Dei Meu Cuzinho Para Um Cavalo

Ola tudo bem? vou contar mais uma das que eu fiz recentemente sem que meu marido saiba. Não sei até onde isso vai dar, mas enquanto isso estou aproveitando bem. Bem, como muitos leitores já sabem, eu sou diarista, manicure, pinto cabelo e, assim, vou ganhando a vida e, ao mesmo tempo, tenho muitos conhecidos entre homens e mulheres. Recebo muitas cantadas de homens casados. Se todos eu fosse querer já tinha trepado demais da conta. Recebo cantadas dos filhos das clientes, aqueles adolescentes que são doidos pra foder.

Mas dessa vez fui fazer a unha de uma cliente e me deparei com o irmão dela. Era o tipo moreno queimado do sol do sertão. Magro. Acredito que ele jamais teria força para me carregar nos braços. Logo que ele se deu a ficar muito íntimo de mim, percebi seus olhares quase indiscretos para a minha raba presa por um vestido de lycra justo que eu sempre uso. Na verdade todas as minhas roupas são bem sexys. Gosto de mostrar o formato do meu corpo por inteiro. Apesar de eu ser gordinha, meu corpo é todo bem desenhado. Minha silhueta é bem cobiçada.

Depois a minha cliente me contou que o magrelo era seu irmão que morava no interior. Casado. Estava vindo pra morar, mas por enquanto a esposa ainda não estava com ele. Eu pensei que aquele magrelo jamais teria pau suficiente pra me foder. Naquele dia depois do magrelo ter contado muita piada e feito a gente rir, minha cliente marcou para que no dia seguinte eu voltasse lá para pintar o cabelo dela. Ficou combinado.

Como sempre todas as manhãs antes de nos levantarmos fizemos amor gostoso. Alguns dias eu apenas chupo o pau dele ou bato uma punhetinha bem gostosa. O que eu ainda não fiz com meu marido foi sexo anal de manhã. Eu não consigo dar a bundinha de manhã. É horrível! Mas essa é uma tara dele.

Depois que fodemos gostoso, nos arrumamos e depois do café meu marido foi trabalhar e eu fui para a casa da minha cliente com meu material de pintura para cabelo. Eu estava usando um vestido de bolinhas bem justo ao meu corpo. Meus peitos estavam parcialmente encobertos por um decote generoso. Os homens adoram um decote com mamas grandes. Quem me recebeu foi o irmão da cliente. Ele me disse para eu entrar pois ela tinha saído mas voltaria logo. Disse pra eu não ir embora. Entrei. Fiquei acomodada num sofá daquele retráteis. Ele sentou ao meu lado, mas distante, e ficamos conversando. Descaradamente ele olhava para as

minhas pernas e para o meu decote. À medida em que eu tentava fechar o decote, mais atiçava a curiosidade dele em ver meus peitos. De pouco a pouco ele foi chegando para mais perto de mim e foi conversando sobre sua vida com a esposa e foi levando a conversa para a temática sexual. Assim fomos conversando, nos divertindo com piadas. Ele disse que era muito tarado e que tinha tido muita sorte de a esposa também gostar de sexo. Disse que faziam de tudo na cama. Fiquei pensando que ele devia ser muito tarado mesmo… até pelas conversas.
– O bom é que você não precisa trair ela. Homem só trai quando não tem o que quer em casa.

