Suruba deliciosa

Uma amiga que conheci através de outra amiga que morava em minha cidade convidou-me a passar uma temporada em sua casa no Rio de Janeiro. Seu nome Deise.

Sabia que Deise mantinha uma relação homossexual e isto me atraiu, mesmo não gostando de mulher, queria experimentar tudo da vida. Ela também confessou-me que sua amante não era ciumenta, desde que soubesse de tudo ou participasse.

Meio na louca parti para o Rio, para uma estada de 3 dias. 3 dias que eu esperava serem inesquecíveis, e foram!

Apesar de querer viver todas as experiências possíveis, eu já, mesmo aos 24 anos, carregava uma bagagem considerável de conhecimento em termos sexuais.

Eu e meu ex. marido, tarado por sinal, fazíamos o que desse vontade um com o outro. Fui introduzida por ele mesmo, a seu pedido, na arte da inversão. O que me faltava, somente, era estar com mulher. Sendo esta motivação de aceitar o convite de Deise.

Deise era mais velha que eu uns 10 anos, mas mantinha-se com todo o sabor de uma mulher atraente, uma bunda levemente proeminente, pernas normais, olhos castanhos, grandes e brilhosos e cabelos castanhos claros compridos quase chegando a cintura, sem pintura mais bem tratada e cheirosa, era uma mulher bonita com seios que chamavam atenção.

Cheguei numa quinta-feira à tarde, Deise me aguardava com vestido floral, cabelos soltos e um perfume inebriante. Nos abraçamos, trocamos beijinhos na face, ofereceu o sofá, e levando minha maleta para o quarto de hóspedes ofereceu-me algo para beber.

Estava um calor sufocante, tinha uma casa simples mas de muito bom gosto, mas não tinha ar-condicionado. Aceitei uma cerveja gelada.

Ela sentou-se e começamos a conversar, falar da amiga em comum, falei pelo o que eu estava passando, ela confidenciou-me algum de seus fardos e prazeres, e assim fomos, conversando e bebendo.

Disse que sua amante em breve iria juntar-se a nós, pedi para tomar um banho, estava muito acalorada, ela gentilmente ofereceu-me toalhas macias e sugeriu que eu me colocasse à vontade. Que usasse um vestido, e ficasse mesmo super à vontade.

E foi o que fiz, após o banho, vesti um vestidinho curto bem leve, e nada de calcinhas e sutiãs.

Nesta época não tinha seios mais firmes e lindos que os meus. Percebi que Deise os olhava com curiosidade e gula. Perguntei se queria vê-los, ela logo esboçou um lindo sorriso e assentiu com a cabeça. Quando ia tirá-los, a porta se abriu.

Entraram uma mulher e um rapaz, que logo fui apresentada. Era Juliana a amante de Deise e seu sobrinho.

Eu era louca, mas alucinada por rapazinho. Ele deveria ter somente uns 16 para 17 anos, ombros largos, alto para a idade, quase 1,80, e trajada camiseta e bermuda brancas. A principio pareceu-me que sua bermuda estava apertada, mas um olhar mais atento percebi que eram suas partes íntimas que apertavam-se contra ela. Seu nome Pedro Ricardo.

Confesso que não mais tirei o olhos daquele monumento das delícias, ele percebeu. Todas perceberam. Fiquei envergonhada com isto e nenhum deles pareceu incomodar-se, relaxei.

Daí ficamos os quatro conversando, Pedro também conversava, mas parecia um pouco impaciente. Percebi que carregava no bolso da bermuda uma revistinha, fiquei muito curiosa. Ele percebeu, enfiou-a para dentro do bolso.

Em dado momento, depois de muita cerveja, risos, Pedro, chamou a tia para a cozinha. Tia? Fiquei cabreira com aquilo, sobrinho e tia na casa da amante da tia? Achei estranho, mas a cerveja já não me dava margens a raciocinar muito.

Enquanto os dois mantinham-se em secretas confidências na cozinha, pois sussurravam, Deise percebendo minha estranheza com a situação, falou-me por alto que o sobrinho de Juliana, já não era um rapazinho tão inocente, e que tinha estado com ela, bem como sua tia.

Confesso que já tinha feito muita coisa ousada, mas sobrinho transando com a tia e a amante da tia, aquilo me pegou de surpresa. Mas como disse antes a cerveja não deixava margens a muitos pudores.

Pedro voltou só da cozinha, olhou para Deise que assentiu com a cabeça, e sentou-se perto de mim. Sua Tia meio descabelada passou por nós e foi para o quarto de Deise que a seguiu, e eu seguindo-as com o olhar de forma curiosa, já antevendo o que rolaria.

Quando virei-me para Pedro, este de surpresa lascou-me um beijo. Segurando meu rosto com suas duas mãos achando que eu poderia me furtar de ser beijada. Tolinho. Não me fiz de rogada, além de corresponder, peguei no seu garoto que vinha em riste desde a cozinha e deslizei minha mão sobre eles.

