Masturbação deliciosa com a amiga

Eu e minha amiga de infância Carol, apesar disso já estávamos na idade de não aguentar mais esperar o “príncipe ideal”, e sempre falávamos sobre isso, e procurávamos saber mais, até assistíamos filmes pornô escondidas que ela conseguia do irmão mais velho. Alguns nos davam a sensação de nojo e medo, mas uns poucos eram mais eróticos do que pornografia explicita, esses nos enchiam de tesão.

Certo dia quando estava na casa da Carol, no quarto dela ela perguntou:

– “Amiga você já se masturbou?” Como notei um tom de insegurança, levei na brincadeira, porque eu mesma fiquei muito encabulada.

– “Que é isso Carol ? Ainda não estou a perigo.” E dei aquela risada disfarçando, na verdade eu já tinha começado a me masturbar a algum tempo no banho ou antes de dormir, mas nunca ia até o final, pois sentia vergonha de mim mesma. Mas aquilo tinha me deixado curiosa, se a Carol também fazia aquilo, não era defeito só meu, ou talvez não era defeito de qualquer forma, então aumentei minha curiosidade:

– “E você?”

– “Eu acho que tô a perigo amiga, eu já” E começou a rir, Continuei perguntando:

– “E aí como é? Você já gozou?”

E ela começou a dizer que no começo também tinha vergonha, mas que de uns tempos pra cá tinha conseguido gozar e que depois disso tinha começado a fazer cada vez mais, e me perguntou se achava isso normal.

Eu respondi que não sabia o que dizer (na verdade eu queria era saber mais detalhes)

Então ela reunindo toda coragem que tinha para deixar a vergonha de lado, me propôs que a gente se masturbasse juntas, e eu reuni minha própria coragem (já que a curiosidade me ajudou) e topei, ela ligou o som do quarto para disfarçar qualquer barulho, e deitou na cama e eu fiquei do seu lado sentada, tiramos os shorts e ficamos de calcinha as duas, e meio sem jeito começamos cada uma a tocar a si mesma, eu estava muito interessada em ver a “técnica” dela e comparar com a minha. Enfiei minha mão por dentro da calcinha e com o indicador e médio comecei a pressionar meu clitóris e abrir a buceta para deixar os dedos bem molhadinhos, enquanto eu observava ela que de olhos fechados fazia parecido, a sensação era cada vez mais gostosa, principalmente em ver minha amiga, que modéstia a parte acho bem linda também, um pouco mais magra do que eu na época, com lindos cabelos cacheados, ela estava cada vez mais intensa, e de vez em quando utilizava as duas mãos ou colocava os dedos na boca e de volta na buceta, no começo achei estranho, diferente, eu nunca tinha feito daquele jeito, tive vontade de tentar mas ainda estava envergonhada por não estar em minha própria casa, e poder me soltar completamente. Ela se movimentava cada vez mais sinuosamente de uma maneira sexy que me enchia de tesão, ela de olhos fechados, eu só imaginava que pensamentos passavam pela cabeça dela naquela hora, e eu apenas me tocava e observava ela, não que eu sentisse qualquer atração por mulheres, mas eu queria entender a mim mesma através dela, eu também queria gozar.

Depois de um tempo, uns 15 minutos ou mais daquilo, mas que pareceram uma eternidade bem gostosa, o movimento dela estava bem frenético que eu me perguntava se ela já tinha gozado, e o que era mesmo o gozo, como era a sensação, até que seus movimentos tiveram uma intensidade brusca e pausada que junto com alguns gemidos contidos, me deram a certeza de que ela havia gozado, era algo totalmente diferente da movimentação de antes e que depois foi se acalmando paulatinamente e que era lindo de ver e tentar imaginar o quanto aquilo era bom.

Somente quando ela parou é que abriu os olhos e com um sorriso me viu ali do lado dela, mas meu movimento era estático, e não se parecia nenhum pouco com as primeiras sensações que vi nela, comecei a me preocupar então se tinha alguma coisa de anormal comigo, e o tesão começou a diminuir.

Ela me perguntou, – “E aí amiga, tá perto?” Eu apenas balancei a cabeça negativamente com vergonha.

– “Pensa em algo bem excitante”, mas eu não conseguia me concentrar, a única coisa que eu conseguia pensar minimamente excitante era nela gozando do meu lado. Então ela teve uma idéia pra me ajudar:

– Já sei amiga, vou colocar um daqueles filmes que a gente assiste e você se concentra nele. Concordei.

E realmente com as imagens do filme, mais imaginações eróticas povoaram minha mente, os garotos que eu achava bonitos na escola, os atores e cantores famosos, e seus paus duros na minha direção, etc. De repente depois de algum tempo sinto minha mão ser interrompida, e logo em seguida minha buceta sentir o toque de outra, era a Carol.

– “Deixa eu te ajudar”, e como ela viu minha cara de espanto, disse: – “Calma amiga eu não sou sapatão não, quero só te mostrar como fazer, fecha os olhos.” Me lembrei que ela ainda imaginava que eu nunca tinha feito aquilo e concordei.

Me deixei levar então pelo toque dela, senti ela retirar minha calcinha completamente, e com aquele toque “estranho” na minha buceta, senti ela ficar molhada como nunca antes, e em pouco tempo a sensação que eu sentia me levou aos movimentos frenéticos que eu identifiquei nela anteriormente, com as duas mãos livres me ocupei acariciando os próprios seios, era incrível como outra pessoa sabia tão bem onde me atingir, já não controlava o movimento da parte inferior do meu corpo e como que adivinhando aquilo ela me masturbava mais intensamente, de vez enquanto sentia uma breve pausa e os dedos mais molhados, ela estava colocando na boca? Ela sentia meu gosto? Qual seria? Talvez bom se não ela tinha parado eu achei.

Eu queria gemer, eu queria segurar algo, tudo que vinha a minha mente eram a imagem dela gozando anteriormente e um pênis. Eu queria dar a buceta para um cacete bem duro! E como perdi a noção de tempo só sei que depois houve uma explosão na minha buceta, que subia pela cintura até os seios e descia pelas coxas até a ponta dos pés, e que me fez tremer como se tivesse tendo espasmos de convulsão, era uma sensação que eu nunca havia sentido antes na vida, e que continuava pulsando nessas direções cada vez que ela me tocava mais, eu estava finalmente gozando pela primeira vez.

Passado esse momento eu voltei a mim e vi a Carol ainda lambendo os dedos, que disse:

– “Caramba amiga, que show! Depois eu vou querer também, essa tua gozada foi “massa”. Envergonhada eu apenas escondi o rosto no travesseiro.

Depois daquele dia nós passamos a nos masturbar frequentemente juntas e às vezes (na maioria delas) uma à outra, também ficamos um pouco mais desinibidas, já que mesmo alguns garotos nos considerando bonitas, não éramos muito populares na escola

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