– É verdade. Mas sempre a gente encontra mulher gostosa assim que nem você, gata assim que nem você… e não custa nada se os dois quiserem.
Dizendo isso ele ajeitou meu cabelo e chegou mais perto. A coxa magra dele roçava na minha.
– Sabe como é meu apelido que uma namorada botou?
– Não – respondi, puxando o decote para esconder mais o meu peito.
– Baygon.
Dei uma gargalhada sonora. Depois tapei a boca com a mão.
– Você é venenoso?
– Sou muito bem dotado. Se é que você me entendeu. – Ele fez questão de se levantar e, como usava um daqueles shorts de tecido fino, vi um volume bem volumoso mesmo. Fiquei boquiaberta. Olhava para o volume e olhava para ele. – Vou tomar um banho e já volto.
Ele saiu e entrou num corredor. Eu estava olhando o meu celular quando ouvi a voz dele, dizendo:
– Droga, caiu!
Eu olhei pra trás e o safado tava juntando a toalha que deixara cair propositalmente e eu pude ver o tamanho da pica dele. Estava, assim, meio bamba… nem dura, nem mole. Ele virou-se para mim e sorriu. Nem fez questão de se enrolar com a toalha, claro. Eu tapei a boca e, sem falar nada, fiquei olhando aquela coisa enorme! Aí entendi por que o apelido dele era baygon. A pica era quase do tamanho daquele spray do veneno. Era um pouco menor ou do mesmo tamanho. Só era mais fina. Tinham algumas veias grossas. Ele veio e se aproximou de mim por trás do sofá. Eu olhava pra ele e olhava pra pica sem saber qual atitude tomar. Ele sentou ao meu lado, pegou a minha mão e colocou em sua pica. Toquei nela e apertei. Aquela pica foi ficando mais grossa e endurecendo mais e mais em poucos segundos.
– Meu Deus!!!! – eu exclamei, baixinho, em tom de cumplicidade, – você é um cavalo!
– Lá no interior eu faço sucesso.
– Sua esposa deve morrer de ciúme – eu disse, enquanto apertava a pica dura. Depois fiquei acariciando as veias que davam a impressão que iam explodir.
Sem nenhum pudor ele se levantou e ficou de pé ali na minha frente, a pica quase batendo nos meus lábios. Parecia que estava cada vez maior.
– Eu não posso… meu marido… sou casada.
– Mas isso não tem nada a ver – disse ele, agora passando a pica bem na minha cara. – Ninguém vai saber… estamos só nós dois…
– E sua esposa?
– Ela nunca vai saber. É um segredo só meu e seu.
Eu estava gostando de ele passar a cabeça da pica no meu nariz, nos meus lábios, nos meus olhos e depois ficar surrando a minha cara com ela. Depois ele deu um jeito de se baixar mais um pouco e meteu o pau entre meus peitões deliciosos e macios. Então quando eu segurei na pica e puxei para mamar, só deu tempo eu abrir a boca e ouvimos o barulho do portão. A minha cliente estava chegando. Tomamos um baita susto! Ele correu para o banheiro e eu me recompus depois de limpar rapidamente os meus peitos que ficaram babados.
A cliente nem desconfiou de nada. Pelo menos não demonstrou. Mas eu fiquei com aquela imagem na cabeça. Eu nunca tinha visto uma pica tão grande igual àquela e fiquei pensando o tempo todo em como seria prova-la. Devia ser muito gostosa. Durante o trabalho o magrelo ficou ali por perto de nós, conversando, contando piada como se nada tivesse acontecido. Mas os olhares para os meus dotes físicos eu percebia bem. Mas durante as conversas ela recebeu um telefonema e logo depois ela disse pra ele que iria uma viagem rápida ainda àquela noite e so voltaria na noite do dia seguinte. Então ele ficaria ali na casa, de vigia. E ela disse logo para ele se comportar e não trazer “mulher” pra dentro da casa dela. Terminado o meu trabalho ela me pagou e eu fui embora ainda pensando no tamanho daquela pica veiúda e gigante.
Na manhã seguinte acordei meu marido com uma deliciosa punheta bem lenta do jeito que gostamos de fazer até ele esporrar gostoso. Ele queria me foder, mas eu disse que minha menstruação havia baixado. Como somos casados há muito tempo não há desconfiança entre nós. Mesmo assim, como eu estava mentindo, teria que trocar o lixo do banheiro com mais frequência do que o habitual.
Depois que ele saiu para o trabalho, eu fui ao banheiro e tomei outro banho. Me perfumei e passei meus cremes pelo corpo. Vesti uma calcinha bem pequena e fio dental; pus um sutiã preto que deixa meus peitos bem apetitosos; um batom nos meus lábios e depois botei um vestidinho de lycra coladinho, mas longo. Ao sair peguei um Uber e fui lá na casa da minha cliente. Lá chegando bati na porta e ele veio. Estava só de bermuda.
– Uau. Eu sabia que você vinha. Entra.
