintes quando criamos um vínculo de amizade muito bom e bem respeitoso, embora minhas verdadeiras intenções fossem de conquista-la e levá-la pra cama. Os dias iam-se passando e pelo menos três vezes na semana ela me dava carona ao término da aula o que começou a causar alguns cochichos entre parte dos demais alunos, mas mesmo ela sabendo, ignorava-os e quando estávamos a sós no carro dizia que era muito chato aquela situação, mas ninguém tinha nada haver com o que

ela fizesse ou deixasse de fazer, estivesse ou não rolando algo há mais que amizade entre nós. Neste instante eu a interrompi e disse que era uma pena sermos somente amigos, pois ambos estávamos solteiros e já tínhamos no íntimo conquistado um ao outro, então não seria nada estranho se tentássemos um relacionamento além da amizade. Ela então me olhou e disse que eu já havia conquistado-a mais que eu pensava e que só não me dera a brecha que eu talvez tanto esperasse porque não queria confundir o lado profissional em que é minha professora, com o lado pessoal

se passasse a sermos namorados, sem falar que poderia trazer problemas para ela na escola, pois muito não consideram ético este tipo de postura caso nos envolvêssemos. Vi neste instante que o caminho estava aberto para mim e segurando-a no rosto, fiz-lhe um carinho e levei a minha boca d encontro a dela, nos beijando apaixonadamente e iniciando ali naquele instante um relacionamento lindo que perdurou por quase um ano, até que ela prestou concurso público para área num outro município e passou, tendo de abandonar o curso que ministrava aqui para seguir para o seu novo e mais seguro emprego, mas voltando onde tudo começou, como eu relatei, trocamos um beijo apaixonante e dali por ser uma sexta

feira, estarmos de carro e não termos mais nenhum compromisso, fomos até um barzinho bem aconchegante situado a poucos quilômetros de onde estávamos e já como um casal de namorados apaixonados, bebemos, comemos uns petiscos, curtimos e dançamos ao som da música ao vivo que rolava e lá pelas duas da madruga resolvemos retornar para o centro onde morávamos. Entramos no carro e seguimos viajem. Conversávamos sobre o que estava acontecendo e quando já íamos chegando no centro decidimos ficar juntos naquela noite e assim nos conhecermos

melhor. Faltava decidir somente em que casa, se na minha ou na dela, já que ambos morávamos sozinhos e decidirmos pela dela onde ela se sentiria mais a vontade em nossa primeira vez na intimidade como namorados. Já na casa dela, após guardar o carro na garagem e entrarmos na casa, ela deixou seus materiais sobre a mesa e deu-me mais um apaixonante beijo na boca que correspondi da mesma forma. Estávamos bem excitados naquela situação e nos desejando muito, logo ela mostrou-me o banheiro da casa, disse para eu tomar um banho e ir encontra-la no quarto dela,

mostrando-me onde ficava. Fiz o que ela pediu e ao entrar no banheiro ela seguiu pro quarto. Livrei-me das roupas, tomei meu banho e com a toalha enrolada na minha cintura, fui encontra-la no quarto como me pedira, mas ela continuava no banho, pois o quarto por ser uma suíte tinha o próprio banheiro. Ao perceber que eu já estava ali, disse pra eu aguardá-la na cama e assim eu fiz, livrei-me da toalha para não molhar o lençol e deitei-me totalmente pelado puxando um lençol para encobrir meu cacete que já estava bem duro e vibrante. Alguns minutos vi que ela fechou o chuveiro e mais alguns minutos ela surge ali na minha frente com o corpo enrolado

pela toalha. Meu cacete vibrou embaixo do lençol e ela percebendo disse que algo que ela já vinha desejando fazia uns dias estava bem animado e ela ia tirar o maior proveito dele. Nisso inclinou o corpo até onde eu estava, deu-me um beijo na boca e afastou-se para então dizer que esperava que eu gostasse do que viria e deixou a toalha cair, ficando totalmente peladinha na minha frente, com uma bucetinha linda e envolta de pelinhos ou pentelhos como queiram do jeito que eu adoro e que acho que as mulheres deviam deixar como as de antigamente, apenas mantendo a higiene, pois é muito bom estar chupando uma buceta e vez ou outra parar pra tirar

aquele pentelhozinho que quase foi engolido, mas voltando aos fatos, tive uma bela visão sem dúvida ao vê-la ali paradinha na minha frente. Pedi então que ela se virasse e mostrasse a bundinha. Ela virou-se e para me provocar ainda mais deu uma inclinada no corpo como se tivesse pegando algo no chão e me proporcionando a visão da sua bundinha e cusinho, assim como da sua rachinha. Não aguentei e retirei o lençol mostrando-a o estado que meu cacete estava, parecendo querer explodir de tanto tesão que eu sentia naquele momento. Ao vê-lo ao vivo e em cores como

