Entramos no banheiro e mesmo sendo uma noite fria, eu estava morrendo de calor. Mas não era por causa da temperatura ambiente, ele que vinha de dentro e que, mesmo debaixo d’água, custou a passar. Fiquei embaixo do chuveiro recuperando o fôlego, sentindo a água morna escorrer, bem como o toque das suas mãos fortes pelo meu corpo. (Para ver como isso começou, sugiro a leitura do meu conto anterior, intitulado de “Matando minha vontade de rola”)