Nem pestanejei e entrei. Logo em seguida ele trancou a porta e me agarrou por trás ali mesmo na sala. Suas mãos apertavam meus peitões e eu já sentia um volume duro na minha bunda. Agora ele beijava meu pescoço e dizia que eu era muito gostosa. Ele mordia minha orelha e eu sentia sua respiração. Aos poucos, enquanto me beijava na boca, suas mãos foram subindo meu vestido e eu para ajudar fui tirando a parte de cima e depois tiramos tudo. Fiquei só de calcinha e sutiã que a essa altura já estava quase no meu pescoço.
Quando eu me virei vi que ele já estava totalmente nu, o pau gigante duríssimo! Pensei que tivesse uns 30 centímetros, mas ele disse todo orgulhoso que eram 23. Entre beijos fomos para o sofá e lá eu me sentei quase deitada e ele tirou minha calcinha por completo, arreganhou minhas pernas e caiu de boca. Que delícia! Amo ter a bucetinha chupadinha. E ele chupava e metia o dedo ao mesmo tempo. Ora eu prendia a cara dele com as minhas coxas e ora ficava só gemendo e fazendo aqueles movimentos com os quadris. A sensação era de puro prazer. Outra hora ele ficava só metendo os dedos e olhando para mim com aquela cara de homem sem vergonha que costumava trair a esposa. Depois ele me fez ficar de quatro, abriu minha bunda e começou a chupar meu cuzinho. Eu adoro. Meu marido chupa deliciosamente bem. Eu tenho muita sensibilidade no cuzinho pois fico taradona com o contato da língua entrando ou em círculos. Só o calor da boca no meu cuzinho me fazia gemer loucamente. Teve uma hora que ele penetrou meu cu com dois dedos dizendo: “Seu cu engoliu dois dedos… entrou gostoso…” Depois ele experimentou 3 dedos. Eu gritei e gemi… e senti meu cu sendo dilatado por 3 dedões malvados enquanto minha raba recebia beijinhos e mordidinhas.
Dizendo que não aguentava mais de tesão, ele me pegou por trás mesmo e senti aquela tora penetrar na minha buceta. Eu estava com tanto tesão que a tora dura entrou de uma vez. Lento, mas de uma vez. Pensei que nunca aguentaria um pau daquele tamanho… mas entrou macio me arrancando gritos de prazer. O cavalo começou a bombear gostoso enquanto dizia que estava sem mulher há quase um mês desde que chegara. Dizia que minha buceta era muito gostosa e molhadinha. Era a primeira vez que eu tinha um pau enorme dentro de mim; a sensação era maravilhosa; deliciosa. Eu gemia, rebolava a raba; remexia os quadris… ele amassava meus peitões enquanto fodia com força. Não consegui me segurar por muito tempo e gritei, gozando gostoso naquele pau de cavalo. Foi uma sensação deliciosa gozar naquele pau estupidamente duro! Vi estrelas coloridas! Depois da deliciosa sensação de prazer supremo, pedi pra ele parar um pouco e dali do sofá fui puxando ele, pelo pau, e fomos para o quarto. Ele se deitou na cama e eu entrei entre as pernas dele. Iniciei uma punhetinha lenta e deliciosa fazendo-o gemer de prazer. “Esse pau é muito gostoso! Puta que pariu”, eu disse, dando beijinhos na tora. “Sua esposa é que é feliz… um pau delicioso… gigantesco… toda noite… delicia.” Então comecei a chupar aquela tora! Aquele pau de cavalo. As veias estavam protuberantes. Eu enchia a boca com vontade. Eu pensei: já que ele estava há muito tempo sem gozar então com uma chupada ele iria ter seu prazer muito mais rápido dentro da minha boca. Mas eu queria que ele gozasse dentro da minha buceta. Então parei de chupar e fui pra cima dele. Aprumei o pau na entrada da minha buceta sentando lentamente sentindo aquele mastro me preenchendo. Naquela posição eu podia controlar o quanto mergulhava dentro de mim. Nós gemíamos quase gritando. Ele se deliciava com meus peitões. Enchia as mãos. “Sua esposa não vai se importar de eu foder seu pau?” perguntei, com cara de putinha. “De jeito nenhum… é todo seu… fode gostoso… fode”, pediu ele.
Então comecei a cavalgar quase aos gritos. Era muito gostoso sentir aquela pica enorme e dura dentro de mim. E o mais gostoso era que naquela posição eu podia controlar para não me machucar muito. Mas em meio àquela loucura era quase impossível. A pobre cama de solteiro rangia loucamente se unindo aos nossos gemidos e gritos.
Depois eu me inclinei mais e fiquei surrando a cara dele com meus peitões fartos. O safado espancava minha raba e metia o dedo no meu cuzinho. Ele não aguentou muito e disse que ia gozar. Realmente logo ele ejaculou tudo dentro de mim em gritos loucos de gozo. Foi uma sensação deliciosa sentir o leite se derramando e depois escorrendo pelo pau e melecando a virilha dele. Eu parei um pouco e me levantei. Estávamos melecados de porra. Parecia que ele tinha gozado litros de esperma com bolinhas.