dizem, ela subiu na cama, segurou-o e levou-o na boca, passando a percorrer sua linguinha na base dele e por toda extensão, até abocanhá-lo de vez e passar a chupá-lo quase me fazendo gozar naquele mesmo instante na boca dela, mas consegui me segurar e passei a curtir a magistrais chupadas e sugadas que ela dava no meu pau que parecia ficar cada vez mais duro. Pelo visto ela adorava chupar um caralho, pois ficou chupando o meu por quase meia hora sem parar, apenas inovando na forma de chupá-lo, ora abocanhando-o, ora apenas passando a

linguinha macia, ora chupando pra valer, ora fazendo chupetinha e por ai vai, mas da pontinha da cabeça até os meu ovos. Chupava com grande maestria e eu tinha de fazer um esforço danado pra não gozar naquela boquinha e estragar o momento, pois sempre após uma gozada eu levo um tempinho me refazendo para partir pra outra. Depois de muito se deliciar com o meu pau na boca, ela deu-me outro beijo na boca e deitando-se do meu lado disse: ‘Agora que já te dei um trato legal, sou toda sua, faça o que quiser no meu corpo que a partir daquele momento será só meu’. Pronto, nem precisava falar mais nada, pois a beijei e fui descendo minha língua e boca, beijando-a, mordiscando-a e parando nos belíssimos seios dela que eu tanto

