Virando mulher do meu pai

Depois que minha mãe se foi, passei a morar na casa da minha avó e ver meu pai somente nos finais de semana. Ele trabalhava na cidade do Rio de Janeiro e só vinha na sexta-feira a noite e voltava na segunda-feira bem cedo. Por mais que minha avó cuidava de mim com todo carinho, eu me sentia um pouco abandonada. Mas quando ele chegava tudo mudava pra mim, e não queria nem sair do seu lado e tinha a mania de dormir na mesma cama que ele… Adorava quando ele me abraçava de

conchinha. Fui crescendo, e mesmo já namorando, nos finais de semana eu nem queria saber de sair de casa; só quando meu pai me levava pra passear em algum lugar: shopping; cinema e até mesmo ficar sentados na praça. Devido a casa ser pequena e ter somente um quarto sobrando, minha avó ao me ver pegando corpo mandou tirar a cama de casal do quarto que eu usava com meu pai, pra colocar duas de solteiro… Fiquei um pouco chateada com isso; mas mesmo assim eu pulava pra cama dele a noite e fazia ele me abraçar bem gostoso. Quando comecei a transar com meu namorado; antes era somente sacanagem, já passava dos meus dezoito anos e apesar de não ser bonita estava com um corpão: coxas grossas, bumbum arrebitado e seios médios. Não conseguia entender, mas sempre que meu namorado ficava socando seu pinto na minha xoxota e até na minha bundinha, eu fechava os

