Minha mulher adora beber porra

Depois daquele feriado inesquecível em Ilhabela, eu e minha esposa Bruna, passamos a ter uma vida sexual muito mais intensa e ardente ao ponto de transarmos quase todos os dias da semana, sem falar nos dias em fodíamos até duas ou três vezes. Obviamente, sempre lembrando daquele feriado em que ela fodeu e dormiu com 5 rapazes e levando muita pica. Desde então, comecei a reparar que ela começou uma tara em tomar porra, acho que devido aquela brincadeira que fizeram com ela de beber porra na tijela. Sempre que eu ia gozar, ela fazia questão de botar minha pica na boca e beber toda minha porra.

Ao mesmo tempo que ficávamos excitadíssimos, as fantasias sobre essa tara foram aumentando até o ponto em que voltamos a falar sobre realizar uma nova fantasia. Além disso, notava que Bruna estava ficando cada vez mais depravada, e numa de nossas transas, surgiu a fantasia dela entrar num boteco desses bem fuleiros cheio de homem tomando pinga, jogando sinuca e ouvindo aquelas vitrolas musicais coloridas, em que ela fosse até o balcão com uma roupa bem sensual e pedia ao dono do boteco:

– Por favor, o Senhor me traga uma dose bem caprichada de porra.

Daí para frente, era só deixar a imaginação rolar solta e visualizar aquele bando de homens a comendo e todos gozando em sua garganta ou num copo para ela beber tudinho. Várias vezes ficávamos ensaiando esta situação até que um dia, resolvemos colocar em prática. Durante algum tempo, estudamos alguns botecos deste tipo, passando em frente e vendo a frequência, que horas fechava, etc. Depois de muito estudo, escolhemos um perto da rodoviária, que era numa rua lateral com pouco movimento de carro, mas o local estava sempre lotado à noite. Seu horário de fechamento era às 2:00 hs da manhã, então tínhamos planos de chegar perto disso.

No dia planejado, era uma sexta-feira, nos arrumamos e pra variar, ela se vestiu como uma verdadeira musa, pondo um vestidinho curto bem justinho, com um decote bem saliente e uma sandália de salto, que realçavam suas pernas maravilhosas e empinavam seu bum-bum. No caminho para o boteco, fomos bebendo uma garrafa de vinho, para dar maior animação e tesão, pois não seria fácil botar em prática esta loucura. Insisti muito para que ela fizesse um boquete daqueles maravilhosos que ela faz com maestria, mas ela virou dizendo:

– Não amor, hoje eu quero beber muita porra, mas só dos outros machos, se vc quiser, pode ficar olhando.Pra variar, não sei porque, aquilo começou a me deixar de pau duro e já estava muito excitado, só em imaginar.

Paramos o carro perto do boteco e já podia sentir nossos batimentos pulsando mais forte. Quando eram quase 2:00 da manhã, primeiro passamos em frente ao boteco, para ver como estavam as coisas, fomos até a outra esquina, respiramos fundo e voltamos. Entramos e sentamos numa mesa do canto, perto da mesa de sinuca. Parece que a presença de bruna e seu cheiro de fêmea tomou conta do ambiente enfeitiçando todo mundo, pois imediatamente comecei a notar os olhares perplexos pela delícia de mulher que havia acabado de entrar, e naquela hora devia haver mais ou menos 12 homens, dos mais variados tipos. Me levantei, fui até o balcão e pedi uma cerveja para nós dois.

Logo que sentei, veio um negão todo mal vestido com um taco de sinuca na mão e perguntou direto para Bruna:

– A madame vai querer algo para tira-gosto ??

E ela respondeu,ainda meia tímida.

– Não, obrigada, o senhor é muito gentil.

Nesta hora pude ouvir um outro homem gordo, que parecia ser o dono do boteco, também na mesa de sinuca ordenando para o rapaz do balcão:

– Ô Almeida, pode começar a baixar as portas, porque que hoje vai ter festinha aqui.