Pedro soltou um leve gemido e empinou seu rebelde para o meu lado, levou uma mão no meio das minhas pernas e começou a bolinar meu grelo. Molhei geral, ele percebeu, tentou enfiar um dedo nela, não permiti.

Enquanto isto sons abafados vinham do quarto, gemidos, grunhidos, as duas se pegavam.

Pedro, com a impaciência dos adolescentes me forçou a ficar de quatro, expondo meu íntimo na sua cara.

Com gula, começou a me lamber, passava aquela língua grande que babava e queimava meus orifícios, lambia de trás para frente, de frente para trás, melava tudo. Eu empinava que nem égua arisca. Levantou-se e soltou seu vergalhão introduzindo-o na minha boca. Nossa, naquela idade nunca imaginei que poderia ter uma piroca tão grande, na faixa dos 17 cm, além de grossa. Abocanhei com vontade, cuspi na cabeça.

Enquanto isto ele mantinha suas mãos na minha xota, bolinando, apertando o grelo, esfregando ela. Comecei a engolir devagarinho, mamando cada pedacinho daquele delicioso membro.

Ele enlouquecido, aumentava os movimentos de vai e vem, minha xana estava em chamas. Ele sentiu, montou em mim, e feito cachorrão me fodeu.

Eu que nem cadela no cio, babava, mexia de todo jeito, ainda meio encabulada por estar na casa de estranhos e naquela posição, gozei loucamente mas silenciosamente. Pedro sentiu que eu gozava, deu tapinhas de leve na minha bunda e continuou metendo até que minha buça parasse de morder seu pau.

Fiz menção de me esborrachar no sofá, ele não deixou, ainda não tinha gozado. Começou a mamar meu cu freneticamente, lambia, mamava, enfiava a língua, apesar de ter gozado muito, aquilo foi me acendendo novamente, colaborava rebolando na sua língua, colocou um dedinho, dois e foi socando ao mesmo tempo que lambia, laceando mais as pregas, com a outra mão esfregava minha buceta. Tirei sua mão dela pois estava sensível naquele momento.

De repente tirou os dedos, segurou meus quadris com força com medo que eu me esquivasse, e falou para eu agüentar calada que iria enterrar agora. Apavorei. Não era nenhuma virgenzinha nesta parte, mas não tinha levado um destes antes. Protestei baixinho, ele me deu um tapa no traseiro, foi espremendo nas mãos as carnes da minha bunda, arreganhando ela por completo, tentei fugir, ele era forte, mãos grandes e firmes, senti outro tapa, e foi entrando, a medida que entrava me batia, e falava: -Agüenta calada aí pra não apanhar mais. Fui gostando, relaxando, com o caralho por completo no meu rabo dando estocadas, a principio devagar num vai e vem gostoso, de repente sinto seu pau crescer no meu recôndito, à medida que cresce, aumentam suas estocadas, num frenesi louco, ele retira e goza nas minhas costas, bunda, me mela toda, ainda bem que estava nua em pelo.

Amorosamente, ele me faz sentar em seu colo e me beija. Beijo doce, boca macia, rosto imberbe. Estava nas nuvens. E enquanto me beijava, acariciava meus seios, com muita gentileza. Lânguida, inebriada, mal percebi que as duas mulheres estavam na sala e olhava-nos com ternura.

Juliana chegou perto de Pedro passou as mãos nos seus cabelos e disse: – Este é Pedrinho, nosso homenzinho, que nos dá orgulho e prazer. Deise juntou-se também, ajoelhando a seus pés e começou a sugá-lo. Seu pau ainda estava melado de nossos líquidos, e ela o banhava com sua língua. Juliana debruçou-se sobre ele e começou a beijar sua boca.

Fiquei ali, com um misto de vergonha e espanto, mas não fiquei esquecida por muito tempo. Juliana beijando Pedro começou a bolinar meus seios. Saiu da boca de Pedro e começou a chupá-los gostoso. Nunca antes tinha sido chupada por uma mulher. É diferente, elas sabem bem como fazer.

Deixei os três divertindo-se enquanto fui me lavar. Lavei-me e lembrei que tinha trazido um brinquedinho especial que esperava usar nas meninas. Vesti, e para não chamar a atenção antes da hora coloquei uma camisolinha de malha preta, curtinha mas que o escondia, não era nenhum monstro.

Entrei na brincadeira, Juliana e Deise faziam coisas deliciosas com Pedro, Pedro todo largado no sofá, só recebendo. Pedi que Deise sentasse de pernas abertas no sofá e que Juliana a chupasse para eu ver, e para que Pedro colocasse o pau na boca de Deise e fiquei vendo a cena. Deliciosa, me chamaram para me juntar a eles. Encostei nas costas de Pedro e comecei a esfregar meus seios, que insistiam em saltar da camisola, tamanho o decote. Pedro gemeu, devia ser maravilhoso aquele sanduiche. Pinto sendo chupado e costas esfregadas pelos seios. Sugeri que fossemos para o quarto de Deise, pois sua cama era enorme e acomodaria nos quatro muito bem. Todos gostaram da idéia.