olhos e ficava imaginando que era o meu pai… Gemia muito e gozava bem gostoso. Foi quando passei a perceber nas noites que eu pulava pra cama dele e ele me abraçava forte por trás, que ele ficava excitado encostando seu pau duro na minha bunda… Mas tudo discretamente e sem exagero. Tinha instruções severas da minha avó, pra só dormir com meu pai vestindo pijamas bastante comportados, que ela comprava pra mim… Mas eu também tinha camisolas e baby doll´s. Era verão, e com muito calor, na hora de dormir peguei um baby doll pretinho e muito transparente e mostrei pro meu pai… Lógico que eu queria me exibir.
– Posso dormir com essa roupa hoje, pai?
– Claro que pode; mas confere se a porta está trancada… Você sabe como sua avó é!…
Normalmente eu e ele trocávamos de roupa no banheiro ou quando se ficava sozinho e trancado no quarto… Mas naquele dia ia ser diferente; depois de conferir a porta.
– Então vira pra lá que eu vou trocar aqui mesmo!
Fiquei só de calcinha e demorei pra me vestir; pois achava que ele ia virar pra me olhar… Mas ele permaneceu virado pra parede.
– Já posso olhar, Catarina?
– Só mais um minuto pai!…
Me vesti, e avisando que ele podia olhar fui conferir no espelho do guarda roupas… Vi que dava pra perceber pela transparência do tecido até os biquinhos duros dos meus peitos. Fui deitar na minha cama e ao sentar de frente, ele olhando pros meio das minhas pernas.
– Quer vir deitar aqui comigo?
Era tudo que eu queria ouvir. Ajeitei-me de costas pra ele que rapidamente me abraçou por trás me apertando.
– Caramba filha… Como você está linda!…
Descaradamente forcei meu bumbum pra trás esfregando na sua virilha percebendo que ele já estava excitado. Depois da minha ousadia, ele enfiou a mão pelo decote e segurou meu peito começando uma gostosa massagem e com dois dedos a brincar com o biquinho rígido… Vi que não precisava me preocupar com mais nada. Levei a mão e segurei seu pau duro por cima da bermuda… Ele beijando meu pescoço.
– Espera filha, deixa tirar ele pra fora!…
Quando voltei a segurar já em carne viva, ele novamente me beijando no pescoço.
– Quer tirar a calcinha?…
Tive que largar seu pinto pra poder me livrar da calcinha, e logo sentindo ajeitando-o no meio das minhas pernas pra fazê-lo ficar encostado na minha xoxota. Ele fazendo movimentos de vai e vem só esfregando seu pinto em mim e passando a mão pra frente do meu corpo começou a passar o dedo bem no meio da minha racha.
– Nossa, que loucura filha!…
– Tô adorando pai!…
– É? Você já tinha vontade de fazer isso comigo?
– Já paizinho!… A muito tempo!…
Fui virando de frente pra ele que seu pau até saiu do meio das minhas pernas.
– Enfia ele em mim paizinho; enfia!…
– Isso não filha… Não posso fazer isso com você!…
– Mas eu sei que você também está com vontade!…
– Tô com muito vontade; mas não tenho coragem!…
Ele se posicionou de barriga pra cima, eu mais que depressa segurei seu pinto e fui pra cima do seu corpo me colocando de joelhos e descendo minha bucetinha até encostar no seu pau… Ele percebendo.
– Não filha, não faça isso!…
Dei uma esfregada com minha buceta já bastante úmida no seu pinto e conseguindo encaixar desci com o corpo sentindo aquela coisa dura entrando até conseguir sentar nas suas pernas… Nem me preocupava em demonstrar que já não era mais virgem.
– Oooooh paizinho! Ooooohhhhhhhh!!!!!…
Ele segurando debaixo da minha bunda me ajudando a subir e a descer no seu pau.
– Você é maluca Catarina?…
Eu gemendo, subindo, descendo, rebolando e percebendo que meu orgasmo não ia demorar.
– Avisa quando tiver pra gozar pai!…
– Tá filha! Vai! Vaaaaiiiiii!!!!!!….
Começou meu orgasmo que me tirou todas as forças me fazendo apenas ficar sentada só mexendo com os quadris.
– Aaaaaaah! Aaaaaah! Ooooooooooh que delíiiiiiiiiicia paizinho!…
Ele ainda me fez ficar de quatro pra socar por mais uns cinco minutos na minha buceta antes de tirar e gozar usando minha calcinha pra aparar toda sua porra. No outro dia (domingo a noite), ele transou comigo por uns quarenta minutos que tive dois orgasmos seguidos. Foi duro ter que esperar chegar a outra sexta-feira pra ter meu pai novamente comigo. Enquanto ele foi tomar um banho e fazer um lanche, eu já me despedi da minha avó dizendo que estava com muito sono e fui pro quarto. Somente quase uma hora depois que ele entrou e foi trancando a porta. Ele reclinando sobre minha cama pra me dar um beijo no rosto e começar a desabotoar a blusa do meu pijama.
– Sua avó já está dormindo!
Fiquei quietinha até ele tirar a calça do meu pijama e depois minha calcinha. Fiquei de joelhos sobre a cama e segurando o seu short também de pijama desci fazendo seu pinto duro pular na frente do meu rosto. Com a mão fiquei examinando aquele pinto puxando de um lado pro outro.
– O que foi Catarina?…
– Nada paizinho; só estou vendo como ele é!…
– Hahahahaha! Então, também vou querer ver como é a sua vagina, posso?
Me arreganhei toda.
– Claro que pode!…
Eu deitada de barriga pra cima, ele terminou de ficar pelado e colocou o travesseiro debaixo da minha bunda se enfiando entre minhas pernas chegando com o rosto bem perto e abrindo minha xoxota com os dedos, olhando até começar a lamber… Levei um puta susto.
– Que isso pai?????….
Ele levantando o rosto pra me olhar.
– Relaxa filha; eu sei que você vai gostar!…
E voltou a lamber e a cutucar a ponta da língua no meu buraquinho que foi me deixando elétrica.
– Ai meu Deus! Ai meu Deus! não para! não para! Mais! Maaaiiiiissss!…
Quando eu estava quase no auge ele veio rapidamente pra cima de mim e depois de colocar uma camisinha foi enfiando seu pau na minha buceta começando a bombar rapidamente e com força. Enlacei minhas pernas na sua cintura, sem apertar pra que ele pudesse continuar movimentando seu corpo pra cima e pra baixo movimentando seu pinto bem gostoso dentro de mim.
– Ai paizinho! Ai! Ai! Tá vindo! Tá vindo!!!!!…
Ele colocando a mão por baixo da minha nuca começou a beijar minha boca enquanto eu ainda gemia tendo um delicioso orgasmo. Nem eu, e acho que nenhum parente sabia da vida do meu pai no Rio de Janeiro. Eu até achava que meu pai devia ter alguma mulher, mas, só fui descobrir que ele estava vivendo sozinho quando fui passar alguns dias das minhas férias com ele em seu apartamento no bairro do Leblon… Minha avó deixou porque já tinha 18 anos e ela acreditava que eu era bastante ajuizada. Chegamos num domingo a tarde e já fomos direto pra cama onde ficamos pelo menos duas horas peladinhos e com muito tesão um pelo outro… Ali eu pude gemer alto e até gritar sentindo seu pau duro sendo socado firme lá no fundo da minha buceta. Meu pai naquela semana tirou dois dias de folga no serviço (terça e quarta-feira) só pra ficar comigo. Na terça fizemos ótimos passeios por alguns pontos turísticos, e na quarta ele me levou na praia. Depois é que fui perceber que corremos riscos de sermos vistos por algum conhecido. Eu, uma menininha (tava na cara) na maior agarração com um homem (se bem que muito enxuto) de 41 anos na frente de todo mundo… Muito beijo na boca dentro d´água. Na volta no apartamento, tomamos banho juntos e depois fiquei deitada peladinha pra ele passar hidratante por todo meu corpo. Quando fiquei de bruços e ele foi passando na minha bunda, abrindo minhas nádegas pra olhar pro meu buraquinho traseiro é que começou a sacanagem. Meu pai com o dedo sujo de creme começou a enfiar no meu ânus.
– Gosta filha?…
Eu que já tinha dado a bundinha algumas vezes pro meu namorado; e gostava, fiquei rebolando enquanto ele mexia com o dedo lá dentro… Fingindo inocência.
– Gosto sim pai; por quê?…
– Deixa o pai enfiar o pinto no lugar do dedo?…
– Quer enfiar seu pinto aí atrás, é?…
– É!… Posso?…
Fui ficando de joelhos porque já sabia que era aquela posição a melhor pra tomar na bunda…Hehehehehe!. Meu pai usou também o próprio creme hidratante pra lambuzar a ponta do seu pinto antes de colocar e começar a empurrar. Fazendo um bom tempo que meu namorado não me comia por trás, quando senti o pau entrando todo meu corpo ficou rígido… Meu pai segurando-me pela cintura com suas mãos, ficou socando no meu rabinho por uns dez minutos até parar e gozar muito… Até hoje adoro dar a bunda pro meu pai. Um ano depois, com minha avó já com idade avançada, tia Marta resolveu que ela deveria ir morar com ela; consequentemente tive que ir junto. Pouco tempo depois, meu pai me levou definitivamente pra ficar morando com ele no Rio… Hoje sou a mulher do meu pai.

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