Nem precisava dizer que aquilo era um sinal de que eles já haviam entendido o recado e sabiam muito bem o que nós estávamos fazendo ali. Nesta hora, um outro negão mais forte, porém mais bem arrumado, se dirigiu até a mesa, e sem a menor cerimônia, começou a passar a mão nas coxas de Bruna, olhou bem pra ela e disse:

– Olha madama, a senhora veio ao lugar certo pra levar o que a senhora tanto gosta.

E logo em seguida pegou a mão dela e a levou até sua pica, fazendo uma massagem de leve sobre ela. É impressionante o volume que se formava sob aquela calça, e a mão de Bruna sendo pequena, parecia se perder ao percorrer tudo aquilo de pica. Nesta hora, minha esposa virou pra ele, já com uma cara de safada e disse.

– E o que vc acha que eu vim procurar aqui ???

É a mesma coisa que perguntar se macaco quer banana. Imediatamente, o negão abriu o zíper da calça, e num só movimento tirou aquela manjuba reluzente da cueca, devia ter uns 25 cms, e disse.

– Pronto, tá bom de tira-gosto pra senhora ??

E ela punhetando de leve aquilo tudo de pica falou:

– Deixa eu experimentar, isso aqui dá leite ?? pois eu quero beber muito leite hoje.

E começou a tentar colocar tudo aquilo na boca, digo tentar pois volto a dizer, como era grande aquela piroca, parecia de borracha. Quando vejo, minha mulher já estava ajoelhada, pagando o maior boquete para o negão no meio do bar. Esta parece ter sido a senha ,pois os outros 11 ou 12 homens, também começaram a chegar junto da mesa e a tirarem suas calças. Mais uma vez, Bruna virou pra mim e disse:

– Benzinho, senta ali um pouquinho que agora eu tenho um trabalhinho pra fazer. Estou com sede de leite e vou tomar direto na fonte–

Pronto, lá estava eu mais uma vez sentado num canto, olhando um monte de macho de pau pra fora, devorando minha mulher, fazendo ela de puta e cadela.

Depois de chupar todas as picas, sem exceção, inclusive do gordo e daquele mais mal arrumado, parecia até ser um mendigo, o líder do grupo, o negão bem dotado a levantou e a colocou sobre a mesa de sinuca falando:

– Vamos enrabar essa cadela, depois ela vai tomar leite como nunca.

E foi isso que fizeram, começaram um revezamento de pica nela, até chegarem numa dupla penetração onde o negão a enrabava e os outros iam se revezando na buceta. De repente, todos eles ficam enfileirados ao lado do balcão e ela ajoelhada, começa a punhetar e chupar um a um. Aquela cena foi demais pra mim, tirei meu pau pra fora e comecei a bater uma punheta ali mesmo.Nesta hora, pude ouvir um comentário de um deles.:

– Olha lá o corno, tá loucão pra ver a mulher dele tomar porra da galera….

Como da outra vez em Ilhabela, Bruna quando sentia que o cara ia gozar, enterrava o máximo possível a pica em sua garganta e a segurava lá, para que ele gozasse direto e ela pudesse engolir tudo.E foi assim com todos, um a um foi gozando, e ela com aquela cara de safada, engolia tudinho, podia ver os movimentos de sua garganta quando alguém gozava, ela ia engolindo tudo e ainda falava pro cara:

– Sua porra é deliciosa, tesão.

Quando o último gozou, ela veio em minha direção e me deu um beijo bem molhado e gostoso. Pude sentir o gosto muito forte de porra, e o cheiro característicsso também, além de ter ficado excitado é óbvio, foi então que pude ouvir:

– Mas não é que o cara é um corno manso mesmo, tá tomando porra por tabela e ainda fica com tesão. Essa mulher vai arrotar porra hoje.–

Nesta hora o negão ainda veio com uma graça pra cima de mim, perguntando se eu também não queria tomar na fonte e eu fui incisivo dizendo que não.

Bruna se arrumou colocando o vestido, deu uma arrumada rápida no cabelo,pois seu rosto estava limpo sem nenhum respingo de porra, dizendo para nós irmos embora. O gordo ainda fala que quando quisermos aparecer, é só falar.

E foi assim aquela noite em que realizamos mais uma fantasia.

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