Esposa na Festa de Swing

Escrever algo assim é uma experiência nova para mim, e nem sei por onde começar. Nem em um milhão de anos eu sonharia estar sentando em frente a um computador, digitando este fato que aconteceu há apenas alguns meses atrás. Eu pensei em escrever minha história por várias vezes, e decidi que precisava fazer isso agora, mesmo porque a minha memória está mais fresca. Não sei por onde começar, e não quero entrar em detalhes sem sentido do meu casamento, assim eu tentarei colocar os fatos importantes e ir diretamente para ao ponto.

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Coroa peituda

Olá a todos. Meu nome é Bruno. Os eventos que narrarei, aconteceram a um ano mais ou menos, hoje tenho 19 anos. Lá vai uma breve descrição minha. Sou um jovem caucasiano de olhos castanhos, tenho 1.71 de altura, peso 60 kg e 17 cm de verga, tenho a impressão que alguém poderia se pergunta, então tá aí. Esse é o primeiro conto que estou publicando, apesar de já ter escrito outros, mas sinto que preciso dar uma sintetizada antes de pública. Outro fato importante de se mencionar é que os nomes de todos envolvidos foram substituídos por fictícios, pois se trata de um conto real e não pretendo expor a identidade de ninguém.

Como disse anteriormente, ano passado foi onde tudo começou. O início das aulas da faculdade foi quando nós conhecemos. Luciana, era seu nome dela, uma professora bastante simpática pelo que eu percebera. Uma senhora de 37 anos branca, com seus 1.67 de altura, sempre em cima de um salto alto, dona de um par de seios enormes e durinhos, um bunda razoavelmente pequena (talvez por causa que aqueles seios roubavam toda a cena) e ainda por cima, um rostinho de garotinha. Ela se apresentou a todos, e começera a falar sobre como tinha chegado ali.

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Comendo a Vizinha Putinha

Olá meu nome é Andre (ficticio) sou casado, tenho 28 anos 1,75 m 77 kg bem distribuidos. moro no interior de São Paulo (Jundiaí) ha cerca de 3 anos. moro em uma rua calma e cheia de velha fofoqueiras doidas para cuidar da vida alheia. Não tenho muito contato com a vizinhança pois não dou muita intimidade. Na rua onde moro tem uma vizinha chamada Luciana( ficticio) que tem um corpinho de tirar o folego. Certo dia estava lavando a garagem – costumo fazer isso sempre de bermuda

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Casada Arrombada pelo Negão

Esse é um conto real que aconteceu comigo há duas semanas atrás. Trabalho em um banco em Maringá (interior do Paraná) e precisei ir a Curitiba a trabalho, tendo que pernoitar na capital. Sou casada há cinco anos, 23 anos, morena, de cor branca, não sou muito bonita de corpo, mas atraio a atenção de vários homens.

Após um dia cheio de reuniões, peguei um táxi e fui para o hotel indicado pelo banco. No barzinho do hotel, pedi um lanche e um refrigerante e percebi que um homem, de cor negra, uns 40 anos, não parava de me olhar. Claro que não ia dar bola pra ele, já que sou casada e jamais havia pensado em trair meu marido. Porém, a sacanagem veio em mente e, como costumo ler os contos deste site e as mulheres sempre dizem que os negros tem um cacete avantajado, achei melhor dar bola para aquele homem para ver onde chegava. Meu marido não tem um cacete pequeno, deve medir uns 19 centímetros, mas naquela noite queria experimentar algo diferente.

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Cuzinho de bêbada tem vários donos

Oi pessoal, meu nome é Rebeca, tenho 25 anos sou loira de cabelos cumpridos corpo bem torneado e seios médios. A história que passo a narrar aconteceu no carnaval de 2003. No carnaval de 2003, eu e meu marido alugamos uma pousada na praia de Itamambuca, litoral paulista. Esta praia é muito frequentada por surfistas, como o meu marido Flávio. LER CONTO ERÓTICO

Gozando na Titia

Estava morando na casa da minha tia em Ribeirão Preto, era uma casa enorme só pra ela o marido e eu que estava lá temporariamente, pois havia passado no vestibular e ainda não tinha lugar onde ficar, bom minha tia muito gostosa, linda e muito séria era de pouca conversa e eu com 19 anos com os hormonios a mil ficava secando ela fazendo exercícios com aquelas roupas de ginástica bem coladas ela com 36 anos, mas um corpão de 18, uns belos seios uma bunda maravilhosa e então com ela resolvia nadar um pouco colocava um biquini enfiado eu me acabava na punheta, eu acho que ela tinha percebido isso, pois passou a me provocar mais ainda andava

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A Mulher do meu amigo, era Minha tambem…

São coisas da vida, cada um gosta de uma coisa,Um vizinho meu por exemplo gostava de ser corno..Gostava mesmo..Ele se delirava de tanta alegria quando eu comia a mulher dele….A mulher era uma vadia, juntou a fome com a vontade de comer..Era bonita e gostosa….Coincidência ou não, fomos morar no mesmo predio e andar quase ao mesmo tempo…Se conhecemos quando estavamos dando um trato nos AP antes de mudarmos…..A mulher conheci quando ja estavamos morando e fui apresentado pelo marido..Ate então , eu nem desconfiava de nada,,a não ser achar a

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Traição consumada

O que contarei agora foi real, na época eu (Sérgio, noivo) tinha 30 anos, e Paty 24 anos, também noiva. Trabalhávamos na mesma empresa qdo começamos a ter um caso.

Vamos ao relato:

Paty é um tesão de mulher. Baixinha, branquinha, magrinha (mto gostosa) com peitinhos lindos… E uma boceta deliciosa…!!

O nosso caso começou com encontros rápidos dentro do carro, no início com bjs e mto sarro, sem passarmos disso. O máximo que fizemos foi eu chupar seus peitinhos e ela “pegar” em meu pau por cima da calça.

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Praia deliciosa

Tessa e eu estávamos juntos há uns três meses e eu já frequentava a casa dela, com pais portugueses e, com frequência, ficávamos sozinhos na casa durante o dia nos fins de semana, enquanto os pais iam fazer comprar.

Eles tinham um pastor alemão, treinado, que sabia abrir a porta e que sempre avisava quando o carro chegava. Era um alívio, pois podíamos ficar tranquilos!

Assistíamos televisão, na sala, abraçados e sempre dava para chupar os seios delas, grandes, gostosos, com biquinhos rosados e eu não resistia e acaba colocando os dedos na xaninha dela, masturbando bem gostoso e, depois, descendo para chupá-la!! Ela não era nada discreta, gemia, falava, se mexia e, ao gozar, quase gritava!! E o pastor alemão cada dia mais eficiente!!

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Com o irmão da amiga

Consegui, finalmente consegui convencer, por telefone, meu marido de me deixar ir ao show. Lógico que para isso tive que garantir que iria com uma amiga, Sheila, que ele conhecia. Inclusive chegou a ligar para Sheila que, lógico, confirmou tudinho, inclusive que eu iria dormir lá na casa dela se o show acabasse muito tarde — o que, evidentemente, aconteceu. Mas era tudo verdade. Até aí! Eu mesma não sabia que imprevistos viriam.

Ele confiou em Sheila porque ela é honesta, ao menos nunca deu prova do contrário, uma migalhinha se quer. Também casada como eu, seu marido também é do mesmo interior que Eduardo, o meu marido, a diferença é que eles moram separados por conta do curso que ela faz na universidade daqui.

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