Minha primeira transa na faculdade

Terminei o Ensino Médio e entrei pra faculdade, estava com 18 anos. Como primeiro semestre é todo mundo novo, ninguém se conhece, foi fácil de fazer amizade com o pessoal, e pra ajudar os veteranos do nosso curso também eram bem simpáticos, disseram que o trote seria na primeira sexta-feira, e que se alguém não quisesse participar não era obrigado, mas queria participar e me enturmar com a galera. Percebi que tinha uns veteranos bonitos, mas nenhum me chamou atenção de cara.

O pessoal da minha turma era bem legal, era uma turma pequena, e logo no terceiro dia saímos depois da aula para um barzinho que tinha perto da facu, e umas 5 cervejas depois o pessoal já ficou meio alto, foi então que Pedro, um dos mais gatos da turma (loiro, olhos verdes, cabelo enroladinho, parecia um anjinho) começou a dar em cima de mim, apesar de ser um gato, não fazia meu tipo, por ter o papo meio repetitivo, parecia que lhe faltava experiência.

Mas depois de mais algumas cervejas e muita insistência dele, acabei me rendendo… e não é que ele beijava bem, e era bem safadinho, como eu estava de saia, ele começou a passar a mão na minha perna e subir ao encontro da minha xaninha. Não facilitei a investida dele em acariciar o meu sexo, mas também não parei a sua mão, até que ele chegou a centímetros dela, aí então resolvi manter a aparência de boa moça, parei e falei que tinha que ir ao banheiro.

No banheiro vi o quanto estava excitada, minha xana tava toda molhadinha, mas continuei na intensão de manter as aparências e voltei pra mesa, com cara de santa. Ao me sentar o Pedro veio me abraçar e pediu desculpas por ter se empolgado, fiquei meia tocada com aquele gesto e ao mesmo tempo mais excitada (fiquei excitada com a ingenuidade dele ? Mas e o interesse por homens mais experientes ? Descobri que do que eu gostava mesmo era sexo!).

Na mesma hora peguei seu rosto com as duas mãos e o beijei com desejo e voracidade, ele ficou meio assustado, mas, é claro, retribuiu o beijo. Ficamos nesses beijos por um tempão, eu esperava uma investida dele, mas depois daquela ceninha que eu fiz, acho que ele não teria essa coragem tão cedo, foi então que resolvi agir, pus a mão em sua perna e fui subindo, do mesmo jeito que ele fez comigo. Cheguei ao seu sexo, que a essa hora tava bem duro, ele parou de me beijar, me olhou nos olhos e disse:

– Cara, desculpa, mas você provocou isso! – deu um sorrisinho safado e se levantou. Meeeeu Deeeeus, aonde esse garoto vai ? pensei, não é possível que ele era tão ingênuo assim … não acredito que ele ainda achava que eu era uma santa.

Minha pergunta foi respondida quando ele entrou no banheiro masculino. Neste dia o bar estava bem vazio, foi aí que tive uma brilhante ideia …

Me levantei e segui em direção ao banheiro, bati na porta e ele não respondeu, bati mais uma vez, agora mais forte, ele respondeu :
– Tem gente, porra, num ta vendo ?

– Abre! – eu disse. A porta abriu imediatamente, entrei e vi que ele tava com a calça aberta, agarrei e o beijei bem forte, coloquei a mão em sua nuca, puxando seus cabelos e disse ao pé do seu ouvido:

– Qual foi o lugar mais diferente que você já transou ? – ele sorriu de novo, daquele jeitinho de malandro que acha que sabe das coisas, e respondeu :

– Espero que seja esse aqui! – E me agarrou. Num beijo maravilhoso, ele começou a passar as mãos por todo meu corpo, sem parar de beijar, passo a mão pela minha bucetinha e ficou ainda mais duro ao sentir o quanto eu tava molhada!

Como banheiro de bar não é a coisa mais higiênica do mundo, me recusei a tirar as roupas, mas ele insistiu em tirar minha calcinha, disse que guardaria no bolso da calça. Eu estava usando uma blusa de alcinha, sem sutiã, ele a abaixou e ficou olhando meus seios com uma cara faminta, e ele realmente estava, caiu de boca neles com voracidade e os sugou como um bebê com fome, eu, a essa altura, gemia gostoso:

– Aah, que delicia Pedro! – puxei-o pelo cabelos, o afastando de meus seios – Me come logo, vaaai!

Ele tirou seu pau pra fora e quase tive um orgasmo só de ver a grossura dele, era médio, mas muito, muito grosso. Ele, percebendo que eu estava hipnotizada pelo seu pênis, pos na entrada da minha xota e disse:

– Quer que eu meta ? Quer, putinha ? – Só consegui responder com a cabeça, me faltavam palavras.

Ele por sua vez, não meteu, ficou pincelando pra cima e pra baixo, me deixando maluca …

– Só vou meter quando você pedir! – ofegante e com as pernas bambas, sussurrei :

– Mete, por favor!

Ele então atendeu meu pedido, meteu tudo de uma vez, com força e me beijou com a mesma intensidade. Eu delirava, gemia de tesão, coloquei minha mão por baixo de sua blusa e comecei a arranhar suas costas, ao sentir minhas unhas em sua pele ele começou um vai-e-vem ainda mais rápido, fui a loucura! Pus uma perna a sua volta, então ele pos a outra em volta de seus quadris também, me segurou contra a parede, me levantando com as mãos na minha bunda.

Não conseguia mais me conter, me contorcia como uma maluca contra aquela parede, com as mãos em sua nuca o puxei para mais um beijo ardente, ele correspondeu e começou a dar tapinhas na minha bunda, fiquei ainda mais insana! Aquele garoto era mais gostoso do que muito marmanjo por aí, ele tava me deixando maluca, com aquele jeito malandrinho, ele realmente sabia das coisas, com seu pau dentro de mim … nossa, que coisa incrível!

– Vou gozar, aaaain que delícia! – anunciei, ele aumentou o ritmo e quando me viu molinha não parou de meter com força! Depois de um tempo ele anunciou seu gozo, não deixei ele gozar dentro, porque ainda iamos voltar pra mesa, não queria que todos vissem porra escorrendo de mim, mas resolvi chupá-lo até ele gozar, gozou tudo na minha boca e me pediu pra engolir, engoli tudinho! Ele então disse:

– Nossa, como você é gostosa! – e me beijou.

Nos limpamos, nos arrumamos, pedi minha calcinha e ele disse que ia guardar de lembrança, fiquei a noite toda sem minha calcinha, quando ele me deu mais um seus beijos deliciosos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.