Comendo a filha do pastor dentro da igreja

Eu me recordo de quando eu tinha uns 20 anos, querer procurar uma religião. Então eu fui numa igreja evangélica, só pra conhecer. Comecei a frequentar lá e comecei a gostar um pouco. Só que o problema, o meu fraco sempre foi mulher, né? E a igreja que eu ia tinha algumas mulheres que se vestiam de um jeito que me deixavam muito louco e excitado. Às vezes uma saia bem apertada, marcando bem a xoxota, saias curtas.

Mas em especial eu gostaria de falar da Gabriela. Ela era filha de um pastor e casada da igreja, também com um obreiro e um pastor, alguma coisa assim. Ela sempre ficava me olhando nos cultos. A gente sentava em lados diferentes, porque homem senta de um lado e mulher senta do outro na igreja, nessa igreja que eu fui.

Mas eu sempre via ela olhando pra mim, a gente sempre trocava olhares. Teve uma vez que ela sentou na minha frente, aí eu estava na casa dos pais dela e a casa do marido dela também. Ela abriu as pernas e eu consegui ver a buquetezinha dela, lisinha, lisinha. Aí eu tinha certeza de que ela queria fazer alguma coisa comigo. Eu aproveitei, passei a mão no meu pau na frente dela, pra ela também imaginar que eu já estava entendendo o que ela estava querendo dizer. Ela estava com um ar de que estava querendo fazer alguma

safadeza comigo. Bem, Ela continuou, continuamos trocando olhar um com o outro. E um dia, na igreja, depois do culto, teve uma limpeza, a gente foi fazer uma limpeza, só que ficou somente eu, ela, mais o marido dela. E o marido dela voltou pra casa, porque ele estava cansado. Daí, eu e a Gabriela não aguentamos. Assim que ele saiu, trancamos a porta da igreja e fomos pro quarto que tem lá no fundo, um quartinho, que era do pai dela, que era o pastor da igreja. Ali mesmo, começamos a tirar a roupa um do outro, ela gritava e pedia pra que eu enfiasse minha vara nela com muita força. Aí com rápido, eu tirei a

calcinha dela, uma calcinha sedental que ela estava usando, E vi aquele rabo dela grande, enorme, e ela falava, mete, mete, mete esse cajado em mim, porque o meu marido não faz gostoso em mim há muito tempo. E de fato, quando eu coloquei meu pau naquela buceta gostosa, lindinha, e quentinha da Gabriela, parecia uma buceta que nunca foi usada. Parecia que ainda ela era virgem, de tão apertado que era. Foi tão difícil não gozar aquela hora, mas eu coloquei ela de quatro e meti. E falei, não é isso que você queria, sua

puta? E ela queria mel, a minha mandioca, então tá aqui o cajado. Ela falava, enfia, enfia com muita força. Não satisfeito, eu falei pra ela, agora você vai pagar por todos os seus pecados, sua puta safada. Peguei meu pau, passei o dedo no cu dela, só com cuspe mesmo, enfiei no cu. Ela gritou, ela gritou e dizia, caralho, tá doendo demais. Eu falei, agora você vai levar no seu cu, sua safada. Depois ela ficou só gemendo, gemia, gemia e

falava, goza no meu cu, goza porque meu marido não faz direito em mim. Aí eu enfiei, teve um momento que eu não aguentei mais. Deixei a porra todinha dentro do cu dela, saiu todo aquele leite que escorreu pelo cu e a buceta dela. Essa foi uma história que aconteceu comigo quando eu tinha 20 anos, hoje eu tenho 25 anos. mas até hoje eu como a Gabriela.

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