Quanto mais velha, muito mais tesuda

Minha pele já pode estar um tanto murcha, mas meu tesão continua como quando eu era jovem. Sou a Flávia, estou com 62 anos, tenho boa saúde e bonitas pernas. Já empinei meus peitos com silicone e já recauchutei o bumbum com cirurgia plástica. Tudo isso para me sentir mais jovem, mais bonita e chamar mais a atenção dos homens. Não tenho preconceito de idade com eles. Basta que sejam homens bem dotados, não afobados, de boa educação e que saibam de fato fazer uma coroa como

eu gemer e gozar até pedir água. Posso dizer que hoje, já sexagenária, sinto o mesmo tesão e gozo até mais e melhor do que quando era jovem e estava começando a me deliciar com um pau duro na racha. A história que quero compartilhar com vocês é esta: há cerca de três meses, comecei a participar dos encontros de um desses chamados Grupos da Melhor Idade, que nada mais são do que ajuntamento de gente já bem adiantada na escala dos anos, porém ainda com disposição para se divertir, dançar e, claro, também para rosetar. Na minha estreia no Grupo fui apresentada aos demais e eles se apresentaram individualmente para mim. Um homem bonito,
charmoso, cheiroso, que estimei ter uns 65 anos, encostou seu rosto no meu, beijou-me suavemente a face e se apresentou como doutor Ramon, médico pediatra. Confesso que fiquei perturbada, o sangue subiu-me às têmporas; a buceta latejou e umedeceu, tamanho o tesão que aquele pedaço de mau caminho despertou em mim. Ele portava aliança no dedo anular da mão esquerda. Casado! Deduzi prontamente. Mas vamos dar tempo ao tempo, pensei. Casado, mas decerto não é capado, então sempre há uma esperança. E confesso que prefiro mesmo foder com homens casados, porque eles precisam ser mais discretos que os solteiros e os viúvos. Primeiro almoçamos, para depois então começarmos a dança, os jogos de cartas e dominó e as demais atrações do Encontro da Melhor Idade. Com os olhos pregados no bonito doutor, percebi que ele dava atenção constante para uma senhora que parecia estar grudada na cadeira. Mas deixa estar que a certa altura do bailado ele se chegou a mim e me convidou para dançarmos juntos. Como sou do tempo em que quanto mais agarradinho se dança, melhor, tomamos o rumo da pista e, pegados um no outro, começamos a valsear. Posso dizer que encostada nele eu me senti ainda mais fêmea. Se não fossem as implicações do ambiente, tenho certeza que teria dado para ele ali mesmo, em nosso primeiro encontro, tamanha a “química”. Seu pau, de apreciável volume, estava o tempo todo a meio mastro, e seguidamente roçava minhas coxas. Dançando e conversando, ele me contou que era casado e que a mulher sentada a quem dava constante atenção era sua esposa, que perdera os movimentos das pernas há alguns anos, acometida por moléstia incapacitante definitiva. Lamentei e me solidarizei com ele. O encontro terminou e na despedida ele encostou suavemente seus lábios nos meus, me deixando ainda mais tesuda. Na semana seguinte, acho que mais de meia hora antes do horário marcado para o almoço do Grupo, lá estava eu a tremer minhas pernas pela ânsia da chegada do meu doutor gato. Ele veio sozinho, sem a esposa deficiente, o que me encorajou a recebê-lo na porta do Clube. Beijamo-nos um tanto quanto sutilmente, mas assim mesmo pude me extasiar com o calor dos seus lábios. Veio o almoço, uma breve pausa, e a música convidou à dança. Apenas nos olhamos e seguimos para o centro da pista. Entrelaçamos nossos corpos e saímos a bailar. Não deu meia marca e o meu doutor já havia encostado seu mastro na minha buceta. Aproximamos bem nossos rostos um do outro, sem que eles se colassem, para não dar bandeira demais. Veio então a cantada, direta, firme e decidida. Ramon deixou muito claro que gostara de mim, que estava com enorme vontade de fazer sexo comigo. Disse-me também que dado o problema físico da esposa, não tinha mais contato sexual com ela fazia seis anos, Com franqueza, colocou-me a par de todos os envolvimentos que teve neste tempo, fora de casa, e que no momento ele estava sem uma parceira preferencial para a cama. Também fui direto ao ponto, esclarecendo que ele me provocava enorme tesão, que gostara muito dele já em nossa apresentação, e que eu também queria, sim, trepar com ele. Aliás, era tudo o que eu queria da vida naquela quadra. Apenas deixei claro ao Ramon que não me sentiria bem se a esposa dele ficasse sabendo e promovesse alguma cena de ciúme quando nos víssemos outra vez. Explicitamente, eu lhe falei: quero dar para você, meu amor, mas não quero ser pivô de nenhuma ciumeira. Ele me tranquilizou com a informação de que assim que foi diagnosticada a invalidez física da senhora Mariluz, este o nome da sua esposa, ela o liberou de ser-lhe fiel. Apenas pediu que ele fosse discreto em suas aventuras e, na medida do possível, que ela nunca viesse saber com quem ele transava fora de casa. Para mim, tudo bem. Ah, Ramon também foi especialmente sincero comigo ao me contar que usava Viagra para turbinar a ereção, perguntando ainda se eu não me importava por isso. Claro que não, respondi. Pelo contrário, querido, quanto mais duro estiver e quando mais prolongada for a ereção, mais feliz e satisfeita eu haverei de me sentir. Combinamos de ir para o motel, cada um de nós com seu próprio carro. Fui na frente, reservei uma suíte e aguardei por ele. Mal havia preparado uma bebida para mim e outra para ele e já a recepção me comunicou da sua chegada. Autorizei a deixarem que viesse ao meu encontro. Abri a porta da suíte e imediatamente mostrei ao meu doutor que eu sabia fazer um homem gemer sem sentir dor. Ele já chegou turbinado pelo Viagra, com o mastro brilhando de duro. Apliquei-lhe um boquete de fazer-lhe ver estrelinhas e coraçõezinhos flutuando na frente dos olhos. Abri meu sutiã e deixei que ejaculasse entre os meus peitos. Aquela porra quente e aquele mastro tremulante me puseram louca do juízo. Tomamos nossas bebidas, fomos para baixo do chuveiro e, mais que depressa nos enfurnamos na cama. Daí foi a vez do Ramon me fazer gemer sem sentir dor, com seus lábios experientes e sua habilidosa língua. Enfim, veio a penetração, num papai-mamãe que levou aquela maravilha de caralho do Ramon para as maiores profundezas da minha gruta do amor. Abri minhas pernas o quanto deu e rebolei medonhamente no cacete daquele homem especial turbinado por uma generosa dose de Viagra. Como se diz no vulgar, ele me comeu até nós dois ficarmos convencidos que pela próxima meia hora era preciso descansar. Uma boa ducha morna, um whisky com muito gelo, e aquela vontade danada de quero-mais bateu firme em nossas moleiras e, claro em nossas genitálias. Pus então o meu doutor pauzudo de barriga para cima e cavalguei ele até minha buceta explodir em gozo e ele inundar o interior da camisinha com esperma quente. Cansados e absolutamente satisfeitos sexualmente, nos despedimos com um beijo de língua e seguimos nossas vidas, na certeza de novos encontros como aquele, é claro. Contudo, deixamos muito claro um para o outro que daquela nossa maravilhosa cama de motel nenhum compromisso de fidelidade estaria decorrendo. Cada um de nós segue sua vida, mas continuamos fazendo tudo pata ter novos encontros e dar novas trepadas, sempre com tesão, respeito, amizade e alegria.

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