Em uma balada no centro de São Paulo, estava de casa cheia. Era verão, então o misto de suor e cerveja circulava pela ambiente. Eu peço uma bebida paro em um canto, próximo a parede. Observo tudo, enquanto dou alguns goles na garrafa. Olho ao redor, despretensiosamente. Alguns grupinhos espalhados, uma galera dançando, outra perto do bar. Foi então, que eu pus os olhos nela. Uma loira escultural, um pouco alta em um vestido vermelho que valorizada suas curvas, algumas tatuagens amosta. Deslumbrante. Seus olhos brilhavam na escuridão da balada. Era quase impossível tirar os olhos dela. Até que eu noto, ela estava me olhando de volta, com a mesma intensidade que eu a olhava. Eu não pude resistir em sorrir maliciosamente, entre um gole e outro. Ela fazia o mesmo, afim de me provocar. Instigada pela minha presença. Vejo, que a amiga dela, interrompe a nossa telepatia, a puxando para a pista de dança. Já desesperançoso, deixo a garrafa vazia próximo ao balcão, vou ao banheiro. Saindo, do banheiro, vou em direção ao bar pedir outra bebida, voltando para o meu canto, dou de cara com ela. Que me puxa pelo braço e se apresenta:
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