Minha primeira namorada e meu primo

Eu era muito novo e minha namorada também muito inexperiente, geralmente nossos amassos se limitavam aos beijos e mãos bobas.

Minha garota era bem magrinhas, mas o corpo era bem harmonioso, bunda redondinha, peitos que cabem na mão, mas muito lindos. O que me deixava ainda mais louco era a sua barriguinha chapada, ela sabia e sempre procurar usar blusas que permitissem que eu pudesse admirá-la.

Ficamos vários meses num namoro saudável e uma amizade bem forte, até que um primo meu foi morar próximo de minha casa. Rapidamente percebi seus olhares para a Duda (a forma que chamo minha namorada), não era novidade, a Duda era umas das garotas mais bonitas da cidade, chamava muita atenção e eu há estava acostumado com essa situação.

Pelo que lembro meu primo tinha entorno de 20 anos, bem mais alto e com corpo mais desenvolvido que o meu. É claro, a idade dele era bem superior a minha e da Duda.

Num determinado churrasco entre nossas famílias, o Claudio (meu primo) foi se aproximando bem mais que o costume, tentou ser bem simpático conosco. Eu sabia que ele queria algo, mas não estava entendendo aonde queria chegar.

Depois de um tempo nos chamou para beber em outro lugar e nos chamou para o quarto, falamos sobre vários assuntos até começarmos a falar sobre putaria. Não tínhamos idade, mas bebemos umas latinhas de cerveja e ficamos bem alegres, até a Duda se soltou e foi falando nossas poucas experiências sexuais.

Ele ficava rindo e dizia que o povo da minha cidade era muito fraquinho e que não tínhamos uma pegada boa. Duda queria saber como era uma pegada boa e o Claudio disse que poderia mostrar na prática.

Na mesma hora eu recusei, a Duda ficou rindo e dizendo para eu parar de ser ciumento. Então o Claudio quis fazer uma aposta, eu poderia escolher qualquer jogo, se ele ganhasse, poderia beijar a Duda a noite toda. Eu continuei a recusar, mas ele ficou me chamando de frangote, não poderia deixar a Duda achar que eu era um fraco, então aceitei.

Jogos de força eu com certeza iria perder, então escolhi xadrez, sempre gostei e a vitória seria certa.

Engano meu.

Levou minha dama em 5 lances, depois disse foi só derrota.

Duda ficou rindo a partida inteira, só depois do xeque-mate que do nada ela ficou séria. Não sei se pela cerveja, tesão ou os dois juntos, mas seu corpo gritava o quando ela queria aquilo.

Não tive reação, só fiquei olhando-o levantar-se, pegar a Duda pelos braços. Ele era bem maior que ela, minha menina parecia uma anã em pé ao lado dele.

Os beijos começaram bem devagar, aos poucos aumentou a intensidade e suas mãos apertavam a raba da Duda com toda vontade.

Ele a devorava e a Duda se entregava sem hesitar.

Sim, ele tinha pegada foda mesmo, que inveja.

Então Claudio guia uma das mãos da minha namorada até sua rola, ela só obedeceu e ficou apertando e fazendo movimento de vai e vem. Sei que muitos podem em taxar de otário, mas eu só conseguia sentir tesão vendo tudo aquilo, ver minha gostosa fazer tudo aquilo era bom demais.

Depois de um tempo ele parou de beijá-la, Duda se sentou na beirada da cama sem força nas pernas, sem ar e querendo mais.

Claudio ficou em pé, com volume gigante dentro do short e disse que era assim que fazia. Então perguntou se a Duda já havia visto ou mamando uma rola. Eu disse que ela já tinha visto, mas nunca me mamou. Ela então respondeu que já tinha visto algumas, mas nunca havia mamado ninguém.

– Vem cá que vou te ensinar então.

Duda não diz nada, só vira para minha direção e diz com um olhar – Tenho que ir amor.

Ele chegou com volume bem próximo ao rosto dela e pegou uma das mãozinhas dela e colocou para apertar a rola dele novamente por cima do short.

Ela fazia rindo, apertava com toda vontade sem tirar os olhos do volume que cada vez ficava mais e mais duro. Então ele a mandou tirar o short dele e minha Duda obedeceu.

A rola pulou para fora, pela idade dele, era um pouco maior e mais grossa que a minha, mas o bastante para impressionar a Duda.

Não demorou e ela caiu de boca na rola, mamava com vontade, era uma coisa linda de ver. Parecia que sabia fazer faz tempo.

Enquanto ela chupava com força, o Claudio tirou a roupa dela inteira. Enquanto tudo isso acontecia, só conseguia ficar olhando e me masturbando.

Antes que ela pudesse finalizar o boquete, o meu primo jogou a Duda na cama e ficou pincelando a rola da bucetinha dela. Minha menina gemia e revirava os olhos, então ele mandou ela me chupar.

Era a nossa primeira vez e foi à três.

Cheguei perto dela esperando meu boquete, mas ela pediu para eu segurar a mão dela e um beijos, ficamos nos beijando por alguns minutos, até que o Claudio resolveu socar fundo da minha namorada. Ela começou a gemer alto, gemido de prazer bem ofegante. Então ela me puxou e começou a me chupar.

Depois de bastante tempo socando na minha Duda, trocamos de lugar. Era minha primeira vez, consegui sustentar bem bastante tempo, fiquei nervoso e tirei antes para não gozar dentro. Ele era mais experiente e conseguiu gozar um pouco na boca, nos peitos e na barriguinha da minha namorada.

Ele colocou a roupa, disse que foi muito bom e que deveríamos repetir.

Após esse dia o Claudio visitou dezenas de vezes minha casa, as vezes eu participada, outras ficava só olhando.

A partir desse relacionamento que me descobri cuckold, infelizmente tive que me mudar e terminamos o namoro.

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