Juliana passou a chupar o tuzin de Deise, Deise por sua vez continuou a mamar Pedro e eu me coloquei nas costas de Pedro. Fiquei alisando suas costas, passando a mão em seu corpo todo. Às vezes segurava na cintura dele, e enfiava seu pau mais dentro na boca de Deise. Todos se contorcendo e gemendo.

Peguei óleo e pomadas especiais que trouxe comigo, e deslizei óleo na costas todas de Pedro, descendo até sua bunda, passando no reguinho. Ele travou a bunda e disse que aquilo não. Todas pararam, consentiram de que ele não gostava. Voltei alisar suas costas e sussurrando perguntei a elas se gostavam, as duas em uníssono disseram que sim eu concordei que gostava também. Deise voltou a mamar Pedro. Olhei para as duas e meio que perguntando com o olhar, deixei a entender que ele iria gostaria também. Percebi pelo brilho que elas concordaram. Falei então: -Colaborem. Pedro perguntou, colaborar com o que? Eu disse, com seu prazer meu menino tesudo, pirocudo.

Deise pediu a Pedro que ficasse de quatro para ela o chupar e se sentir que nem cadela, ele o fez, e tia Juliana beijava Pedro. E eu massageando óleo nas costas de Pedro. Dado momento, Deise pede para Pedro penetrá-la, Pedro não teve dúvidas. Ela deitou-se de costas, ele sobre ela e começou a entrar. Juliana, postou-se na cabeceira da cama e pediu que Pedro chupasse sua boceta. Eu derramei bastante óleo que escorreu entre os montes rochosos de Pedro, ele não gostou, pedi desculpas, falei que tinha escapulido.

Sentei-me nas suas costas e comecei a esfregar minha pomba no meio do traseiro de Pedro, ele gostou, ela estava quente. Fiquei um tempo esfregando ela e massageando suas costas. Olhei para as meninas, pisquei, tia Juliana segurou o rosto de Pedro, Deise enlaçou sua cintura, eu arreganhei sua bunda e meti sem dó, a cabecinha.

Ele tentou sair, resmungava pedindo para eu parar, xingava a quinta geração da minha família. Mas eu não queria saber, continuava metendo. Estava difícil de entrar mais, percebia-se que ele era virgem naquele recinto. As meninas seguraram-no com força, eu bati na sua bunda, e falei para ele calar do contrário apanharia mais ainda. E fui metendo, fudendo aquele cuzinho apertadinho, derramei mais óleo, Pedro chorava, gritava, xingava. Deise começou a mexer sua buceta, para cima e para baixo, sentiu que o pau de Pedro ficava cada vez mais duro e grosso, enquanto ela mexia, eu ficava paradinha, amassando, abrindo e fechando sua bunda, entrava mais um cadinho, mas eu não parei de socar, enfiei o pau e continuei enfiando… Ui,anm aiaiaui, começamos a ouvir da boca de Pedro, ouvimos também, vou gozar mete gostoso, mete, aiauia hum hum hum aia, vai garanhão, soca tudo no rabo da sua puta, quando senti que tinha entrado tudo, o grito que ouvimos foi assustador. Meio animal, gutural. Era Pedro esporrando dentro de Deise, gozou tanto, que saiu porra perna abaixo. Deise estava com a coxas todas esporradas. Percebi que o cu de Pedro piscava à velocidade da luz. Se meu brinquedo fosse uma banana, naquela altura estaria em rodelas.

Saí devagarinho de dentro de Pedro, ele por sua vez dentro de Deise. Tia Juliana queria dar um banho de língua nele, ele a empurrou levemente. Deitou-se em posição fetal e começou a chorar baixinho, que nem criança desconsolada. Deise trouxe tolhas macias, e água morna, todas começamos a dar um banho no corpo de Pedro. Peguei gelo e fui passando delicadamente no seu reguinho, saía um filete de sangue. Pequei uma pomadinha anestésica e passei com carinho. Ele ficou quietinho, calado. Preocupamo-nos. Começamos a perguntar o que era. Entre soluços ele sentenciou, se algum dia vocês contarem isto para alguém, eu mato todas! Rimos. Sabíamos que era puro preconceito dele, afinal tinha gozado horrores!

Querem saber da revista que Pedro levava no bolso da bermuda? Era de Carlos Zéfiro, folheei e percebi que a história era justamente sobre inversão. O danado já estava curioso a respeito do assunto, e se fazia de rogado o dissimulado.

Só posso dizer que os três dias foram de glória, e em todos os três lá estava Pedro. Aproveitando tudo, todas, e sendo abusado por nós, agora por vontade própria.

Não mais ameaçava, só pedia. Coisa de macho eu acho.

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