Minha mulher é puta

Algumas pessoas levam a sério aquele ditado de que no carnaval tudo é valido, pois bem, minha esposa Márcia acreditou nessa máxima, no sábado de carnaval fomos ao um baile de carnaval num clube aqui em nossa cidade, saímos de casa as 23:30, Márcia trajava um micro shorts, daqueles que as “Sheilas” dançarinas do Tchan usam nas suas apresentações, ou seja como o próprio nome diz micro mesmo, sem calcinha e com um top, resumindo as suas nádegas ficavam a amostra e seu micro shorts enfiado na bundinha.

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Ao entrarmos no salão o óbvio aconteceu, ela foi comida com os olhos por todos os homens que ali estavam, andávamos de uma lado para o outro sempre acompanhado de uma cerveja e nos divertíamos muito com as marchinhas de carnaval, de vez enquanto em um aglomerado maior de pessoas sempre surgia uma mãozinha boba na bunda de minha esposa, ela fingira que não acontecia nada, apenas falava no meu ouvido, passaram a mão em mim, isso ocorreu uma, duas,várias vezes. Por volta das 02:00 horas da manhã já estávamos meio “alegres” demais por causa das cervejas, eu a convidei para sentarmos em uma mesa, ela se recusou e disse para eu ir, que depois ela iria, conhecendo ela, sabia que iria aprontar.

Já sentado na mesa observei ela desfilando pelo salão, parecia uma cadela quando está no cio, com vários cachorros em sua volta , ela sempre sorrindo muito e já não mais muito discreto sempre aquelas mãozinhas bobas procurando sua bunda. Quando fui buscar mais uma cerveja e ao voltar vi ela beijando uma cara loiro, de aproximadamente uns 23 anos e mais três a sua volta, a essa altura ela estava completamente embriagada, então segurando na mão do loiro eles dirigiram para a

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saída que dá na parte do fundo do salão, uma área bastante arborizada e com iluminação precária, pequei minha cerveja e fui também mantendo uma distância, ao aproximar-se deles numa rapidez impressionante Márcia já estava sem o shorts com o loiro comendo sua xereca por trás enquanto ela chupava o pau de outro, que estava sentado num banco, do tipo banco de praça, cheguei do lado deles que também já estavam alcoolizados e um deles olhou para mim e disse “ se quiser também vai ter que esperar “ as estocadas constantes em sua xereca, os seus gemidos eram abafados por outras rolas, faziam rodízio na sua xereca e na sua boca e no seu rabinho.

Tentaram fazer uma dupla penetração mas o local não era apropriado, eu mal acreditava no que estava diante dos meus olhos, minha mulher transando com 4 homens ao mesmo tempo sem ao menos saber o nome deles, não me fiz de rogado e também transei com ela na presença deles, e eles não sabiam que éramos casados.

Enquanto quem gozava se refazia outros a comiam, ela já não agüentava mais ficar naquela posição, então um deles sentou no banco e ela sentou de frente para ele encaixando sua já melada xereca no mastro, como de hábito teve seus vários orgasmos, Márcia parecia e agia como uma prostituta, como uma vadia, a única diferença que não cobrava pelo “serviço”. A farra foi interrompida quando um segurança se dirigia para o local onde estávamos, todos se recompôs rápido e Márcia com as pernas tremulas, com sorriso parecendo quando uma criança ganha um doce que mais gosta escancarado no rosto, veio próximo a mim e ficamos os cinco conversando banalidades para disfarçar em relação ao segurança, propuseram para irmos para um outro local mais reservado, Márcia se recusou e disse que iria embora, então houve aquela “briga” candidatando para levá-la, foi nesse momento que me identifiquei, que éramos casados, que foi uma aventura que havíamos feito, mas que ela iria comigo, eles não acreditaram, somente após várias confirmações

por parte da Márcia que aceitaram, eles me olhavam de uma maneira estranha, como querendo dizer, “ como o cara traz a mulher dele para outros transar”, ao despedirmos como em todo lugar tem um engraçadinho, disse até mais corno, fiz de desentendido, por que são poucos que entendem a maneira que sentimos prazer, que para nós tudo que ocorrera ali, foi uma aventura, tanto é, que no dia seguinte, Márcia disse que se encontrasse com qualquer um deles na rua, provavelmente não reconheceria, é claro que o álcool contribuiu para isto. Ressalto que é assim que sentimos felizes, que nos amamos muito, não importando para que a sociedade diga, que somos fora do padrão, por que não há nenhuma lei que nos obriga a seguir os conceitos arcaicos e conservador imposto pela sociedade.

Victor

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