Voltei para entre as pernas dele e fui limpando toda aquela sujeira causada pelo prazer com a minha boca. Comecei chupando e limpando a pica todinha que já estava meio bamba de novo. Deixei a pica toda limpinha e fui lambendo a virilha e o tronco da pica todinho até deixar tudo limpinho. Ainda estava quente o prazer derramado. Mas eu não deixei a pica amolecer. Fui por cima dele e a coloquei entre meus peitos e deixei ele ir fodendo devagar… bem devagar… arrancando gemidinhos dele… aquilo só aumentava o meu tesão. Oras eu passava a cabeça da pica nos biquinhos dos meus peitos e sentia ela dura, pulsante, inchada. Eu apertava com toda a minha força… eu gosto de maltratar… ele quase gritava dizendo que ia enlouquecer… depois de um longo tempo nessa sacanagem, montei na pica novamente e comecei a cavalgar com força… me inclinei e botei os peitos pra ele mamar enquanto remexia só os quadris fazendo a pica de cavalo entrar e sair loucamente. Depois nos beijamos na boca. Aquele beijo louco de sexo quente e sem pudor. Em meio à foda gostosa ele disse que queria meu cuzinho. Já estava com dois dedos dentro mesmo. Saí de cima da pica e perguntei: “Vamos lubrificar com quê?” Impressionante como nessas horas homem sabe resolver as coisas rápido demais. Ele correu pra cozinha e voltou logo em seguida com uma garrafa de óleo. Comecei a rir. Me posicionei de quatro, segurando na cabeceira da cama e pedi que ele chupasse meu cuzinho antes. Ele chupou tão gostoso que pelo meu gosto ele nunca mais pararia. Ele fez deliciosamente bem: chupava, metia a língua, metia os dedos, abria… depois ele começou a lambuzar meu cuzinho com óleo de cozinha… lambuzou bem… depois lambuzou a pica todinha e me segurou por trás, pelas ancas… e a pica foi abrindo o meu cuzinho com tamanha facilidade e logo foi mergulhando para dentro… me enchendo aos poucos. Eu não resisti e antes que ele começasse a dar estocadas, eu comecei a gozar sem tocar na buceta. Eu sentia minha raba sendo espancada enquanto eu me tremia toda… gritando. Então, aproveitando o meu gozo, ele começou a meter com força. A essa altura meu cuzinho já há via engolido aqueles 23 centímetros de pica. Eu gritava de dor e prazer. A cama rangendo loucamente e aquele misto de dor e prazer dentro do meu corpo não ia parar. E eu sentia como se estivesse realmente com uma embalagem de baygon enterrada no cu. Sentia como se tivesse um poste lá dentro… indo e voltando. Quando saía e voltava parecia que estava me enchendo de ar as tripas. Eu me segurava na parede. Eu pedia para ele parar: “Ai, para… para, por favor… tá doendo…”
Mas ele metia com mais força. Não sei de onde aquele magrelo tinha tanta força. Eu empurrava a barriga dele com a mão para que ele não metesse tão profundamente. Mas em determinada hora ele me puxou contra ele e eu fiquei de cara enterrada na cama. Ele puxou meus braços pra trás e segurou os dois juntos. Ele me puxava pelos braços quando dava as poderosas estocadas. Eu gritava como uma puta: “AAAAAAi… para… tá doendo muito… Ai, meu cu… tá me arrombando… tá me estuprando… AAAAAAHHHHHHHHH…
Quando ele disse que ia gozar já me senti aliviada: “Goza… goza tudo dentro do meu cu… vai… goza dentro do meu cu.” Logo em seguida junto com as estocadas ouvi seus gritos dizendo que estava enchendo meu cu de leite. E realmente encheu enquanto gritávamos juntos numa misturada de prazer e dor.
Quando ele tirou aquela tora de cavalo de dentro do meu cu senti-me aliviada; aquela sensação de vazio. Ufa!
Fui correndo para o banheiro com uma imensa vontade de fazer o número dois. Caralho! Melhor que eu tivesse trepado com um cavalo. Quando voltei, já totalmente aliviada, meus braços e ombros estavam doendo muito. Chamei um Uber para me levar de volta pra casa. Ele queria foder mais. “Quer? Pois vá foder com a sua mãe, seu cavalo!”
Eu estava com ódio dele. Ele não poderia ter fodido meu cu daquele jeito. Safado.
Voltei para casa cheia de dor. Meu útero doía; meus braços; meus ombros. Quando cheguei em casa observei que minha bunda estava cheia de marcas de palmadas. Meu cuzinho estava em brasa.
Depois de um banho me deitei na cama e fiquei pensando no que tinha acontecido. Sorri várias vezes. Que loucura!

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