imaginara na minha boca. Beijei, mordi de leve, chupei e suguei-os arrancando gemidos cada vez mais fortes e mais extensos dela que eu percebia já começara a ter uma sucessão de espasmos até que ela ao sentir minha língua já na rachinha daquela linda bucetinha, não se segurou, deu um grito com um gemido bem alto e gozou, mas gozou fartamente na minha boca eu pude sentir o gostinho dela e saborear o máximo que pude daquela explosão e do melzinho dela que escorria sem parar pelas laterais da bucetinha dela que estava muita meladinha. Voltei a cair de boca e chupá-la por mais um tempo fazendo-a implorar pra que eu a penetrasse logo, pois estava com a bucetinha queimando de desejo em sentir o meu cacete duro e latejante dentro dela, socando-lhe até o útero e fazendo-a gozar cada vez mais. Continuei chupando-a por mais um tempinho e vendo que eu também não conseguiria me segurar por muito tempo, postei-me por cima dela num papai e mamãe, encostei meu pau na entradinha da rachinha dela e depois de pincelar por um tempinho fazendo-a implorar para ser penetrada, finalmente a penetrei, passando a socar gostoso meu cacete naquela rachinha que estava super meladinha de tantos espasmos que ela tinha e pela gozada que já dera. Meti com vontade fazendo-a delirar a cada estocada que eu dava nela e não tardou para dizer que ia gozar, que ia gozar e acabou gozando mais uma vez melando ainda mais o meu pau dentro da bucetinha dela. Eu vendo-a gozar não resisti e acelerando bem os movimentos de entrada e saída e vendo que ela gemia cada vez mais num prenúncio de que outro gozo estava pra acontecer, não resisti e inundei aquela bucetinha linda dela que ao sentir meus jatos de porra batendo no seu interior mais uma vez gozou. Quando retirei meu cacete de dentro, o melzinho dela escorria misturado com minha porra caindo sobre o lençol da cama. Demos um tempinho ali deitadinhos lado a lado nos olhando e nos acariciando lentamente sem nada falarmos por um tempinho até que ela disse que gostaria de experimentar, de tentar uma coisa, mais eu teria de prometer que se não aguentasse eu pararia e respeitaria a decisão dela por não continuar. Dei uma de desentendido e perguntei-a, pois queria ouvir da boca dela que me olhando contou que embora já tivesse transado muitas vezes com alguns namorados e ficante, nunca tinha dado o cusinho embora quase todos a tenham cantado para comê-la ali, mas estava achando que a hora chegara e ela gostaria de tentar comigo embora achasse meu cacete muito grande e grosso pro buraquinho dela. Tranquilizei-a dizendo que iria bem devagar e com muita paciência e se de tudo ela não conseguisse suportar nós pararíamos. Nisso dei-lhe um beijo na boca e começamos a nos acariciar mutuamente e logo meu cacete ficou duro novamente e pronto para ação, mas antes que a penetrasse ela foi descendo a boca até ele e chupou-o por uns dez minutos, para então virar-se de ladinho e de costas pra mim com sua bundinha pressionando meu cacete, o conduziu pra entradinha do cusinho virgem dela e passou a pressionar e rebolar a bundinha de encontro a ele que derramava bastante oleozinho na entradinha do buraquinho dela e passando entrar devagarzinho. Eu forçava um pouquinho a entrada e parava, forçava mais um pouco e parava e assim depois de mais umas tentativas, a cabeça rompeu-lhe algumas pregas e passou, arrancando-lhe um grito de dor, mas parei e esperei que ela se acostumasse com a espessura do meu pau naquele buraquinho até então virgem e orientei-a pra que ela mesma fosse pressionando a bundinha contra ele e fazendo-o entrar cada vez mais, conforme fosse aguentando. Assim ela fez e mesmo soltando gritinhos de dor, aos poucos meu pau foi adentrando naquele buraquinho e não tardou pra preenchê-lo por completo e foi ai que iniciei lentamente os movimentos de entra e sai e aos poucos a dor que ela sentira foi dando lugar ao prazer e ela passou a gemer e remexer cada vez mais rápido o quadril como que querendo senti-lo batendo das paredes do cusinho dela. Fiquei fudendo-a no cusinho por quase meia hora sem parar e já o tirava e recolocava sem problemas, pois ela já estava com o buraquinho bem dilatado e aceitando bem os meus 17 cm de cacete que depois de mais umas estocadas, jorrou mais uma vez o meu leitinho dentro dela, só que desta vez no cusinho que acabara de desvirginar. Ao sentir-me gozando, ela deu um gemido mais forte e gozou também, desta vez no meu dedo que estava enterrado masturbando a bucetinha dela. Foi uma gozada e tanto a que demos pra em seguida ficarmos ali agarradinhos de conchinha, com meu pau ainda enterrado no cu dela amolecendo lentamente até abandonar aquele orifício, trazendo consigo além da minha porra, um pouquinho de fezes dela, o que quase sempre é comum quando elas (mulheres) dão o cu pela primeira vez. Os minutos se passavam e nós continuávamos ali agarradinhos sem nada falarmos apenas curtindo aquele momento e acabamos apagando por alguns minutos. Quando despertamos o cheiro de sexo pairava no ar e resolvemos tomar banho juntos. Já em baixo do chuveiro, nos ensaboamos mutuamente e eu voltei a ficar excitado com ela lavando carinhosamente o meu cacete que ela ao vê-lo reagindo e crescendo na mão dela, agachou-se e abocanhou-o, passando a chupá-lo até que ficasse totalmente ereto novamente, o que logo ficou e retornamos para cama, onde eu mais uma vez a penetrei na buceta por uns dez minutos e em seguida no cusinho que já estava bem dilatado e recebia bem meu cacete dentro dele. Não tardei e após algumas bombeadas dentro daquele buraquinho, não consegui me segurar e mais uma vez inundei-o, com ela gemendo bastante e dizendo que estava bom demais e também gozara mais uma vez. Quando o retirei, o buraquinho dela mais uma vez começou expelir boa parte da minha porra no lençol que após tomarmos outro banho, ela trocou para dormirmos abraçadinhos. Despertamos por volta das sete da manhã e antes de nos levantarmos começamos a nos beijar e acariciar e logo estávamos excitados. Então ela pediu pra que eu a fudesse desta vez com ela de quatro, pois me queria sentir todo socando meu cacete gostoso dentro da bucetinha e depois do cusinho dela, o que eu de imediato fiz passando a fodê-la na buceta e levando-a gemer e a ter vários espasmos antes de gozar gostoso no meu pau. Então o retirei da rachinha dela e encaixei-o no buraquinho do cu, que passei a penetrá-lo e após alguns minutos fudendo aquele buraquinho e vendo-a gozar, inundei-o mais uma vez com a minha porra e esperei-o sair por conta própria daquele orifício, nos beijamos e fomos tomar mais um banho juntinho. Depois tomamos café e me fui, pois tinha alguns afazeres na minha casa. Antes, portanto combinamos de nos encontrar logo mais a noite e desde então emplacamos um namoro que durou uns oito meses, onde a tornei uma expert em sexo e a fiz gozar muitas e muitas vezes fudendo-a em todas as partes do belíssimo corpinho dela em inúmeras posições (algumas até inimagináveis), em especial no cusinho que ela passou a adorar dar e como dava gostoso em qualquer posição que inventávamos. Foram momentos inesquecíveis o que passei com a minha professorinha durante o tempo que namoramos, mas por um vacilo meu (encontrei uma ex na praia e acabei levando-a pra minha casa e transando com ela), sei lá como ela descobriu e dizendo-se muito magoada comigo, pois estava gostando muito mesmo de mim, colocou fim ao nosso relacionamento que tinha tudo para engrenar e ir muito mais longe, mas reconheço que vacilei pois ela não merecia passar por aquela situação, mas fazer o que não é, a vida segue, como seguiu e dias depois já há vi com outro e eu também partir pra outra e não nos falamos mais até então, mas desvirginar aquele cusinho dela foi tudo de bom e tenho certeza que deixei a minha marca nela e ela jamais me esquecerá, pois sempre que outro meter no rabinho dela certamente se lembrará de mim. Gostaram? Votem e comentem ok?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *